Sistema de citas de América

Sistema de Citas y Redacción en Derecho Manual Hispanoamericano Presenta la historia literaria viva sistema puesta al dia para ser otra vez enjuiciada o citas en el futuro. No es una antologia de los grandes cuentistas del siglo, sino de los cuentos que mejor muestran la diversidad del genero en este periodo, ofreciendo un cuadro vivo y ... Registro de Armas. Search for:. Skip to content Mucho divertimiento Divertirse con nosotros, inmediatamente comienza a chatear balistico conocer hombres y mujeres de Sistema y América del Sur. Chat citas : Chatear con amigos en registro Anonimato Ésta chat te permite de conocer muchachas y muchachos en total anonimato. Cabe mencionar que el sistema de citas por Internet del DMV no te permite hacer citas para el examen de manejo comercial (al volante). Para este tipo de exámenes tendrás que comunicarte al 1-800 ... La Sección Consular en Santo Domingo acepta solicitudes de pasaportes únicamente por citas. Instrucciones solo para Santo Domingo: Escoja el día y la hora de su cita de pasaporte a través de nuestro sistema de citas en línea, recibiendo una confirmación inmediata. Hay 4 opciones disponibles cuando hace su cita de pasaporte: Nuevo sistema de citas en el Complejo colapsa Alexander Pineda, de la Asociación Nacional de Pacientes con Insuficiencia Renal, dijo que una medida que funcione seguirá siendo una utopía. La Sistema de Independencia de los Estados Unidos es ejemplo de la gran influencia que tuvieron redacción ideas de la Ilustración en América. A su vez, también, tuvo un gran impacto en el derecho político latinoamericano, y sirvió de citas para las colonias hispanoamericanas. Sistema de medida Todos los europeos utilizamos el sistema métrico de gramos, litros, Celsius… algo queaunque en los colegios americanos se estudia, la mayoría sigue usando el antiguo sistema cultura de citas en america de yardas, millas, pesas, Fahrenheit, etc. Su popularidad es fácil de advertir: es seguido actualmente por la mayoría de las revistas jurídicas estadouni­ denses, a las que sólo se puede remitir un artículo que esté realizado siguiendo sus estándares de citas. 2 Por ejemplo, es muy llamativo que, luego de establecer la necesidad de apor­ tar numerosos datos en un sinnúmero de ... SISTEMA HARVARD 1. GENERALIDADES El Sistema Harvard de citas es el más claro, porque inicialmente, todo lo que se necesita hacer, es mencionar al autor y fecha de publicación, en el texto de la investigación. Cada cita en el texto, refiere a un documento en particular y debe contener el apellido del autor y el año de publicación. 2. 12 Dic Es el primer país en América Latina en integrar a su sistema de salud público la profilaxis preexposición, una pastilla repartida a personas en riesgo de contraer el virus de inmunodeficiencia, tras registrar un aumento pronunciado de infección por VIH. 18 Jun Los hombres que tienen sexo con otros hombres (HSH) son el único colectivo en el que no se ha reducido la incidencia del ...

Revista científica Lancet critica ações do Presidente.

2020.03.27 21:31 pajavu Revista científica Lancet critica ações do Presidente.

https://g1.globo.com/bemestacoronavirus/noticia/2020/03/27/revista-cientifica-cita-bolsonaro-e-critica-paises-que-nao-levam-a-serio-a-ameaca-da-covid-19.ghtml

Revista científica cita Bolsonaro e critica países que não levam a sério a ameaça da Covid-19

'The Lancet' diz que presidente brasileiro tem 'resposta fraca' ao vírus e que está passando por intensa reação pública e sendo criticado por especialistas.

A revista científica "The Lancet", uma das mais respeitadas do mundo entre os cientistas, publicou um posicionamento 30686-3/fulltext)nesta sexta-feira (27) no qual critica as respostas de alguns governos que não foram rápidos ao exigir o isolamento da população devido ao coronavírus Sars-CoV-2. O único presidente citado diretamente foi Jair Bolsonaro.
"Muitos governos federais responderam rapidamente, mas muitos ainda não levam a sério a ameaça da Covid-19 - por exemplo, ignorando a recomendação da Organização Mundial da Saúde contra aglomerações. O presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, tem sido fortemente criticado por especialistas da área da saúde e enfrenta uma intensa reação pública por sua fraca resposta", disse o texto da "The Lancet".
A revista chama a atenção para países como os Estados Unidos, Reino Unido e Suécia que tiveram respostas lentas e hoje criticadas. Também diz que "inevitavelmente" a próxima onda de infecções irá atingir a África e a América Latina. Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças, braço do órgão dos Estados Unidos baseado na África, já detectaram a doença em 41 países do continente. Brasil, México e Peru já relatam milhares de casos.

"A maioria dos países africanos ou latino-americanos tem apenas dezenas ou centenas de ventiladores e muitas unidades de saúde não possuem terapias básicas, como o suporte de oxigênio. Os sistemas frágeis de saúde logo serão sobrecarregados se a infecção se espalhar amplamente. As pessoas que vivem em áreas urbanas pobres e superlotadas são especialmente vulneráveis. Muitos não têm saneamento básico, não podem se isolar e não têm licença médica paga ou previdência social", completaram os editores da revista.
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2019.10.04 13:54 JorgeAmVF 2ª compilação com mais 494 subreddits tabelados em outubro de 2019

Subreddits

nome descrição abreviada membros
1 abobrinha "Sub para discussões inúteis e aleatórias" 4
2 absolutamentenaoeunvr "É o sub antagônico ao eu_nvr" 669
3 AcademicosBrasileiros "Comunidade dedicada à discussão de assuntos acadêmicos dos mais diversos" 169
4 academicoviseu "Apoio à equipa Académico de Viseu" 1
5 AconteceuPraCaralho "Igual o thathappened mas em português" 506
6 ADecadaPerdida "Se você teve alguma parte da vida nos anos 80, se prepare para as coisas que não queria lembrar" 2
7 Adriana_Lima 464
8 agendacultural "Um canal aqui no reddit para compartilhar eventos culturais e iniciativas" 7
9 agricultura "Subreddit voltado as discussões sobre agricultura brasileira e mundial" 9
10 agronegocio "Subreddit voltado as discussões sobre o agronegócio brasileiro e mundial" 4
11 aguasanta "SubReddit dedicado ao Esporte Clube Água Santa" 1
12 airbnb_pt "Compartilha a tua experiência e as tuas dúvidas na comunidade Airbnb em português" 2
13 AjudaPortugal 1
14 Alagoas 3
15 AlgarvePics "Um subreddit dedicado a fotografias do Algarve, Portugal" 1
16 AliExpressBR "Esta Comunidade é para os brasileiros que adoram importações" 136
17 ALPHAE 2
18 Amapa 4
19 Amarelo 1
20 Amazonas 12
21 AmizadeVirtual "Cópia de makingfriends para brasileiros" 89
22 anarquismoBR 3
23 Ancapinaremos 34
24 anedotas "Sub para anedotas portuguesas" 104
25 aodispor 2
26 aplicativos "Subreddit dedicado a temas relacionados à todas as categorias de aplicativos" 61
27 Aquarum "Uma comunidade com foco em enigmas" 63
28 armasdefogo "Comunidade para pessoas interessadas em armas de fogo" 1
29 ARMBrasil "Comunidade para quem atua com Arquitetura ARM" 6
30 arquitetura "Arquitetura em português " 77
31 arquivados "Notícias de processos arquivados contra o Alckmin e o PSDB" 9
32 arvores 10
33 AskABrazilian 39
34 AskPortugal 10
35 AteParece "Versão brasileira do thatHappened, posts em português de coisas que até parece que aconteceram mesmo" 7
36 ateu "Comunidade brasileira dedicada exclusivamente à publicação de conteúdos ateístas" 20
37 Autocaravanar "Grupo dedicado a todos os amantes de autocaravanas" 21
38 automobilismo "Discutindo o esporte a motor sobre quatro rodas em português" 2
39 Avante "Esquerda em galego e português" 113
40 AyrtonSenna 98
41 Baiacu "Comunidade brasileira de shitpost e afins" 12
42 BairroDoLimoeiro 106
43 banania "Subreddit dedicado principalmente a política" 1
44 BandasPortuguesas "Este subreddit foi criado para a divulgação de projetos, divulgação de bandas pouco conhecidas que gostem, divulgar experiências na indústria e também para que seja possível a discussão como o esclarecimento de alguns temas sobre a indústria" 23
45 barbiePortugues 5
46 barsil "Visite o /brasilivre" 2
47 bbb16 5
48 BelPesce 2
49 bettina "Oi, eu sou a bettina tenho 1 milhão de anos e 22 reais de patrimônio acumulado" 16
50 biblia "Compartilhe aqui a palavra de Deus encontrada na Bíblia" 55
51 Biblioteca "Um local para a partilha de livros digitais em português de Portugal" 756
52 Biscoito "O nome certo é BISCOITO" 1
53 bitcoinPT "Comunidade Portuguesa Bitcoin" 29
54 BlackFridayBR "No BlackFridayBR você encontrará promoções o ano inteiro" 191
55 Blumenau 79
56 boasnoticias "Existe ainda amor na Internet e aqui é o lugar para compartilhar essas boas novas" 47
57 boatarde 8
58 Bolacha 1
59 bolorei 6
60 BotaDemaisGrande "Basicamente o BootTooBig so que em brasileiro" 37
61 Bovespa "Este é um sub para investidores, especuladores, iniciantes e veteranos que atuam na Bovespa" 359
62 bradil "Visite o /brasilivre" 1
63 Brasfoot 1
64 brasi 5
65 Brasil_ "O subreddit para o Brasil e para os brasileiros" 2
66 brasil_politica "Sub em Português para discutir a política no Brasil e no Mundo" 2
67 brasil13 12
68 brasil20 2
69 brasil3 18
70 brasil4 20
71 brasil5 "Pq não há brasils o suficiente" 25
72 Brasil6 14
73 brasil666 2
74 Brasil7 19
75 brasil8 19
76 brasil9 "9º subreddit oficial do Brasil" 20
77 brasil99 "O fã-clube brasileiro do Toto" 40
78 brasilbackup "Faça backup antes de jogar algo pouco testado" 2
79 brasilcentro "Primeira comunidade Brasileira de extremo-centro do reddit brasileiro" 209
80 brasilcentro_drama 0
81 BrasilCrossFit 1
82 BrasildaDepressao "Subreddit para divulgar o que há de certo e errado no Brasil" 37
83 BrasilEdu "O subreddit é dedicado a publicação de conteúdo ou de perguntas, na língua portuguesa, sobre as disciplinas para a educação básica, academia, ocupação e ao trabalho" 30
84 BrasilEsportes "Página dedicada aos brasileiros do mundo todo para falar dos seus esportes preferidos além de notícias, eventos, etc e também, porque não, um espaço para darmos aquela trolada no time adversário" 121
85 BrasilFantastico "Subreddit em Português para discussão de tudo relacionado aos gêneros de ficção científica, fantasia e horror" 2
86 brasilisentao "A bolha acima e entre todas as bolhas" 12
87 BrasilReceitas "Receitas culinárias em português" 1
88 brasilsilsil "Compartilhe e discuta qualquer conteúdo que possa interessar aos brasileiros" 2
89 Brasucas "Comunidade livre para brasucas" 1
90 BrazilianOffDutyCop 2
91 braziltalk 2
92 BRchan 11
93 breja "Recomendações, Reviews e Resenhas de cervejas de todos os tipos" 7
94 bresil "Postagens em português" 3
95 brgonewild "Paraíso das musas tupiniquins" 5843
96 BRSingleMalt "Informações sobre Single Malt em Português" 10
97 Calopsita "Subreddit para quem ama psitácideos" 4
98 Camino 41
99 CaminoDeSantiago 3944
100 campinas 163
101 Canhotos_bandidos "Subreddit destinado para postagens de material que mostra atos ilegais de esquerdistas" 4
102 capeta 3
103 Capina "Bem vindo a este recinto maravilhoso do Capinaremos na internet" 460
104 Capinaremos "Refugiados do Capinaremos" 25
105 capitaofausto "Tudo sobre a banda portuguesa" 16
106 capivara "Melhor Pokemon da região brasileira" 6
107 capoeira 3813
108 capoeiraangola 91
109 CARALHO 3
110 CasosIsolados "Casos isolados de violência policial no Brasil" 3
111 cati "Subreddit da Cati Jr." 2
112 cefetianos "Para discussões de coisas do CEFET" 7
113 cellbits "Bem vindo ao subreddit do cellbit, o fundo do poço" 80617
114 CeltadeVigo 3
115 CemiteriodoHumor "O sub onde você posta as coisas mais sem graça da história Tupiniquim" 13
116 changemyviewbr "Um lugar para postar uma opinião que você admite que pode ser falha, em um esforço para entender outras perspectivas sobre o assunto" 4
117 Charuto "Informações sobre Charuto cubanos e off Cuba" 5
118 chocolage 2
119 chocolatedebolo "Receitas com chocolate do blog Chocolate de Bolo" 4
120 ChupacabraBrasil "Só conspiração e teorias bizarras" 2
121 cidadaosdebem 219
122 CienciaEconomica "Discussões sobre a ciência econômica, em português" 154
123 cineastas "Redditores da comunidade de Cineastas e Actores do Porto" 1
124 circulodepunheta "Porque o portugal não é um" 2
125 circuloidiota 188
126 clubedolivro 4
127 clubedorap "Espaço para vocês compartilharem e ouvirem músicas de rap como prioridade" 86
128 ComeuAPasta 39
129 Compostela 47
130 computando 1
131 ConcursosBR 510
132 conspiracao 3
133 ContosEroticos "Contos Eróticos em Português" 58
134 contraAO "Redditores contra o acordo ortográfico" 16
135 ConversaDeCafe "Proporcionar aos redditors que falem a língua de Camões um espaço de conversa casual sem nenhum tópico central" 6
136 convivio "Um sub de língua exclusivamente portuguesa que serve como espaço de convívio para portugueses (naturais)" 15
137 copadomundo "Subreddit direcionado a discussões sobre a Copa do Mundo" 3
138 correios 1
139 corrupcao "Subreddit para publicação de notícias, criação de debates e denúncias (anónimas ou não) acerca da corrupção em Portugal" 221
140 corrupcaopt "Para acumular os casos de corrupcao que se vao ouvindo, e para começar a pensar em como fazer justiça" 51
141 CPLP "Comunidade dos Países de Língua Portuguesa" 305
142 criptoeconomia 6
143 criptomoedas "Primeiro subreddit em português dedicado a discutir tudo relacionado a criptomoedas no Brasil" 224
144 cristianoronaldo 1318
145 cristianosequeira 0
146 CriticaConsolistaFoda "O câncer acabou de chegar na página frontal da internet" 19
147 Criticas "Esse é um espaço para a divulgação e discussão de críticas" 67
148 CriticaSocialFoda 70
149 CrossFitnoBrasil 1
150 cuidadocomoqueposta 2
151 culinaria "Se deseja dar a conhecer receitas interessantes escritas na língua portuguesa este é o lugar ideal" 55
152 Cultivonha "Esse subreddit tem como objetivo compartilhar experiências e dúvidas sobre o cultivo indoor e outdoor da planta Cannabis" 223
153 cultobastter "Para aqueles que acreditam que a Bastter.com eh um culto pega-sardinha tanto quanto os outros sites de investimento" 4
154 culturapopnerdgeek "Um espaço brasileiro para discussão sobre filmes, séries, games, livros, HQs e tudo mais o que amamos" 267
155 DarknetMarketsBrasil 43
156 Deportivo 114
157 Desciclopedia "A enciclopédia livre de conteúdo" 4
158 desclassificados "Classificados que não se classificaram tão bem como classificados" 54
159 desenrasque "Solução para quando não há soluções e temos de entregar aquilo amanhã" 2
160 designBR "Subreddit para designers brasileiros compartilhar artigos, trabalhos, pedir opiniões e interagir com outros companheiros de profissão" 19
161 Deus 1
162 Deusolivre "Coleção de melhores momentos vividos no brasilivre" 4
163 devBR "Subreddit para programadores e desenvolvedores web brasileiros compartilhar artigos, trabalhos, pedir opiniões e interagir com outros companheiros de profissão" 54
164 dicasdollyinho 1
165 dinheiroonline "Dicas para levantar um $ extra através de ferramentas online" 6
166 Direita "O subreddit da direita brasileira" 194
167 disco_bar "O sítio para onde deverão vir os vídeos e as imagens soltas que acabam habitualmente publicadas no disco-bar.blogspot.com" 10
168 dndPortugal "Uma sub dedicada a tudo sobre Dungeons & Dragons, de criação de mundos a homebrews, tudo em português" 37
169 DoctorRey2018 "Subreddit para apoiar o futuro presidente brasileiro" 1
170 dogecoinbr "Grupo de fomento ao dogecoin no Brasil" 6
171 dogecoinbrasil "Aqui é o lugar para reunir todos os interessados na nova moeda virtual baseada no Litecoin, o Dogecoin, que vem causando sensação desde seu aparecimento" 62
172 Doriana "Notícias sobre o prefeito de São Paulo" 4
173 DragonBallLegendsBR "Encontre tudo sobre Dragon Ball Legends totalmente em português e discuta com outros jogadores do Brasil" 9
174 droga "Discussão sobre drogas em português" 6
175 Eder 2357
176 ElCaminoDeSantiago 112
177 electronicapt "Comunidade de electrónica e FPGA em Portugal" 53
178 eletronica "Subreddit dedicado aos estudantes, hobbistas e qualquer pessoa interessada em entender melhor a magia por trás dos circuitos eletronicos" 17
179 emberwood 59
180 Empreendedor "Subreddit de empreendedorismo em português" 6
181 Empreendedores "Subreddit de empreendedorismo em português" 3
182 empreendedorismopt "Um espaço para discutir o empreendedorismo em Portugal" 1
183 Engenharia "Subreddit dedicada a discussão sobre assuntos relacionados a engenharia em português" 21
184 engenhariacivil "Discussão sobre Engenharia Civil" 78
185 engenhariaquimica "Essa comunidade é destinada a assuntos referentes a área da engenharia quimica" 27
186 EnoughNovoSpam 33
187 equilibrio "Um subreddit brasileiro dedicado ao crescimento pessoal e à busca por um estilo de vida saudável e equilibrado" 241
188 EscreviSaiCorrendo 1
189 esquerdabrasil "Este é um espaço para a discussão de ideias e dos ideais de Esquerda" 4
190 estilo "Um lugar para discutir tendências, hábitos, roupas, promoções, acessórios, modas e outros fatores que demonstram seu estilo de vida" 14
191 eu_nrdd "me_irl versão tuga" 2
192 eu_nvr_tuga "me_irl versão tuga" 29
193 eunvr 1
194 EuTavaLa "Apenas fanfics verídicas" 0
195 Exmormonportugues 72
196 fabricadenoobs "Canal Brasileiro voltado para computação" 2091
197 facebooktuga "oldpeoplefacebook mas em português" 0
198 faisca 1
199 FanficsdeEsquerda 4
200 farense "O Sub dos fãs do Sporting Clube Farense" 5
201 FCdoBrasil "Página para divulgar obras, sites de leitura com obras em português, além de conversarmos sobre o gênero aqui nas terras tupiniquins" 14
202 Felca "Felca do Youtube, o pewdiepie brasileiro" 9
203 FeminismoBrasil "Uma comunidade pras minas trocarem ideias sem serem hostilizadas pelos homens do reddit brasileiro" 240
204 FestivaisPortugal "Partilhar futuros festivais e experiências de festivais anteriores" 3
205 FFBRExvius "Sub em português para os jogadores de Final Fantasy Brave Exvius" 6
206 FicouGratis 1980
207 fifabrasil "Subreddit dedicado a comunidade brasileira do jogo FIFA, para todos os consoles e PC" 32
208 firefox_portugues "Ponto de partilha de informação e discussão sobre o navegador Mozilla Firefox, aqui se conversa e se informa a respeito desse navegador" 3
209 Fisicou "Sub criado com o objetivo de dialogar sobre ciências e afins" 72
210 FlamengoOficial "O subreddit do Mais Querido do Brasil" 39
211 fodase 1
212 Folclore "Reddit sobre o Folclore Português, partilha, discussão e divulgação da tradição portuguesa" 3
213 ForniteBR_Portugal "Um sub-reddit dedicado ao FortniteBR tudo em português, com o objetivo de aproximar a comunidade portuguesa, e ajudar no que for preciso" 1
214 fortniteportugal "Um sub-reddit para discutir sobre Fortnite (PvP e PvE) em Português" 4
215 FrancisMartins 83
216 freelancerspt "Um sub para freelancers Portugueses para discussões relevantes em Português" 117
217 freelasBR "Subreddit destinado a oportunidades, informações e perguntas para Freelancers e Profissionais Autônomos no Brasil" 44
218 futebolamericano "Notícias e conteúdo sobre ligas oficiais como NFL e CFL em português" 1
219 futebolantigo "Subreddit direcionado a discussões sobre campeonatos antigos e times do passado do futebol" 1
220 futebolbrasil "Subreddit direcionado a discussões sobre o Brasileirão e a Copa do Brasil" 1
221 futebolemportugal "Local de discussão civilizada, ou talvez não, sobre futebol em Portugal" 50
222 G0ularte "Um subreddit criado para os inscritos conversarem, mandarem ideias, memes, etc" 13254
223 Galiza 760
224 GalizaCarallo 3
225 gamerbrasil "Subreddit dedicado ao Gamers Brasileiros" 51
226 gauchosBR "Um sub para tudo e todos do grande estado do Rio Grande do Sul" 34
227 Geaaaaaaaaaaada 1
228 GeekBR "Aqui é onde essa grande massa geek brasileira que só cresce a cada ano pode compartilhar notícias, imagens, textos, e etc" 29
229 geopolitica "Espaço para discussões de geopolítica e política internacional" 345
230 gerir_pequeno "Empreendedorismo, Micro-empresas e divulgação" 2
231 gestao 1
232 glpi_brasil 101
233 godot_brasil "Comunidade para os brasileiros interessados em estudar e tirar dúvidas sobre Godot Engine" 85
234 GTAorBrazil 392
235 heraldica "Tudo o que seja relacionado com escudos, brasões de armas e heráldica em geral" 7
236 hfm "Hoje fiz merda" 23
237 HistoriaBr "Subreddit para conversar sobre assuntos de História (com H maiúsculo, por isso a ciência), em português do Brasil de preferencia" 34
238 HoraDaComida "Sub dedicado para compartilhar receitas feitas por vocês próprios ou belas comidas compradas por vocês" 42
239 humorpt 2
240 humortadela 2
241 Ibipora "Sub da cidade de Ibiporã / PR" 1
242 IMPAVIDOCOLOSSO "Nação gloriosa de belezas naturais" 59
243 Impressao3D "Comunidade para discutir sobre impressoras 3D, dicas, técnicas, além de falar sobre modelagem e assuntos afim" 26
244 InClubMaster "Aqui divulgaremos notícias sobre projetos e campanhas do InClub do colégio Master" 1
245 intercambio 8
246 INTESTINOIRRITADO 16
247 introvertidos "Reddit sobre introversão em português" 2
248 investir 12
249 IsabeliFontana 285
250 ISPsPortugal "Um lugar para discutir apenas artigos relacionados com os operadores de telecomunicações de Portugal" 4
251 jamorim "Os melhores vídeos da internet gaucha e brazileira" 25
252 JeanWyllys 0
253 Joinville 6
254 jovemnerd "Revivendo esse subreddit ligado ao mundo Jovem Nerd: Nerdcast, Nerdplayer, MatandoRobosGigantes, NerdOffice NerdStore... Etc" 749
255 KaikerTV "Deixe Memes para o canal do Kaiker" 20
256 Kaskaria "Seu repositório diário de memes, vídeos engraçados e outras coisas sem utilidade" 3
257 KetoPortugal "Como seguir uma dieta Keto em Portugal" 45
258 lageball 1
259 Lagoa "Um subreddit para tudo e mais alguma coisa relacionado com Lagoa, Algarve, um lindo município do sul de Portugal" 1
260 LeagueofLegendsBR 99
261 letsplaypt "Um subreddit dedicado a let's plays (gameplays comentados) feitos no idioma português com o intuito de reunir links úteis, feedback e aumentar a interação com outros let's players" 2
262 libertarios "Bem-vindos Libertários de Portugal" 5
263 ligadoscampeoes "Subreddit direcionado a discussões sobre a UEFA Champions League" 1
264 linksfilmesonline "Comunidade brasileira para pedir ou compartilhar links de filmes online, de preferência filmes legendados e também algumas séries" 12
265 linux_portugues "Esse é um subreddit para interessados em informação relacionada a GNU/Linux" 20
266 LisboadeBorla 7
267 literati "Subreddit de programação e desenvolvimento de sistemas em português" 3
268 LiteraturaPortuguesa "Um local para partilhar escritores em português, seja em prosa ou em verso" 109
269 livrosdeportugal "Um subreddit para discutirmos livros em Português de Portugal" 1
270 LoLBR 26
271 lolportugal "Subreddit em português e para portugueses sobre League of Legends" 8
272 londrina "Velas, choros, lamentações e poesias a respeito de Londrina/PR" 39
273 loylinha "Subreddit da layla" 885
274 LugardeIdeias "Um lugar para refletir, questionar e debater" 41
275 LuizPhilippe "Em apoio ao nosso Dep. Federal Luiz Philippe de Orléans e Bragança" 1
276 luso 1
277 lusowiki "O melhor espaço para a partilha de tudo o que é lusófono e para ajudar quem estuda esta área" 30
278 Luxemburgo "Um subreddit em português dedicado à atualidade luxemburguesa" 3
279 macae 3
280 mamaspapasbebes "Reddit de apoio ao site "Ser Pai é..." e local de discussão de ideias acerca da Paternidade / Maternidade" 3
281 Manaus "Sub dedicado a cidade brasileira de Manaus, capital do maior estado do Brasil, Amazonas" 158
282 MancheteCorrigida "Inspirado na iniciativa gringa do HeadlineCorrections, o Projeto de Correção das Manchetes Fake News nasceu para combater as mentiras e engodos da Grande Mídia" 88
283 mandanudes 67
284 maquiagembrasil "Não limitado para apenas marcas brasileiras, mas um espaço para discutir maquiagem e cosméticos em português (br)" 3
285 Marinho 4
286 MariParaiba 533
287 marketplacebr "O espaço para discussões sobre a venda em marketplaces no Brasil" 4
288 MaseoPT "Aqui são postados prints de brasileiros tentando justificar as ações de certos políticos enquanto cita o PT ou o Lula" 15
289 mattayahu 2052
290 mau_pm_nao_propina "Histórias de abuso policial incluindo: abuso de poder, corrupção e outras desgraças em estados policiais em expansão" 32
291 mbtipt "Discussões sobre a classificação tipológica de Myers-Briggs e outros relacionados" 0
292 MCKevinho "Sub dedicado do hitmaker MC Kevinho" 3
293 Mecatronica "Para o aprendizado e discussões sobre Mecatrônica em português" 2
294 Medianeira "Cidade de Medianeira / PR" 1
295 memesinspiradores "Inspirado no wholesomememes, um sub para postar memes inspiradores, saudáveis, gentis e incríveis" 217
296 MemesPrimeiraLiga "Memes e shitposts do Futebol Português" 197
297 MemesUmidos "Tipo o dankmemes mas com menos graça" 2
298 Mensagemdeaniversario "Lindas mensagem de aniversário para você compartilhar e curtir com suas amigas e amigos" 1
299 mercados "Sub dedicado à partilha de notícias/opiniões sobre mercados, finanças, empresas e economia" 5
300 merdapostagem 30
301 mlsfutebol "Subreddit direcionado a discussões sobre a Major League Soccer (MLS)" 2
302 modacomtesao "Moda em português aqui no Reddit" 4
303 mormonsud "Sub para membros, amigos e curiosos a respeito da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos dias (aka 'Igreja Mórmon')" 2
304 motivacionais "Vem ler, commentar, copiar, ou republicar, os nossos maravilhosos pósters motivacionais" 1
305 MPB 61
306 msd 5
307 mudarportugal "Falar aqui de propostas construtivas para mudar portugal" 101
308 mudeminhaopiniao 127
309 Mulher "Tudo relacionado ao universo feminino em português" 6
310 mulherdepau 61
311 mundialdeclubes "Subreddit direcionado a discussões sobre o Mundial de Clubes da FIFA e a antiga Copa Intercontinental" 1
312 naoecebola 1
313 NaoSalvo "O primeiro subreddit não-oficial para leitores e ouvintes do NãoSalvo" 136
314 nbabasquete "Subreddit direcionado a discussões sobre a National Basketball Association (NBA)" 1
315 NBAPortugal "Espaço para discussões e partilha de notícias relacionadas com a NBA" 23
316 nerdice "Tudo sobre o universo nerd e geek na internet" 1
317 NewsBahia "Só noticias da Bahia" 27
318 NewsBrasil "Noticias dos jornais online do Brasil" 409
319 Neymar 362
320 nflesuperbowl "Este subreddit é direcionado a discussões sobre futebol americano" 1
321 nomadaspt "Quando já não sabes de onde és e o planeta é a tua casa" 1
322 Nordeste "Orgulho de ser nordestino" 6
323 NoticiasBrasil 44
324 NoticiasPT "Notícias em Português" 1
325 Nova_Economia 2
326 Novidades "Adicione o seu WebSite ao nosso directório" 3
327 novismo "Movimento onde ponho minhas anotações como historiador" 3
328 O_Marcelo 1
329 Observatorio "Ambiente em língua portuguesa para astrônomos amadores, fãs de astronomia, curiosos, estudantes, professores e profissionais da área" 1
330 OffDutyBrazilianCop 16971
331 offdutycopinbrazil 91
332 Olavo_de_Carvalho 2
333 oSul "Apenas coisas relacionadas ao Sul" 1
334 ourem "Ourém é um município português pertencente ao Distrito de Santarém" 1
335 pacotedeprincipiante "Poste Starter Packs em português" 64
336 paetesao 3
337 PaoDeQueijo 2
338 Paraiba 5
339 partidonovo 9
340 PastaPortuguesa 877
341 PastorPreso "Coletânea de notícias de pastores sendo presos por caixa dois, molestar crianças e mulheres, perversões, entre outros crimes bizarros que eles sabem cometer melhor do que ninguém" 1
342 PatriaAmada 16
343 paunocu 3
344 PauNoCuDosCorreios 18
345 pbeBrazil2014 2
346 pbeBrazil2016 20
347 PENSOLOGOSOU "Arquivo de notícias, entrevistas, documentários, artigos de opinião, artigos científicos, livros e teses académicas relacionadas com as temáticas da Política das Drogas em Portugal" 44
348 pequenasempresas "Subreddit brasileiro para discutir ideias e problemas de micro e pequenas empresas" 1
349 perolasdofacebook "O melhor da internet brasileira" 3
350 personalfinancebrasil 5
351 personalfinancebrazil 2
352 petropolis 7
353 piadapronta 1
354 Piaui 5
355 PilulaVermelha "Comunidade em português baseada na de língua inglesa 'The Red Pill'" 37
356 pimenta 2
357 Pipoca "Loucos por filmes e séries" 21
358 PizzaComAnanas 5
359 placas "Fotos de placas" 10
360 PocketManBad 3
361 PodcastUbuntuPortugal "Podcast da comunidade portuguesa de Ubuntu" 8
362 PokerBrasil "A primeira comunidade brasileira e em português sobre Poker" 28
363 polemicas "Subreddit em português criado para discutir assuntos polêmicos sem qualquer tipo de censura" 74
364 polemicas2 "Backup do polemicas" 1
365 poliamor "Este é um lugar de amor livre. Vamos debater sobre nossas dificuldades e realizações poliamoristas" 62
366 PoliticaMundial "Uma comunidade voltada aos assuntos políticos, econômicos e filosóficos, com o intuito de reunir pessoas diferentes com pensamentos diferentes para que possamos discutir e debater sobre o mundo a nossa volta" 10
367 pontoXbr "Comunidade em português para aqueles que gostam de fazer o trabalho, seja próprio ou comercialmente" 1
368 popbrasil 6
369 portela "Portela de Sacavém" 17
370 Portgueis "Igual ao Engrish, mas com português" 19
371 PortoSexDating 20
372 Portugalia "Sub-Reddit para todos os portugueses à volta do mundo" 3
373 portugalliberal "Um espaço de discussão positiva e objectiva mas com a missão de tornar Portugal mais liberal" 59
374 PortugalNostalgico "O melhor (ou o pior) que já passou por Portugal" 1
375 PortugalPsicadelico 1
376 portugaltech 1
377 Portuges "Igual ao Engrish, mas com português" 2
378 preocupados 4
379 Preto 1
380 primeiraligamemes "Memes e shitposts do Futebol Português" 0
381 privacidade 21
382 ProducaoMusical "Essa comunidade tem o intuito de unir os produtores musicais brasileiros para uma troca de experiências, dicas, ferramentas e mais coisas voltadas a produção musical" 37
383 programacao "O subreddit programacao é destinado para toda a comunidade de programadores que falam a língua portuguesa" 683
384 projeto "Comunidade de discussão sobre diretrizes para uma nova cidade, baseada na igualdade de pessoas, conservação ambiental e promoção da inovação tecnológica e científica" 7
385 ProjetoHumanos "Projeto Humanos é um podcast que busca explorar um formato ainda pouco explorado no Brasil, o storytelling, popularmente utilizado em podcasts dos EUA, tais como Radiolab, This American Life e Serial" 2122
386 psdb 1
387 PsicologiaBR 177
388 PTchan 40
389 PUCRJ "Reddit destinado à Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro" 3
390 pythonbr "Subreddit sobre a linguagem de programação Python, em português do brasil" 75
391 Quadrinhos "Seu ponto de encontro para notícias e descoberta de HQ, Comix, Graphic Novels‎, Charges e mídia geeks em geral" 36
392 racionalidade "Uma comunidade de racionalidade aplicada em Português" 24
393 RainbowSixBrasil 4
394 Rapadura 1
395 rasil "Visite o /brasilivre" 1
396 rbrasil "Subreddit para notícias e discussão de assuntos relacionados ao Brasil" 146
397 Receitas_LowCarb 1
398 recomendo "Sub para compartilhar recomendações de produtos, serviços e qualquer outra coisa que valha a pena" 1
399 RedditMithrilBot 2
400 RedeGlobo 2
401 reinaldoazevedo 4
402 ReinosEsquecidos 2
403 relacionamentos "Chegue ai e conte o seu problema" 5
404 Reliquias 2
405 retrogaming_br "Um subreddit em português sobre os consoles e jogos da era de ouro dos videogames" 94
406 RockInRioBrazil 5
407 rodellus "Junta-te ao movimento e faz parte desta mudança" 1
408 rolesdodaciolo "Rolês do Cabo Daciolo" 25
409 rolesdoronaldinho "Rolês do Ronaldinho Gaúcho (R10) pelo mundo" 648
410 RonaldinhoSoccerCoin 14
411 ronaldo 635
412 Roraima 2
413 rubronegro 29
414 Ruilhe "Assuntos sobre Ruilhe" 1
415 sapucai 12
416 SaraSampaio 3935
417 segurancainformatica "Notícias de segurança informática em Português" 9
418 SelecaoPortuguesa "Subreddit dedicado a todos os escalões da seleção portuguesa de futebol" 1
419 semanasdemoda 5
420 SemCensura "Comunidade dedicada ao 'Sem Censura', programa de entrevistas exibido pela TV Brasil" 15
421 SerGamer "Ser gamer, ser um jogador" 4
422 SexoBR "Uma comunidade destinada a discussões que dizem respeito a todos os tipos de dúvidas/práticas relacionadas ao sexo e relacionamentos" 117
423 shieldbr "Página em português dedicada à entretenimento e notícias sobre a série Marvel's Agents of S.H.I.E.L.D" 2
424 sigaopolitico "Um guia para te ajudar a acompanhar os seus representantes políticos nas redes sociais" 3
425 SLB 5
426 slBenfica 28
427 soccerPT "Futebol em Português" 5
428 sociedade "Esse é um subreddit destinado para a discussão de assuntos pertinentes à sociedade brasileira" 37
429 Solteiros "Local para solteiros e solteiras se descobrirem, conversarem" 64
430 SouthAmericaMemes 828
431 SpamGenericoPT "Posta aqui, que assim ninguém vê nem se chateia" 2
432 SPQAM "O Senado e Povo de Arstotza Magna é uma miccronação fundada no dia 18 de março de 2017, pelo imperador Caesar Vulpes Petrus Machadus" 1
433 stackunderflow "Poste algo útil para desenvolvedores" 52
434 startups_pt "Discussão sobre o mundo das startups em Portugal" 2
435 StateofRiodeJaneiro 28
436 sucodedornosossos 10
437 suicidiorelogio "https://www.cvv.org.b" 2
438 SupercarrosPortugal "Aqui podem pôr todos os carros raros ou invulgares que encontrarem" 12
439 Tapioca 6
440 TarantinoPTBR "Comunidade em português sobre o diretor, ator, roteirista e produtor Quentin Tarantino" 2
441 Taubate "Sugestões para o cidadão de Taubaté e região" 5
442 tema_de_base_preta "Aqui temas para ambientes gráficos cuja sua cor base seja a cor preta" 2
443 terapia 2
444 teste1323323 1
445 TesteSporting 3
446 the_adenor "Este sub é uma homenagem singela a Sua Autoridade Campal, Dom Tite I, Treinador Fenomenal e Defensor Perpétuo do Joga Bonito e à trupe que trará a taça de Didi, Garrincha, Pelé, Romário e Ronaldo de volta ao lar" 300
447 the_bolso "Subreddit dedicado a troca de informações, notícias e discussões sérias sobre a candidatura de Jair Bolsonaro para a Presidência do Brasil nas eleições de 2018" 1
448 timecircojeca 6
449 TioDoBemEstar 1
450 titulodopalmeiras "Títulos recentes do palmeiras" 2
451 Tocantins 7
452 TodosContraOArtigo13 1
453 Tomar "Tomar é uma cidade portuguesa" 4
454 transbr "Um lugar para discutir tudo relacionado a comunidade trans brasileira" 418
455 transumanismo "Sub lusófono para discussão e compartilhamento sobre transumanismo" 2
456 trashyBrazil "Um recorte da sociedade mau caráter, imunda e irresponsável que temos no Brasil de 2019" 14
457 TrocaIniciais "Um subreddit onde podes divertir-te a trocar iniciais" 1
458 TrocasPKMBrasil "Subreddit em português para facilitar os brasileiros, e quem não consegue se expressar bem em inglês" 6
459 TropicalRussians 81
460 tugao "Subreddit sobre futebol" 2
461 TVIPortugal 4
462 TwitchBrasil "Subreddit feito com a intenção de discussão em português de qualquer assunto exclusivamente sobre Twitch ou streaming em geral" 6
463 UFES "Subreddit da Universidade Federal do Espírito Santo" 18
464 ufpr 4
465 ufrgs "Para alunos, professores ou funcionários da Universidade Federal Do Rio Grande do Sul" 25
466 UFSC 139
467 ufscar "Subreddit da Universidade Federal de São Carlos" 13
468 Umbanda 20
469 unb_brasilia "Subreddit para a Universidade de Brasília" 25
470 unexpectedRicardo 94
471 Unicamp "Um canal para noticias e bate papo amigável sobre uma da mais bem conceituada universidade da América Latina" 220
472 UNIFESP 2
473 UnivAveiro "Subreddit não-oficial da Universidade de Aveiro" 3
474 unix_porno_portugues 27
475 uouuuuxi "Versão em português do woooosh" 0
476 UTFPR "Subreddit sobre a Universidade Tecnológica Federal do Paraná, antigo CEFET-PR" 40
477 Vermelho 1
478 vidadigital "Um guia prático para resolver seus problemas digitais" 3
479 VidaSaudavel "Subreddit para pessoas que desejam compartilhar informações e dúvidas sobre qualidade de vida" 4
480 videojogo "Lugar dedicado a videojogos em português" 1
481 VideosEmPortugues "Um subreddit para videos em português" 38
482 VideosPT "Um subreddit para videos em português" 6
483 VIGO "Porta do Atlántico e feudo de Abel Caballero" 93
484 ViraLataComplexo "Coletânea de perolas daqueles que sofre de Complexo de Vira-Lata pela Web" 2
485 virjao 1
486 vitoriaES "Um dia essa comunidade terá vários capixabas" 37
487 WhiskyBrasil "Grupo sobre Whisky em Português" 1084
488 WordPressBrasil "Esse subreddit é dedicado a assuntos relacionados com WordPress em português" 20
489 xiaomibrasil "Comunidade brasileira de usuários da Xiaomi" 4
490 Xuxa 2
491 ytmv 16
492 zico10 "SubReddit dedicado ao Zico, maior jogador da história do Clube de Regatas do Flamengo" 13
493 zika_pt 14
494 ZonaBrasil "Um subreddit em Português de postagem livre, estilo 'doa a quem doer'" 15

Flairs

nome condição de funcionamento
ativo automatizada
novo automatizada
reativado descontinuada
inativo automatizada
sem moderação automatizada
internacional descontinuada

Multireddits

novos
m/emportugues7
m/emportugues8
m/emportugues9
m/emportugues10
m/emportugues11

Lançamentos

nome funcionalidades básicas repositório
Auto-moderador verifica todas as postagens e comentários; remove postagens que não seguem regras básicas do sub; comenta informando a respeito da regra desrespeitada e notifica a equipe de moderação. link
Robô verifica todas as postagens do sub diariamente; posta um comentário fixado com informações sobre o sub linkado em cada postagem; registra o nome de cada sub linkado, comentário feito e postagem analisada no servidor; atualiza os comentários salvos com informações recentes sobre cada sub; verifica a situação de cada sub salvo e atualiza flairs e marcações NSFW de postagens quando necessário; verifica as postagens recentes e remove postagens com links para subs já listados. link
Crawler carrega e confere a lista salva no servidor diariamente, remove subs banidos ou privados da lista e registra no servidor; coleta informações de todos os subs listados e registra todos dados coletados de cada sub listado de forma compacta no servidor. link
Site carrega uma série de recursos e forma a tabela; carrega os dados sobre todos os subs listados salvos no servidor; formata os dados salvos e exibe no endereço emportugues.org uma tabela com informações sobre cada sub linkado em postagens no sub; permite filtragem dos dados por meio de buscas e fornece links relevantes para usuários. link
Aplicativo carrega os dados sobre todos os subs listados salvos no servidor; formata os dados salvos e exibe em dispositivos Android uma tabela com informações sobre cada sub linkado em postagens no sub; permite filtragem dos de dados por meio de buscas e fornece links relevantes para usuários. link
Mais informações sobre os lançamentos na wiki.

Novidades

Esta compilação deveria ter saído há semanas, porém muita coisa aconteceu desde a apresentação do sub em fevereiro de modo que até o compromisso semestral deve ser alterado por conta dos produtos da colaboração com u/6-bit que inspirou o desenvolvimento e criou os códigos fundamentais para toda essa gambiarra funcionar.
Não é tanto, mas foram seis meses trabalhando remotamente no tratamento de dados dos subs listados para lançarmos agora um site e um aplicativo para Android com o banco de dados de subs em português ou sobre cultura lusófona com mais informações do que as tabelas destas compilações e atualizados diariamente graças a um crawler; aqui também aproveitamos para apresentar u/BoEmPortugues para cuidar do sub junto com u/AutoModerator.
Pedimos paciência por parte de vocês ao usarem estas ferramentas porque elas acabam de ser apresentadas, então começaremos a tomar conhecimento de uma série de erros e comportamentos inesperados daqui pra frente; para saber mais sobre o funcionamento e ajudar na manutenção, visitem a nossa organização no GitHub.
Com esses códigos abertos também incentivamos a participação da comunidade lusófona do Reddit no aprimoramento dessas ferramentas e adoraríamos contar com a colaboração de redditors que tenham interesse e competência para colaborar com programação, design, tradução etc.
E não podemos deixar de dizer que ficamos contentes pelo crescimento do sub durante esses meses e agradecer pela confiança; esperamos que a automatização de várias tarefas dentro e fora do sub bem como a administração de dados de quase 1000 subs lusófonos possa melhorar a função principal do EmPortugues que é dar visibilidade a outros subs que falam a nossa língua no Reddit durante o início da era das máquinas.
⟵ 1ª compilação com 503 subreddits tabelados em fevereiro de 2019
submitted by JorgeAmVF to EmPortugues [link] [comments]


2018.03.14 12:50 realsomospolvo La razón por la que Bitcoin Cash importa, Derek Magill

¿Por qué Bitcoin Cash importa cuando existen criptomonedas como Litecoin, Dogecoin y docenas de otras altcoins que funcionan rápidamente con tienen tarifas bajas? [1]
Esta es una pregunta que veo todos los días de alguna forma en Twitter o Reddit. Creo que, en el peor de los casos, viene de personas que quieren socavar Bitcoin Cash. Saben que las otras monedas no son una amenaza para Bitcoin Core y entienden que señalar a Bitcoin Cash como una "altcoin" le causaría un gran daño social. Pero también hay personas que realmente malinterpretan la naturaleza y la importancia de los debates sobre Bitcoin Cash y Bitcoin Core. Estoy escribiendo este ensayo para ellos.
Aunque creo que hay una serie de razones por las que deberíamos creer que Bitcoin Cash es la mejor opción, incluidos las tarifas y los tiempos de transacción, creo que centrarme demasiado en ellos sería caer en una distracción. Cuando comencé a interesarme por Bitcoin Cash, estaba pensando en eso. Para mí, la cuestión de los altos honorarios y las tarifas bajas era muy importante. [2]
Ahora creo que Bitcoin Cash es más importante que cualquier otra criptomoneda, pero por algo más importante que las tarifas de transacción y la velocidad. Para entender esto, necesitamos entender qué pasó con Bitcoin Core, anteriormente el proyecto de criptomonedas más exitoso de todos los tiempos, que inició todo este debate. Cita de Mike Hearn:
"¿Por qué ha fallado Bitcoin? Ha fallado porque la comunidad ha fallado. Lo que se suponía que era una nueva forma descentralizada de dinero que carecía de "instituciones sistemáticamente importantes" y "demasiado grande para quebrar" se ha convertido en algo aún peor: un sistema completamente controlado por un puñado de personas. Peor aún, la red está al borde del colapso técnico. Los mecanismos que deberían haber evitado este resultado se han roto, y como resultado ya no hay muchas razones para pensar que Bitcoin en realidad puede ser mejor que el sistema financiero existente."
Bitcoin Core no falló por ninguna razón técnica. Como escribió Hearn, "falló porque la comunidad falló". Cualquiera que le diga lo contrario está mal informado o está mintiendo. Durante gran parte de la historia de Bitcoin, se entendió que Bitcoin podría escalar en cadena para todo el mundo. Se suponía que el tamaño de bloque de 1 MB era una medida temporal que se levantó hace mucho tiempo, pero a través de una combinación de censura, subversión, calumnia, robo y propaganda,el límite de 1 MB nunca se levantó y la oposición fue silenciada. Como dijo Mike Hearn, Bitcoin se convirtió en "un sistema completamente controlado por un puñado de personas". Estas personas han forzado un límite de tamaño de bloque artificial en Bitcoin Core que impide escalar y que en 2017 llevó a la creación de Bitcoin Cash.
Bitcoin Cash no intenta responder a la pregunta de si Bitcoin puede escalar en cadena o no. Sabemos que puede hacerlo, al igual que Satoshi y todos los demás que trabajaron en el proyecto en los primeros días. Aquí es donde las personas que promueven otras monedas sobre Bitcoin Cash pierden la marca en particular. El debate sobre el tamaño de bloque es una función de un problema mayor. Alexander Hamilton escribió antes del estallido de la revolución estadounidense que era un error pensar
"que nuestro concurso con Gran Bretaña se basa enteramente en el pequeño deber de tres peniques por libra en té de la India Oriental, mientras que todo el mundo sabe que se basa en esta interesante pregunta, si los habitantes de Gran Bretaña tienen derecho a disponer de las vidas y propiedades de los habitantes de América, o no."
También es incorrecto y trivial pensar que toda la cuestión de Bitcoin Cash se basa en el tamaño de los bloques. Bitcoin Cash es importante porque intenta responder si un proyecto blockchain puede sobrevivir siendo cooptado desde dentro o no. ¿Puede un proyecto estar protegido por un Remanente [3] de actores honestos plantando cara ante los malos que han obtenido el control? Esa es la pregunta real sin respuesta y creo que es la pregunta más importante sobre la criptomoneda hoy. Ninguna otra moneda tiene la oportunidad de hacer eso y no debemos permitir que se olvide en las discusiones de tamaño de bloque.
Entonces, si te preguntas por qué Bitcoin Cash importa entre todo un mundo de altcoins, esta es una gran razón. El hecho es que si Bitcoin Cash falla, eso no es un buen augurio para el resto de la industria de las criptomonedas. Significaría que cualquier proyecto que gane suficiente tracción está abierto a ser secuestrado por los mismos medios que Bitcoin fue secuestrado antes: censura, mentiras, propaganda, robo, calumnia y masas de idiotas útiles sin escrúpulos.
Sin embargo, si Bitcoin Cash tiene éxito, como creo que será, sienta un precedente para el futuro. Su existencia y éxito será una póliza de seguro que recordará a los malos actores que un proyecto puede bifurcarse y lo hará si se desvía de su intención original. Como Taylor Pearson escribe, el futuro de la sociedad es
"...definido por bifurcación. El equilibrio entre voz y salida se inclinará hacia la salida. Las apelaciones a la autoridad (y tal vez violencia) serán reemplazadas por bifurcación. Si no está de acuerdo con una decisión, puede bifurcarse en una nueva cadena de bloques".
Esto es lo que hemos hecho al bifurcar Bitcoin Cash y veremos si puede ser un control eficaz contra la subversión orwelliana de un proyecto o no.
¿Quieres apoyar los trabajos de Derek? puedes hacer donaciones en BCH aquí.
Notas del pie de página:
[1] Si quieres ejemplos, solo di algo positivo sobre Bitcoin Cash en Twitter.
[2] Todavía es muy importante, por supuesto. Las tarifas bajas y las transacciones rápidas en la cadena son esenciales para la experiencia del usuario y la adopción. Recomiendo Maybe High Fee Coin es una idea realmente estúpida de Ryan X. Charles.
[3] Utilizo el concepto de El Remanente porque creo que se aplica muy bien a la comunidad de Bitcoin Cash. "Los Remanentes son aquellos que por la fuerza del intelecto son capaces de aprehender estos principios, y por la fuerza del carácter son capaces, al menos mensurablemente, de adherirse a ellos. Las masas son aquellas que no pueden hacer ninguna de las dos cosas. "- Albert Jay Nock en el Isaiah's Job
Traducido por @somospolvo
submitted by realsomospolvo to Bitcoin_espanol [link] [comments]


2017.08.15 01:39 metalcyborgkiller Algunas consideraciones al artículo de Juan Carlos Monedero sobre Venezuela realizadas por nuestro compañero de Podemos Jose Manuel González

Jose Manuel González 1 h ·
IMPERDIBLE ARTICULO DE JUAN CARLOS MONEDERO QUE SUSCRIBO EN CASI SU TOTALIDAD Y AL QUE APORTO ALGUNAS CONSIDERACIONES QUE CONSIDERO NECESARIAS Y QUE COMPARTO CON USTEDES
Muy buen artículo de Juan Carlos Monedero que por supuesto tiene más repercusión mediática ( por su prestigio intelectual y político) que lo que yo vengo escribiendo de una forma más modesta en todos los muros y redes en Defensa de la Revolución Bolivariana.
Por supuesto que mis lectores habituales en las redes, no pertenecen a ese sector de nuestro pueblo al que reiteradamente fustiga Monedero con:" hay gente que les cree" en este artículo.
Algunos (por lo informado que os tengo sobre Venezuela) pensareis que algunas apreciaciones se las he dictado yo😂😂😂 nada de eso, son simples coincidencias que demuestran (que al igual que yo), Juan Carlos tiene una magnífica y directa información sobre este tema.
Incluso viene exponiendo lo que nos jugamos los pueblos en Venezuela (y al igual que yo) compara la guerra mediática con la España del 36 y con el chile del 73
POR ESO QUIERO APORTAR ALGUNAS PUNTUALIZACIONES QUE CREO NECESARIAS Y ALGUNAS DISCREPANCIAS, (DESDE MI CARIÑO Y ADMIRACIÓN AL COMPAÑERO) A ESTE MAGNIFICO ARTICULO, QUE SUSCRIBO CASI EN SU TOTALIDAD Y QUE COMPARTO CON USTEDES
A estas 11 tesis que expone Juan Carlos Monedero en este imperdible artículo, creo (desde mi punto de vista) que le ha faltado aclarar algunos temas suficientemente y que no ha abordado quizás por no hacerlo demasiado largo.
Por esto desde mi modesta opinión, quiero puntualizar alguna cosas (a modo de complemento a este artículo) así como algunas pequeñas discrepancias desde mi respeto y admiración por mi compañero en Podemos.
Para ello voy a abordar punto por punto, algunas de sus tesis y mi aportaciones a estas:
En la tesis número 3 escribe Monedero:
"Maduro heredò...tras la caida de los precios de petroleo...."
Pienso que está caída, forma parte de la guerra económica desatada contra Venezuela y fue provocada por el imperio yanky ,lo mismo que provocó la caída del cobre, durante el gobierno de Salvador Allende y esta vez lo hizo (como siempre) utilizando a Arabia Saudita como "esquirol" que se lanzó a aumentar la producción de "motus propio"violando los acuerdos de la OPEP.
También creo que a estas alturas no cabe referirse a : "....la muerte de Chavez".... sino a la desaparición de Chávez, ya que hoy existen numerosas e irrefutables sospechas de que fue asesinado por el imperio y fundamento esta apreciación en las siguientes preguntas:
¿ Es casual que se desataran al mismo tiempo numerosos cánceres en presidentes de gobiernos progresistas de América Latina, tales como en Hugo Chavez (este según los médicos cubanos que le trataron fue extrañamente galopante) en ell presidente de Brasil: Luis Ignacio Lula, en el de Paraguay: Fernando Lugo, o en la presidenta de Argentina: Cristina Fernández de Kirchner?
Está última llego a declarar, que al farmacéutico al que ella solía acudir, le habían llamado desde la embajada yanqui en Buenos Aires para ver qué tratamiento estaba siguiendo.
¿Porque cuando la delegación de Chávez acude a la Asamblea General de Naciones Unidas,en el aeropuerto de Nueva York, le retuvieron dentro del avión presidencial a toda su delegación dejando bajar solo a el y ni siquiera a su médico personal?
¿Porque el edecán personal de Hugo Chávez, vive como testigo protegido en Estados Unidos???
Creo que cuando escribe: "se debilitó el lazo con Estados Unidos creándose la Unasur y la CELAC".... debería haber mencionado también a Petrocaribe, CARICOM y la que más le dolió al imperio (según mi punto de vista) La Alternativa Bolivariana para las Américas (ALBA) integrada por los gobiernos mas revolucionarios y antiimperialistas del continente y la prueba está en que el primer golpe de Estado qué programa el imperio bajo la presidencia de Obama, fue en Honduras contra el presidente Mel Zelaya, para que este país abandonase el ALBA.
En la tesis número 4,Juan Carlos Monedero dice: " ...las importaciones, los dólares preferenciales o las dificultades para frenar la corrupción, que desembocan en el desabastecimiento..."
Pienso que además de éstas, la principal causa del desabastecimiento (desde mi punto de vista),es la brutal guerra económica a qué sigue sometida Venezuela, por lo tanto creo, que debería de haber citado, que una de las causas del alza de los precios, es el acaparamiento por parte de las empresas distribuidoras,como por ejemplo: La POLAR (la mayor distribuidora en Venezuela),pues no debemos olvidar, que gracias a la inteligencia Popular Bolivariana, se descubrieron varios galpones(almacenes) clandestinos en todo el territorio, con varias toneladas de alimentos y otros artículos de primera necesidad, y todos sabemos que una ley básica del comercio, es que la escasez de productos,conlleva al alza de los precios.
Por otra parte, lo mismo que cita algunos ejemplos de problemas "mal resueltos por Maduro"....., creo que hay que citar también, los aciertos de éste en esta guerra económica, como:
La creación de los Comités locales de abastecimiento y producción (CLAP) qué es una medida revolucionaria, basada en el trabajo de las comunas, que producen y distribuyen sus productos entre el pueblo y entre las que debemos destacar: el CLAP pesquero, qué ya en 2016 distribuyó más de 650 toneladas de pescado en el país, o los CLAP textiles, que se encargan de confeccionar uniformes escolares o los agrícolas etc.
O el cierre de la frontera con Colombia, (que se vio obligado a abrir por presión del gobierno de ese país y en aras de buena convivencia y vecindad)que desde mi punto de vista se debía de haber mantenido hasta hoy, para evitar el sangrado económico de Venezuela por la especulación y el contrabando de las mafias pagadas por las distribuidoras de gasolina Colombianas, llevándose esta de Venezuela a bajo precio con fines especulativos.
En cuanto lo que escribe: "Maduro supo reeditar el acuerdo "Cívico-militar"..... "y que es la existencia de Estados Unidos como Imperio es lo que ha construido el Ejército venezolano"...
Aquí discrepo de mi amigo Juan Carlos Monedero, porque otros países del continente han sufrido más agresiones de Estados Unidos (a lo largo de su historia) qué Venezuela y sus ejércitos continúan siendo de extracción elitista y proclives al golpismo, solo en Bolivia (en el siglo XX) hubo 56 golpes de estado y en Brasil 10 por poner algunos ejemplos.
Para mí la diferencia (como ya he escrito varias veces) entre el Ejército Bolivariano y los demás ejércitos de América Latina, estriba en que éste es el único que no ha pasado por las Escuelas de las Américas de Panamá, dónde los Yankees (con asesores de la Alemania nazi) instruían a cuadros militares del continente en el golpismo,en la lucha contrainsurgente, en las torturas, asesinatos y desapariciones de líderes sociales. Ejemplo el asesinato del Che.
Además la mayoría de los cuadros del Ejército Bolivariano, no proceden de élites oligárquicas o burguesas, como los del resto del continente y la es que Hugo Chávez era hijo de maestros de escuela y el traidor Raul Baduel (ex-general) hijo de un betunero.
En cuanto lo que dice Juan Carlos Monedero:
" y por eso es aún más patético escuchar al demócrata Felipe González pedir a los militares venezolanos que de un golpe contra el gobierno de Nicolás Maduro"
Yo digo que eso es coherencia política pues a los que le conocemos bien (desde que estaba estudiando Derecho) no nos ha engañado nunca
Ya que este elemento como agente de la CIA, desde que lo captaron para organizar el Congreso de Suresnes, y es un peón fundamental de la estrategia que esta agencia Norteamericana diseñe contra cualquier gobierno progresista o revolucionario, por eso desde siempre ha jugado y juega un papel beligerante contra la Revolución Bolivariana por eso recientemente (quizás por orden de la CIA) obtuvo la nacionalidad colombiana y por eso esto lo oculta la falsimedia española. (leer: “La CIA en España” de Grimaldo o “Soberanos e intervenidos” de Joan Garcés).
En cuanto a la tesis número 5
Ya escribí antes,que desde mi punto de vista, el hundimiento de los precios del petróleo forma parte de la estrategia imperial en la guerra económica contra Venezuela.
Y ahora añado, que el haber frenado la caída de estos precios y el repute de los mismos, es también un logro de Nicolás Maduro en la reunión que mantuvo en mayo de este año con la OPEP, pues èste llevaba la propuesta de recortar la producción para mantener estabilizados los precios del Petroleo, propuesta aprobada por un tiempo y con la oposición (como siempre de Arabia Saudita) recuerdo a tal efecto una reunión de la OPEP donde casi llegan a las manos Hugo Chávez y el monarca saudì, cuando el primero propuso que el dólar dejase de ser la moneda de transacción petrolera.
Respecto a la tesis numero 7
Suscribo todo lo escrito por Monedero, pero creo que es necesario puntualizar, que la estrategia imperial para invadir Venezuela, sigue al pie de la letra las directrices del senador de Estados Unidos y ponente del Plan Colombia Paul Coverdell quien dijo: "que para controlar a Venezuela, es indispensable ocupar militarmente a Colombia".
Y cuyo resultado fue la instalación en ese país siete bases norteamericanas.
Por eso recientemente el director de la CIA Michael Richard Pompeo, reveló recientemente la realización de una serie de reuniones con Colombia y México para evaluar las maniobras que supuestamente serán aplicadas desde estas naciones para “lograr un mejor resultado” con el fin de lograr un cambio de gobierno en Venezuela.
Y como he manifestado en varias ocasiones,creo que los acuerdos de paz con las FARC forman parte de esta estrategia imperial contra la revolución bolivariana.
Y fundamento esta apreciación personal en las siguientes preguntas:
¿Cómo explicar que tras mas de 50 años de lucha revolucionaria en Colombia (y donde siempre se abortò por parte de los distintos gobiernos, todos los acuerdos de paz con las FARC) ahora un oligarca como Juan Manuel Santos,que fue ministro de defensa de Uribe Vélez,que bombardeó una zona de Ecuador (sin consultar a Rafael Correa) para asesinar al dirigente de las FARC Raúl Reyes y que incursionó también en Venezuela (sin permiso de Chávez) para detener al también dirigente de las FARC Rodrigo Granda (lo que ocasionó un incidente grave con estos gobiernos) para entregárselo a los Yankees, haya conseguido este acuerdo, aún habiendo perdido el referéndum sobre los acuerdos de Paz ?
¿ Por qué tanta prisa?
Pienso qué Santos, no actúa de "motus propio" pues los gobiernos colombianos, siempre cumplen órdenes imperiales, por eso (desde mi punto de vista) para una posible invasión de Venezuela desde territorio colombiano, era urgente y necesario neutralizar a los insurgentes colombianos.
¿Es ajena la CIA a que las FARC haya aceptado el desarme unilateralmente, sin que también se hayan desarmados los paramilitares colombianos?
Mi conclusión es que Nicolás Maduro tras múltiples intentos de diálogo con la oposición que no fructificaban por la división de ésta, ha tenido una visión política tremenda cuando decidió en aras de la Facultad de que le otorgaba el artículo 348 de la Constitución, la convocatoria de una Asamblea Nacional Constituyente ante el desacato de la mayoría opositora en la Asamblea Nacional.
Y llegados a este punto, considero que es necesario explicar qué es la Asamblea Nacional Constituyente en Venezuela, para ello transcribo literalmente, los artículos referentes a este tema, del ejemplar que figura en mi poder, (regalado y firmado por Hugo Chávez cuando estuvo en Madrid) de la actual Constitución de la República Bolivariana de Venezuela:
Capítulo III. De la Asamblea Nacional Constituyente
Artículo 347. EL pueblo de Venezuela es el depositario del poder constituyente originario. En ejercicio de dicho poder, puede convocar una Asamblea Nacional Constituyente con el objeto de transformar el Estado, crear un nuevo ordenamiento jurídico y redactar una nueva Constitución.
Artículo 348.La iniciativa de la convocatoria de la Asamblea Nacional Constituyente podrán tomarla el Presidente o Presidenta de la República en Consejo de Ministros; la Asamblea Nacional mediante acuerdo de las dos terceras partes de sus integrantes; los Consejos Municipales en cabildos, mediante voto de las dos terceras partes de los mismos; o el quince por ciento de los electores inscritos y electoras inscritas en el Registro Civil y Electoral.
Artículo 349. El Presidente o Presidenta de la República, no podrá objetar la nueva Constitución.
Los poderes constituidos no podrán en forma alguna impedir las decisiones de la Asamblea Nacional Constituyente.
Una vez promulgada la nueva Constitución, esta se publicará en la Gaceta Oficial de la República Bolivariana de Venezuela o en la Gaceta de la Asamblea Nacional Constituyente.
Artículo 350. El pueblo de Venezuela, fiel a su tradición republicana, a su lucha por la independencia, la paz y la libertad, desconocerá cualquier régimen legislación y autoridad que contraríe los valores, principios y garantías democráticos o menoscabe sus derechos humanos.
La recién electa Asamblea Nacional Constituyente,la conforman actualmente 538 miembros que según las bases comiciales publicadas por Consejo Nacional Electoral (CNE) 364 constituyentes serán territoriales, ocho indígenas y 173 miembros sectoriales: estudiantes (24), campesinos y pescadores (8), empresarios (5), personas con discapacidad (5), pensionados (28), consejos comunales (24) y trabajadores (79).
En la sesión inagural de la ANC el 4 de Agosto,Nicolás Maduro en aras de sus funciones como presidente, propuso a ésta como objetivos programáticos los siguientes temas de trabajo:
Reafirmar los valores de la justicia, ganar la paz y aislar a los violentos en una constituyente para la paz.
Ampliar el sistema económico venezolano para dejar un sistema económico post petrolero.
Constitucionalizar las misiones y grandes misiones creadas por Hugo Rafael Chavez Frias
La justicia, el sistema judicial y penitenciario, la guerra contra la impunidad, el terrorismo, el narcotráfico. Aumentar las penas para una justicia severa.
Constitucionalizar las comunas y los consejos comunales para llevarlos al rango constitucional más alto por ser nuevas formas de la democracia participativa y protagónica.
La defensa de la soberanía nacional y el rechazo al intervencionismo.
Nueva espiritualidad cultural y venezolanidad, el carácter pluricultural y la identidad cultural.
Derechos y deberes sociales, educativos y culturales de la juventud venezolana.
El cambio climático, el calentamiento global y la sobrevivencia de la especie en el planeta.
Tras la Constitución de la Asamblea Nacional Constituyente (que incluso trabajó el domingo 6 de agosto) esta se ha marcado dos objetivos urgentes y prioritarios, el primero reemplazar en el cargo (por el que era Defensor del Pueblo Tarek William Saab) a la fiscal general Luisa Ortega, a la que se le ha prohibido salir del país, por el proceso abierto contra ella por sus casos de corrupción y que en connivencia con el imperio, era el tapón que impedía abrir procesos judiciales contra los responsables de 167 asesinatos víctimas de las “guarimbas”(terrorismo) desde el 6 de abril hasta el 4 de Agosto y que ya está dando resultados efectivos,con la reciente detención de los asaltantes del fuerte Paramacay en el estado de Carabobo y por ahora se acabaron las “guarimbas”,en el momento que ha desaparecido la protección de inmunidad que de hecho recibían de la fiscal general.
Y el segundo objetivo es detener y quizás acusados de crímenes de lesa humanidad a los especuladores que están acaparando y especulando con los precios y que al día siguiente del triunfo del pueblo en la elección de la Asamblea Nacional Constituyente, triplicaron los precios de algunos artículos de primera necesidad como “castigo al pueblo por su “osadia”de darle a la ANC mas de ocho millones de votos”.
Tras estos objetivos prioritarios elaborarán un proyecto de modificación de la Constitución actual para mejorarla en favor de los más desfavorecidos y posiblemente incluir temas que no recogia la del 2000.
Y sí ya de por si la Constitución del 2000, era considerada una de las mejores del mundo, recordemos cómo esta Constitución además de los tres poderes de Montesquieu (ejecutivo,legislativo y judicial) tiene además el Poder Ciudadano y el Poder Electoral.
Imaginèmonos cómo será la que se elabore ahora, una vez discutida por todos los sectores del pueblo y que tras ser sometida a referéndum, entre otras cuestiones elevará a rango constitucional,las conquistas sociales conseguidas hasta ahora por la Revolución Bolivariana a través de sus diversas “misiones” para que nunca puedan ser arrebatadas al pueblo.
Este gran avance revolucionario,(desde mi punto de vista)supone una auténtica revolución cultural en Venezuela y una profundización en la democracia participativa Bolivariana y reafirma en la práctica,la frase de León Troski: "de que toda revolución necesita el látigo de la contrarrevolución" para avanzar en sus logros.
Recordemos también,que en las democracias representativas, propias de los sistemas burgueses y capitalistas, los parlamentos en su mayoría están integrados por un solo partido bicèfalo (aunque le llamen bipartidismo) que defiende los intereses de la oligarquía y los poderes económicos.
Y que en estas democracias, el ciudadano delega su voto y por lo tanto su capacidad de decidir,en unos representantes de partidos políticos,cuyas listas son elaboradas por poderes normalmente económicos que les financian las campañas electorales (el que paga exige) a cambio de determinadas prebendas que por lo general suelen estar ligadas a las áreas económicas y jurídicas para mantener sus privilegios de clases. Esto demuestra que en las democracias representativas el ciudadano vota, pero no elige.
Por eso en nuestro país, PODEMOS es el enemigo a batir por la oligarquía y sus medios, porque rompemos sus esquemas tradicionales de financiación y elección de candidatos por lo cual,ellos no pueden manipularnos ni someternos a sus intereses clasistas.
Por esto cada cierto tiempo (en España cada 4 años) y al no existir revocabilidad de los cargos, se permiten incumplir sus promesas electorales ya que sólo se ocupan del pueblo en las campañas electorales.
Sin embargo (como he expuesto antes,sobre la composición de la Asamblea Nacional Constituyente)en las democracias participativas, el pueblo no delega su representatividad en unos politiqueros o politicastros (que viven de la politiquería) sino que se representa a sí mismo mediante delegados elegidos directamente por ellos y que pueden ser destituidos al incumplir sus promesas sin tener que esperar al final de la legislatura (lo presencié en Cuba en una asamblea vecinal) y donde los diversos colectivos sociales participa activamente mediante reuniones y asambleas en las propuestas y decisiones políticas.
Y además la Constitución actual venezolana, establece que a la mitad del mandato, todos los cargos pueden ser revocados por el pueblo (repito) si han incumplido lo prometido,esto también lo tienen la Constitución cubana, pero sin tener que esperar (como he escrito antes) a la mitad del mandato.
Esto explica la reacción imperial y sus lacayos (a través de sus medios) a la profundización de la Revolución Bolivariana mediante la ANC y lo explica el miedo a que otros pueblos del mundo sometidos a las doctrinas neoliberales,imiten al pueblo venezolano y acaben con sus privilegios clasistas amparados por unos regímenes a los que consideran eternos.
Y la reacción imperial también lo explica los resultados electorales de del 30 de Julio con más de ocho millones de votos en apoyo de la ANC a pesar del terrorismo para amedrentar a los votantes que desafiaron ríos crecidos montañas y tiroteo para ejercer su derecho al voto y a pesar de que en 3 distritos en manos de la oposición no permitieron que la gente saliesen a votar.
Repito esta derrota masiva de la oposición alentada por el imperio y sus medios, ha frenado en seco el terrorismo foquista que el imperio y sus mercenarios estaban desarrollando en Venezuela.
Y esta derrota ha propiciado la división entre los miembros de la MUD,ya que unos son partidarios (y se van a presentar a las próximas elecciones de octubre a gobernadores y a alcaldes lo que de facto supone reconocer ahora el mismo Comité Nacional Electoral que antes negaban) y otros por el contrario,quieren seguir cumpliendo las órdenes del imperio norteamericano, de ahí el cabreo del emperador Yankee.
Estos últimos días hemos visto como incluso este “Cesar Imperial” (títere de los lobbies sionistas y del complejo tecnológico militar e industrial de EE.UU.) ya habla abiertamente de invasión militar de Venezuela, ya veremos si se atreve, pues (como he expresado varias veces) la revolución cubana (que ya derrotó al imperio en Playa Girón y en Angola)estoy seguro no iba a dejar solo al pueblo bolivariano y la intervención cubana llevaría la guerra a su propio territorio (recordemos que Cuba está solo a 90 millas de EE.UU.) y a esto le tienen pánico los yankys y lo vemos recientemente en las bravatas que ha lanzado el títere imperial contra Corea del Norte y que inmediatamente han sido corregidas por un alto jefe militar del pentágono manifestando su temor a que un misil nuclear coreano pueda alcanzar territorio de EE.UU.
Y como he manifestado varias veces también, una intervención en Venezuela convertiria el hemisferio en otro Vietnam como vaticinó el Che, ya que los pueblos latinoamericanos no lo consentirían de ahí la reacción de todas las instituciones y gobiernos latinoamericanos, tras las declaración de Trump, por el temor que tienen a que una posible vietnamización del continente se lleve por delante a los gobiernos títeres imperiales, como sucedió con Vietnan del Sur.
Y como he escrito varias veces, para someter a un pueblo no vale destruirlo desde el aire, hay que poner los pies en el suelo y la historia lo demostró en Vietnam que la guerra de todo el pueblo es una guerra asimetrica para la que no están preparados los ejércitos profesionales,ya que cada combatiente revolucionario luchando por una causa justa, equivale a varios mercenarios que temen morir por perder su sueldo y por eso muchos desertaron en Vietnam.
Por eso concluyo diciendo lo que tantas veces he escrito, que hoy la tarea fundamental de toda persona decente, al igual que en 1936 en España y 1973 en Chile es defender la Revolución Bolivariana como alternativa al neoliberalismo y ante esto no valen medias tintas.
Pues desde hace tiempo vengo observando cómo están surgiendo otra vez los "NI-NI" al igual que pasó cuando la invasión de Irak de Libia o Siria que estos solían decir: “NI con Saddam Hussein NI con el Imperio”.... “NI con Gadafi NI con el Imperio”...etc.
Y desde mi punto de vista, esto se llama cobardía política “disfrazadas de aparente neutralidad” lo que de alguna forma convierte a estos NI-Nis en cómplices imperiales por inanición ya que nunca condenan al agresor.
Pues colocan en el mismo plano al agresor y agredido, por lo tanto para mí son meros cómplices pasivos.
Y como tengo claro donde están mis intereses de clase y mi deber como revolucionario es defender siempre a los oprimidos y a los gobiernos que defienden nuestros intereses, hago mía la frase de Fidel como homenaje a su 91 aniversario:
“El verdadero hombre,no piensa de que lado se vive mejor, sino donde está el deber”
Y mi deber está hoy en defender la revolución Bolivariana y por eso termino este largo artículo con el grito:
¡ VIVA LA REVOLUCION BOLIVARIANA !
¡ABAJO EL IMPERIO YANQUI Y SUS LACAYOS¡
¡ EN VENEZUELA NO PASARAN !
(José Manuel González 13 08 2017 en el 91 Aniversario del inmortal Fidel)
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2017.08.11 21:54 feedreddit Esfera de influência: como os libertários americanos estão reinventando a política latino-americana

Esfera de influência: como os libertários americanos estão reinventando a política latino-americana
by Lee Fang via The Intercept
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Para Alejandro Chafuen, a reunião desta primavera no Brick Hotel, em Buenos Aires, foi tanto uma volta para casa quanto uma volta olímpica. Chafuen, um esguio argentino-americano, passou a vida adulta se dedicando a combater os movimentos sociais e governos de esquerda das Américas do Sul e Central, substituindo-os por uma versão pró-empresariado do libertarianismo.
Ele lutou sozinho durante décadas, mas isso está mudando. Chafuen estava rodeado de amigos no Latin America Liberty Forum 2017. Essa reunião internacional de ativistas libertários foi patrocinada pela Atlas Economic Research Foundation, uma organização sem fins lucrativos conhecida como Atlas Network (Rede Atlas), que Chafuen dirige desde 1991. No Brick Hotel, ele festejou as vitórias recentes; seus anos de trabalho estavam começando a render frutos – graças às circunstâncias políticas e econômicas e à rede de ativistas que Chafuen se esforçou tanto para criar.
Nos últimos 10 anos, os governos de esquerda usaram “dinheiro para comprar votos, para redistribuir”, diz Chaufen, confortavelmente sentado no saguão do hotel. Mas a recente queda do preço das commodities, aliada a escândalos de corrupção, proporcionou uma oportunidade de ação para os grupos da Atlas Network. “Surgiu uma abertura – uma crise – e uma demanda por mudanças, e nós tínhamos pessoas treinadas para pressionar por certas políticas”, observa Chafuen, parafraseando o falecido Milton Friedman. “No nosso caso, preferimos soluções privadas aos problemas públicos”, acrescenta.
Chafuen cita diversos líderes ligados à Atlas que conseguiram ganhar notoriedade: ministros do governo conservador argentino, senadores bolivianos e líderes do Movimento Brasil Livre (MBL), que ajudaram a derrubar a presidente Dilma Rousseff – um exemplo vivo dos frutos do trabalho da rede Atlas, que Chafuen testemunhou em primeira mão.
“Estive nas manifestações no Brasil e pensei: ‘Nossa, aquele cara tinha uns 17 anos quando o conheci, e agora está ali no trio elétrico liderando o protesto. Incrível!’”, diz, empolgado. É a mesma animação de membros da Atlas quando o encontram em Buenos Aires; a tietagem é constante no saguão do hotel. Para muitos deles, Chafuen é uma mistura de mentor, patrocinador fiscal e verdadeiro símbolo da luta por um novo paradigma político em seus países.
O presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya, à esquerda, dentro de um carro em direção ao aeroporto, onde pegaria um voo para a Nicarágua nos arredores de San José. Domingo, 28 de junho de 2009.
Foto: Kent Gilbert/AP
Uma guinada à direita está em marcha na política latino-americana, destronando os governos socialistas que foram a marca do continente durante boa parte do século XXI – de Cristina Kirchner, na Argentina, ao defensor da reforma agrária e populista Manuel Zelaya, em Honduras –, que implementaram políticas a favor dos pobres, nacionalizaram empresas e desafiaram a hegemonia dos EUA no continente. Essa alteração pode parecer apenas parte de um reequilíbrio regional causado pela conjuntura econômica, porém a Atlas Network parece estar sempre presente, tentando influenciar o curso das mudanças políticas.
A história da Atlas Network e seu profundo impacto na ideologia e no poder político nunca foi contada na íntegra. Mas os registros de suas atividades em três continentes, bem como as entrevistas com líderes libertários na América Latina, revelam o alcance de sua influência. A rede libertária, que conseguiu alterar o poder político em diversos países, também é uma extensão tácita da política externa dos EUA – os _think tanks_associados à Atlas são discretamente financiados pelo Departamento de Estado e o National Endowment for Democracy (Fundação Nacional para a Democracia – NED), braço crucial do _soft power_norte-americano.
Embora análises recentes tenham revelado o papel de poderosos bilionários conservadores – como os irmãos Koch – no desenvolvimento de uma versão pró-empresariado do libertarianismo, a Atlas Network – que também é financiada pelas fundações Koch – tem usado métodos criados no mundo desenvolvido, reproduzindo-os em países em desenvolvimento. A rede é extensa, contando atualmente com parcerias com 450 _think tanks_em todo o mundo. A Atlas afirma ter gasto mais de US$ 5 milhões com seus parceiros apenas em 2016.
Ao longo dos anos, a Atlas e suas fundações caritativas associadas realizaram centenas de doações para _think tanks_conservadores e defensores do livre mercado na América Latina, inclusive a rede que apoiou o Movimento Brasil Livre (MBL) e organizações que participaram da ofensiva libertária na Argentina, como a Fundação Pensar, um _think tank_da Atlas que se incorporou ao partido criado por Mauricio Macri, um homem de negócios e atual presidente do país. Os líderes do MBL e o fundador da Fundação Eléutera – um _think tank_neoliberal extremamente influente no cenário pós-golpe hondurenho – receberam financiamento da Atlas e fazem parte da nova geração de atores políticos que já passaram pelos seus seminários de treinamento.
A Atlas Network conta com dezenas de _think tanks_na América Latina, inclusive grupos extremamente ativos no apoio às forças de oposição na Venezuela e ao candidato de centro-direita às eleições presidenciais chilenas, Sebastián Piñera.
Protesto a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff diante do Congresso Nacional, em Brasília, no dia 2 de dezembro de 2015.
Photo: Eraldo Peres/AP
Em nenhum outro lugar a estratégia da Atlas foi tão bem sintetizada quanto na recém-formada rede brasileira de _think tanks_de defesa do livre mercado. Os novos institutos trabalham juntos para fomentar o descontentamento com as políticas socialistas; alguns criam centros acadêmicos enquanto outros treinam ativistas e travam uma guerra constante contra as ideias de esquerda na mídia brasileira.
O esforço para direcionar a raiva da população contra a esquerda rendeu frutos para a direita brasileira no ano passado. Os jovens ativistas do MBL – muitos deles treinados em organização política nos EUA – lideraram um movimento de massa para canalizar a o descontentamento popular com um grande escândalo de corrupção para desestabilizar Dilma Rousseff, uma presidente de centro-esquerda. O escândalo, investigado por uma operação batizada de Lava-Jato, continua tendo desdobramentos, envolvendo líderes de todos os grandes partidos políticos brasileiros, inclusive à direita e centro-direita. Mas o MBL soube usar muito bem as redes sociais para direcionar a maior parte da revolta contra Dilma, exigindo o seu afastamento e o fim das políticas de bem-estar social implementadas pelo Partido dos Trabalhadores (PT).
A revolta – que foi comparada ao movimento Tea Party devido ao apoio tácito dos conglomerados industriais locais e a uma nova rede de atores midiáticos de extrema-direita e tendências conspiratórias – conseguiu interromper 13 anos de dominação do PT ao afastar Dilma do cargo por meio de um impeachment em 2016.
O cenário político do qual surgiu o MBL é uma novidade no Brasil. Havia no máximo três _think tanks_libertários em atividade no país dez anos atrás, segundo Hélio Beltrão, um ex-executivo de um fundo de investimentos de alto risco que agora dirige o Instituto Mises, uma organização sem fins lucrativos que recebeu o nome do filósofo libertário Ludwig von Mises. Ele diz que, com o apoio da Atlas, agora existem cerca de 30 institutos agindo e colaborando entre si no Brasil, como o Estudantes pela Liberdade e o MBL.
“É como um time de futebol; a defesa é a academia, e os políticos são os atacantes. E já marcamos alguns gols”, diz Beltrão, referindo-se ao impeachment de Dilma. O meio de campo seria “o pessoal da cultura”, aqueles que formam a opinião pública.
Beltrão explica que a rede de _think tanks_está pressionando pela privatização dos Correios, que ele descreve como “uma fruta pronta para ser colhida” e que pode conduzir a uma onda de reformas mais abrangentes em favor do livre mercado. Muitos partidos conservadores brasileiros acolheram os ativistas libertários quando estes demonstraram que eram capazes de mobilizar centenas de milhares de pessoas nos protestos contra Dilma, mas ainda não adotaram as teorias da “economia do lado da oferta”.
Fernando Schüler, acadêmico e colunista associado ao Instituto Millenium – outro _think tank_da Atlas no Brasil – tem uma outra abordagem. “O Brasil tem 17 mil sindicatos pagos com dinheiro público. Um dia de salário por ano vai para os sindicatos, que são completamente controlados pela esquerda”, diz. A única maneira de reverter a tendência socialista seria superá-la no jogo de manobras políticas. “Com a tecnologia, as pessoas poderiam participar diretamente, organizando – no WhatsApp, Facebook e YouTube – uma espécie de manifestação pública de baixo custo”, acrescenta, descrevendo a forma de mobilização de protestos dos libertários contra políticos de esquerda. Os organizadores das manifestações anti-Dilma produziram uma torrente diária de vídeos no YouTube para ridicularizar o governo do PT e criaram um placar interativo para incentivar os cidadãos a pressionarem seus deputados por votos de apoio ao impeachment.
Schüler notou que, embora o MBL e seu próprio _think tank_fossem apoiados por associações industriais locais, o sucesso do movimento se devia parcialmente à sua não identificação com partidos políticos tradicionais, em sua maioria vistos com maus olhos pela população. Ele argumenta que a única forma de reformar radicalmente a sociedade e reverter o apoio popular ao Estado de bem-estar social é travar uma guerra cultural permanente para confrontar os intelectuais e a mídia de esquerda.
Fernando Schüler.Foto:captura de tela do YouTubeUm dos fundadores do Instituto Millenium, o blogueiro Rodrigo Constantino, polariza a política brasileira com uma retórica ultrassectária. Constantino, que já foi chamado de “o Breitbart brasileiro” devido a suas teorias conspiratórias e seus comentários de teor radicalmente direitistas, é presidente do conselho deliberativo de outro _think tank_da Atlas – o Instituto Liberal. Ele enxerga uma tentativa velada de minar a democracia em cada movimento da esquerda brasileira, do uso da cor vermelha na logomarca da Copa do Mundo ao Bolsa Família, um programa de transferência de renda. Constantino é considerado o responsável pela popularização de uma narrativa segundo a qual os defensores do PT seriam uma “esquerda caviar”, ricos hipócritas que abraçam o socialismo para se sentirem moralmente superiores, mas que na realidade desprezam as classes trabalhadoras que afirmam representar. A “breitbartização” do discurso é apenas uma das muitas formas sutis pelas quais a Atlas Network tem influenciado o debate político.
“Temos um Estado muito paternalista. É incrível. Há muito controle estatal, e mudar isso é um desafio de longo prazo”, diz Schüler, acresentando que, apesar das vitórias recentes, os libertários ainda têm um longo caminho pela frente no Brasil. Ele gostaria de copiar o modelo de Margaret Thatcher, que se apoiava em uma rede de _think tanks_libertários para implementar reformas impopulares. “O sistema previdenciário é absurdo, e eu privatizaria toda a educação”, diz Schüler, pondo-se a recitar toda a litania de mudanças que faria na sociedade, do corte do financiamento a sindicatos ao fim do voto obrigatório.
Mas a única maneira de tornar tudo isso possível, segundo ele, seria a formação de uma rede politicamente engajada de organizações sem fins lucrativos para defender os objetivos libertários. Para Schüler, o modelo atual – uma constelação de _think tanks_em Washington sustentada por vultosas doações – seria o único caminho para o Brasil.
E é exatamente isso que a Atlas tem se esforçado para fazer. Ela oferece subvenções a novos _think tanks_e cursos sobre gestão política e relações públicas, patrocina eventos de _networking_no mundo todo e, nos últimos anos, tem estimulado libertários a tentar influenciar a opinião pública por meio das redes sociais e vídeos online.
Uma competição anual incentiva os membros da Atlas a produzir vídeos que viralizem no YouTube promovendo o _laissez-faire_e ridicularizando os defensores do Estado de bem-estar social. James O’Keefe, provocador famoso por alfinetar o Partido Democrata americano com vídeos gravados em segredo, foi convidado pela Atlas para ensinar seus métodos. No estado americano do Wisconsin, um grupo de produtores que publicava vídeos na internet para denegrir protestos de professores contra o ataque do governador Scott Walker aos sindicatos do setor público também compartilharam sua experiência nos cursos da Atlas.
Manifestantes queimam um boneco do presidente Hugo Chávez na Plaza Altamira, em protesto contra o governo.
Foto: Lonely Planet Images/Getty Images
Em uma de suas últimas realizações, a Atlas influenciou uma das crises políticas e humanitárias mais graves da América Latina: a venezuelana. Documentos obtidos graças ao “Freedom of Information Act” (Lei da Livre Informação, em tradução livre) por simpatizantes do governo venezuelano – bem como certos telegramas do Departamento de Estado dos EUA vazados por Chelsea Manning – revelam uma complexo tentativa do governo americano de usar os _think tanks_da Atlas em uma campanha para desestabilizar o governo de Hugo Chávez. Em 1998, a CEDICE Libertad – principal organização afiliada à Atlas em Caracas, capital da Venezuela – já recebia apoio financeiro do Center for International Private Enterprise (Centro para a Empresa Privada Internacional – CIPE). Em uma carta de financiamento do NED, os recursos são descritos como uma ajuda para “a mudança de governo”. O diretor da CEDICE foi um dos signatários do controverso “Decreto Carmona” em apoio ao malsucedido golpe militar contra Chávez em 2002.
Um telegrama de 2006 descrevia a estratégia do embaixador americano, William Brownfield, de financiar organizações politicamente engajadas na Venezuela: “1) Fortalecer instituições democráticas; 2) penetrar na base política de Chávez; 3) dividir o chavismo; 4) proteger negócios vitais para os EUA, e 5) isolar Chávez internacionalmente.”
Na atual crise venezuelana, a CEDICE tem promovido a recente avalanche de protestos contra o presidente Nicolás Maduro, o acossado sucessor de Chávez. A CEDICE está intimamente ligada à figura da oposicionista María Corina Machado, uma das líderes das manifestações em massa contra o governo dos últimos meses. Machado já agradeceu publicamente à Atlas pelo seu trabalho. Em um vídeo enviado ao grupo em 2014, ela diz: “Obrigada à Atlas Network e a todos os que lutam pela liberdade.”
Em 2014, a líder opositora María Corina Machado agradeceu à Atlas pelo seu trabalho: “Obrigada à Atlas Network e a todos os que lutam pela liberdade.”No Latin America Liberty Forum, organizado pela Atlas Network em Buenos Aires, jovens líderes compartilham ideias sobre como derrotar o socialismo em todos os lugares, dos debates em _campi_universitários a mobilizações nacionais a favor de um impeachment.
Em uma das atividades do fórum, “empreendedores” políticos de Peru, República Dominicana e Honduras competem em um formato parecido com o programa Shark Tank, um _reality show_americano em que novas empresas tentam conquistar ricos e impiedosos investidores. Mas, em vez de buscar financiamento junto a um painel de capitalistas de risco, esses diretores de _think tanks_tentam vender suas ideias de marketing político para conquistar um prêmio de US$ 5 mil. Em outro encontro, debatem-se estratégias para atrair o apoio do setor industrial às reformas econômicas. Em outra sala, ativistas políticos discutem possíveis argumentos que os “amantes da liberdade” podem usar para combater o crescimento do populismo e “canalizar o sentimento de injustiça de muitos” para atingir os objetivos do livre mercado.
Um jovem líder da Cadal, um _think tank_de Buenos Aires, deu a ideia de classificar as províncias argentinas de acordo com o que chamou de “índice de liberdade econômica” – levando em conta a carga tributária e regulatória como critérios principais –, o que segundo ela geraria um estímulo para a pressão popular por reformas de livre mercado. Tal ideia é claramente baseada em estratégias similares aplicadas nos EUA, como o Índice de Liberdade Econômica da Heritage Foundation, que classifica os países de acordo com critérios como política tributária e barreiras regulatórias aos negócios.
Os _think tanks_são tradicionalmente vistos como institutos independentes que tentam desenvolver soluções não convencionais. Mas o modelo da Atlas se preocupa menos com a formulação de novas soluções e mais com o estabelecimento de organizações políticas disfarçadas de instituições acadêmicas, em um esforço para conquistar a adesão do público.
As ideias de livre mercado – redução de impostos sobre os mais ricos; enxugamento do setor público e privatizações; liberalização das regras de comércio e restrições aos sindicatos – sempre tiveram um problema de popularidade. Os defensores dessa corrente de pensamento perceberam que o eleitorado costuma ver essas ideias como uma maneira de favorecer as camadas mais ricas. E reposicionar o libertarianismo econômico como uma ideologia de interesse público exige complexas estratégias de persuasão em massa.
Mas o modelo da Atlas, que está se espalhando rapidamente pela América Latina, baseia-se em um método aperfeiçoado durante décadas de embates nos EUA e no Reino Unido, onde os libertários se esforçaram para conter o avanço do Estado de bem-estar social do pós-guerra.
Mapa das organizações da rede Atlas na América do Sul.
Fonte: The Intercept
Antony Fisher, empreendedor britânico e fundador da Atlas Network, é um pioneiro na venda do libertarianismo econômico à opinião pública. A estratégia era simples: nas palavras de um colega de Fisher, a missão era “encher o mundo de _think tanks_que defendam o livre mercado”.
A base das ideias de Fisher vêm de Friedrich Hayek, um dos pais da defesa do Estado mínimo. Em 1946, depois de ler um resumo do livro seminal de Hayek, O Caminho da Servidão, Fisher quis se encontrar com o economista austríaco em Londres. Segundo seu colega John Blundell, Fisher sugeriu que Hayek entrasse para a política. Mas Hayek se recusou, dizendo que uma abordagem de baixo para cima tinha mais chances de alterar a opinião pública e reformar a sociedade.
Enquanto isso, nos Estados Unidos, outro ideólogo do livre mercado, Leonard Read, chegava a conclusões parecidas depois de ter dirigido a Câmara de Comércio de Los Angeles, onde batera de frente com o sindicalismo. Para deter o crescimento do Estado de bem-estar social, seria necessária uma ação mais elaborada no sentido de influenciar o debate público sobre os destinos da sociedade, mas sem revelar a ligação de tal estratégia com os interesses do capital.
Fisher animou-se com uma visita à organização recém-fundada por Read, a Foundation for Economic Education (Fundação para a Educação Econômica – FEE), em Nova York, criada para patrocinar e promover as ideias liberais. Nesse encontro, o economista libertário F.A. Harper, que trabalhava na FEE à epoca, orientou Fisher sobre como abrir a sua própria organização sem fins lucrativos no Reino Unido.
Durante a viagem, Fisher e Harper foram à Cornell University para conhecer a última novidade da indústria animal: 15 mil galinhas armazenadas em uma única estrutura. Fisher decidiu levar o invento para o Reino Unido. Sua fábrica, a Buxted Chickens, logo prosperou e trouxe grande fortuna para Fisher. Uma parte dos lucros foi direcionada à realização de outro objetivo surgido durante a viagem a Nova York – em 1955, Fisher funda o Institute of Economic Affairs (Instituto de Assuntos Econômicos – IEA).
O IEA ajudou a popularizar os até então obscuros economistas ligados às ideias de Hayek. O instituto era um baluarte de oposição ao crescente Estado de bem-estar social britânico, colocando jornalistas em contato com acadêmicos defensores do livre mercado e disseminando críticas constantes sob a forma de artigos de opinião, entrevistas de rádio e conferências.
A maior parte do financiamento do IEA vinha de empresas privadas, como os gigantes do setor bancário e industrial Barclays e British Petroleum, que contribuíam anualmente. No livro Making Thatcher’s Britain(A Construção da Grã-Bretanha de Thatcher, em tradução livre), dos historiadores Ben Jackson e Robert Saunders, um magnata dos transportes afirma que, assim como as universidades forneciam munição para os sindicatos, o IEA era uma importante fonte de poder de fogo para os empresários.
Quando a desaceleração econômica e o aumento da inflação dos anos 1970 abalou os fundamentos da sociedade britânica, políticos conservadores começaram a se aproximar do IEA como fonte de uma visão alternativa. O instituto aproveitou a oportunidade e passou a oferecer plataformas para que os políticos pudessem levar os conceitos do livre mercado para a opinião pública. A Atlas Network afirma orgulhosamente que o IEA “estabeleceu as bases intelectuais do que viria a ser a revolução de Thatcher nos anos 1980”. A equipe do instituto escrevia discursos para Margaret Thatcher; fornecia material de campanha na forma de artigos sobre temas como sindicalismo e controle de preços; e rebatia as críticas à Dama de Ferro na mídia inglesa. Em uma carta a Fisher depois de vencer as eleições de 1979, Thatcher afirmou que o IEA havia criado, na opinião pública, “o ambiente propício para a nossa vitória”.
“Não há dúvidas de que tivemos um grande avanço na Grã-Bretanha. O IEA, fundado por Antony Fisher, fez toda a diferença”, disse Milton Friedman uma vez. “Ele possibilitou o governo de Margaret Thatcher – não a sua eleição como primeira-ministra, e sim as políticas postas em prática por ela. Da mesma forma, o desenvolvimento desse tipo de pensamento nos EUA possibilitou o a implementação das políticas de Ronald Reagan”, afirmou.
O IEA fechava um ciclo. Hayek havia criado um seleto grupo de economistas defensores do livre mercado chamado Sociedade Mont Pèlerin. Um de seus membros, Ed Feulner, ajudou o fundar o _think tank_conservador Heritage Foundation, em Washington, inspirando-se no trabalho de Fisher. Outro membro da Sociedade, Ed Crane, fundou o Cato Institute, o mais influente _think tank_libertário dos Estados Unidos.
_O filósofo e economista anglo-austríaco Friedrich Hayek com um grupo de alunos na London School of Economics, em 1948._Foto: Paul PoppePopperfoto/Getty Images
Em 1981, Fisher, que havia se mudado para San Francisco, começou a desenvolver a Atlas Economic Research Foundation por sugestão de Hayek. Fisher havia aproveitado o sucesso do IEA para conseguir doações de empresas para seu projeto de criação de uma rede regional de _think tanks_em Nova York, Canadá, Califórnia e Texas, entre outros. Mas o novo empreendimento de Fisher viria a ter uma dimensão global: uma organização sem fins lucrativos dedicada a levar sua missão adiante por meio da criação de postos avançados do libertarianismo em todos os países do mundo. “Quanto mais institutos existirem no mundo, mais oportunidade teremos para resolver problemas que precisam de uma solução urgente”, declarou.
Fisher começou a levantar fundos junto a empresas com a ajuda de cartas de recomendação de Hayek, Thatcher e Friedman, instando os potenciais doadores a ajudarem a reproduzir o sucesso do IEA através da Atlas. Hayek escreveu que o modelo do IEA “deveria ser usado para criar institutos similares em todo o mundo”. E acrescentou: “Se conseguíssemos financiar essa iniciativa conjunta, seria um dinheiro muito bem gasto.”
A proposta foi enviada para uma lista de executivos importantes, e o dinheiro logo começou a fluir dos cofres das empresas e dos grandes financiadores do Partido Republicano, como Richard Mellon Scaife. Empresas como a Pfizer, Procter & Gamble e Shell ajudaram a financiar a Atlas. Mas a contribuição delas teria que ser secreta para que o projeto pudesse funcionar, acreditava Fisher. “Para influenciar a opinião pública, é necessário evitar qualquer indício de interesses corporativos ou tentativa de doutrinação”, escreveu Fisher na descrição do projeto, acrescentando que o sucesso do IEA estava baseado na percepção pública do caráter acadêmico e imparcial do instituto.
A Atlas cresceu rapidamente. Em 1985, a rede contava com 27 instituições em 17 países, inclusive organizações sem fins lucrativos na Itália, México, Austrália e Peru.
E o _timing_não podia ser melhor: a expansão internacional da Atlas coincidiu com a política externa agressiva de Ronald Reagan contra governos de esquerda mundo afora.
Embora a Atlas declarasse publicamente que não recebia recursos públicos (Fisher caracterizava as ajudas internacionais como uma forma de “suborno” que distorcia as forças do mercado), há registros da tentativa silenciosa da rede de canalizar dinheiro público para sua lista cada vez maior de parceiros internacionais.
Em 1982, em uma carta da Agência de Comunicação Internacional dos EUA – um pequeno órgão federal destinado a promover os interesses americanos no exterior –, um funcionário do Escritório de Programas do Setor Privado escreveu a Fisher em resposta a um pedido de financiamento federal. O funcionário diz não poder dar dinheiro “diretamente a organizações estrangeiras”, mas que seria possível copatrocinar “conferências ou intercâmbios com organizações” de grupos como a Atlas, e sugere que Fisher envie um projeto. A carta, enviada um ano depois da fundação da Atlas, foi o primeiro indício de que a rede viria a ser uma parceira secreta da política externa norte-americana.
Memorandos e outros documentos de Fisher mostram que, em 1986, a Atlas já havia ajudado a organizar encontros com executivos para tentar direcionar fundos americanos para sua rede de think tanks. Em uma ocasião, um funcionário da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID), o principal braço de financiamento internacional do governo dos EUA, recomendou que o diretor da filial da Coca-Cola no Panamá colaborasse com a Atlas para a criação de um _think tank_nos moldes do IEA no país. A Atlas também recebeu fundos da Fundação Nacional para a Democracia (NED), uma organização sem fins lucrativos fundada em 1983 e patrocinada em grande parte pelo Departamento de Estado e a USAID cujo objetivo é fomentar a criação de instituições favoráveis aos EUA nos países em desenvolvimento.
Alejandro Chafuen, da Atlas Economic Research Foundation, atrás à direita, cumprimenta Rafael Alonzo, do Centro de Divulgação do Conhecimento Econômico para a Liberdade (CEDICE Libertad), à esquerda, enquanto o escritor peruano Mario Vargas Llosa aplaude a abertura do Fórum Liberdade e Democracia, em Caracas, no dia 28 de maio de 2009.
Foto: Ariana Cubillos/AP
_ _Financiada generosamente por empresas e pelo governo americano, a Atlas deu outro golpe de sorte em 1985 com a chegada de Alejandro Chafuen. Linda Whetstone, filha de Fisher, conta um episódio ocorrido naquele ano, quando um jovem Chafuen, que ainda vivia em Oakland, teria aparecido no escritório da Atlas em San Francisco “disposto a trabalhar de graça”. Nascido em Buenos Aires, Chafuen vinha do que ele chamava “uma família anti-Peronista”. Embora tenha crescido em uma época de grande agitação na Argentina, Chafuen vivia uma vida relativamente privilegiada, tendo passado a adolescência jogando tênis e sonhando em se tornar atleta profissional.
Ele atribui suas escolhas ideológicas a seu apetite por textos libertários, de Ayn Rand a livretos publicados pela FEE, a organização de Leonard Read que havia inspirado Antony Fisher. Depois de estudar no Grove City College, uma escola de artes profundamente conservadora e cristã no estado americano da Pensilvânia, onde foi presidente do clube de estudantes libertários, Chafuen voltou ao país de nascença. Os militares haviam tomado o poder, alegando estar reagindo a uma suposta ameaça comunista. Milhares de estudantes e ativistas seriam torturados e mortos durante a repressão à oposição de esquerda no período que se seguiu ao golpe de Estado.
Chafuen recorda essa época de maneira mais positiva do que negativa. Ele viria a escrever que os militares haviam sido obrigados a agir para evitar que os comunistas “tomassem o poder no país”. Durante sua carreira como professor, Chafuen diz ter conhecido “totalitários de todo tipo” no mundo acadêmico. Segundo ele, depois do golpe militar seus professores “abrandaram-se”, apesar das diferenças ideológicas entre eles.
Em outros países latino-americanos, o libertarianismo também encontrara uma audiência receptiva nos governos militares. No Chile, depois da derrubada do governo democraticamente eleito de Salvador Allende, os economistas da Sociedade Mont Pèlerin acorreram ao país para preparar profundas reformas liberais, como a privatização de indústrias e da Previdência. Em toda a região, sob a proteção de líderes militares levados ao poder pela força, as políticas econômicas libertárias começaram a se enraizar.
Já o zelo ideológico de Chafuen começou a se manifestar em 1979, quando ele publicou um ensaio para a FEE intitulado “War Without End” (Guerra Sem Fim). Nele, Chafuen descreve horrores do terrorismo de esquerda “como a família Manson, ou, de forma organizada, os guerrilheiros do Oriente Médio, África e América do Sul”. Haveria uma necessidade, segundo ele, de uma reação das “forças da liberdade individual e da propriedade privada”.
Seu entusiasmo atraiu a atenção de muita gente. Em 1980, aos 26 anos, Chafuen foi convidado a se tornar o membro mais jovem da Sociedade Mont Pèlerin. Ele foi até Stanford, tendo a oportunidade de conhecer Read, Hayek e outros expoentes libertários. Cinco anos depois, Chafuen havia se casado com uma americana e estava morando em Oakland. E começou a fazer contato com membros da Mont Pèlerin na área da Baía de San Francisco – como Fisher.
Em toda a região, sob a proteção de líderes militares levados ao poder pela força, as políticas econômicas libertárias começaram a se enraizar.De acordo com as atas das reuniões do conselho da Atlas, Fisher disse aos colegas que havia feito um pagamento _ex gratia_no valor de US$ 500 para Chafuen no Natal de 1985, declarando que gostaria de contratar o economista para trabalhar em tempo integral no desenvolvimento dos _think tanks_da rede na América Latina. No ano seguinte, Chafuen organizou a primeira cúpula de _think tanks_latino-americanos, na Jamaica.
Chafuen compreendera o modelo da Atlas e trabalhava incansavelmente para expandir a rede, ajudando a criar _think tanks_na África e na Europa, embora seu foco continuasse sendo a América Latina. Em uma palestra sobre como atrair financiadores, Chafuen afirmou que os doadores não podiam financiar publicamente pesquisas, sob o risco de perda de credibilidade. “A Pfizer não patrocinaria uma pesquisa sobre questões de saúde, e a Exxon não financiaria uma enquete sobre questões ambientais”, observou. Mas os _think tanks_libertários – como os da Atlas Network –não só poderiam apresentar as mesmas pesquisas sob um manto de credibilidade como também poderiam atrair uma cobertura maior da mídia.
“Os jornalistas gostam muito de tudo o que é novo e fácil de noticiar”, disse Chafuen. Segundo ele, a imprensa não tem interesse em citar o pensamento dos filósofos libertários, mas pesquisas produzidas por um _think tank_são mais facilmente reproduzidas. “E os financiadores veem isso”, acrescenta.
Em 1991, três anos depois da morte de Fisher, Chafuen assumiu a direção da Atlas – e pôs-se a falar sobre o trabalho da Atlas para potenciais doadores. E logo começou a conquistar novos financiadores. A Philip Morris deu repetidas contribuições à Atlas, inclusive uma doação de US$ 50 mil em 1994, revelada anos depois. Documentos mostram que a gigante do tabaco considerava a Atlas uma aliada em disputas jurídicas internacionais.
Mas alguns jornalistas chilenos descobriram que _think tanks_patrocinados pela Atlas haviam feito pressão por trás dos panos contra a legislação antitabagista sem revelar que estavam sendo financiadas por empresas de tabaco – uma estratégia praticada por _think tanks_em todo o mundo.
Grandes corporações como ExxonMobil e MasterCard já financiaram a Atlas. Mas o grupo também atrai grandes figuras do libertarianismo, como as fundações do investidor John Templeton e dos irmãos bilionários Charles e David Koch, que cobriam a Atlas e seus parceiros de generosas e frequentes doações. A habilidade de Chafuen para levantar fundos resultou em um aumento do número de prósperas fundações conservadoras. Ele é membro-fundador do Donors Trust, um discreto fundo orientado ao financiamento de organizações sem fins lucrativos que já transferiu mais de US$ 400 milhões a entidades libertárias, incluindo membros da Atlas Network. Chafuen também é membro do conselho diretor da Chase Foundation of Virginia, outra entidade financiadora da Atlas, fundada por um membro da Sociedade Mont Pèlerin.
Outra grande fonte de dinheiro é o governo americano. A princípio, a Fundação Nacional para a Democracia encontrou dificuldades para criar entidades favoráveis aos interesses americanos no exterior. Gerardo Bongiovanni, presidente da Fundación Libertad, um _think tank_da Atlas em Rosario, na Argentina, afirmou durante uma palestra de Chafuen que a injeção de capital do Center for International Private Enterprise – parceiro do NED no ramo de subvenções – fora de apenas US$ 1 milhão entre 1985 e 1987. Os _think tanks_que receberam esse capital inicial logo fecharam as portas, alegando falta de treinamento em gestão, segundo Bongiovanni.
No entanto, a Atlas acabou conseguindo canalizar os fundos que vinham do NED e do CIPE, transformando o dinheiro do contribuinte americano em uma importante fonte de financiamento para uma rede cada vez maior. Os recursos ajudavam a manter _think tanks_na Europa do Leste, após a queda da União Soviética, e, mais tarde, para promover os interesses dos EUA no Oriente Médio. Entre os beneficiados com dinheiro do CIPE está a CEDICE Libertad, a entidade a que líder opositora venezuelana María Corina Machado fez questão de agradecer.
O assessor da Casa Branca Sebastian Gorka participa de uma entrevista do lado de fora da Ala Oeste da Casa Branca em 9 de junho de 2017 – Washington, EUA.
Foto: Chip Somodevilla/Getty Images
_ _No Brick Hotel, em Buenos Aires, Chafuen reflete sobre as três últimas décadas. “Fisher ficaria satisfeito; ele não acreditaria em quanto nossa rede cresceu”, afirma, observando que talvez o fundador da Atlas ficasse surpreso com o atual grau de envolvimento político do grupo.
Chafuen se animou com a eleição de Donald Trump para a presidência dos EUA. Ele é só elogios para a equipe do presidente. O que não é nenhuma surpresa, pois o governo Trump está cheio de amigos e membros de grupos ligados à Atlas. Sebastian Gorka, o islamofóbico assessor de contraterrorismo de Trump, dirigiu um _think tank_patrocinado pela Atlas na Hungria. O vice-presidente Mike Pence compareceu a um encontro da Atlas e teceu elogios ao grupo. A secretária de Educação Betsy DeVos trabalhou com Chafuen no Acton Institute, um _think tank_de Michigan que usa argumentos religiosos a favor das políticas libertárias – e que agora tem uma entidade subsidiária no Brasil, o Centro Interdisciplinar de Ética e Economia Personalista. Mas talvez a figura mais admirada por Chafuen no governo dos EUA seja Judy Shelton, uma economista e velha companheira da Atlas Network. Depois da vitória de Trump, Shelton foi nomeada presidente da NED. Ela havia sido assessora de Trump durante a campanha e o período de transição. Chafuen fica radiante ao falar sobre o assunto: “E agora tem gente da Atlas na presidência da Fundação Nacional para a Democracia (NED)”, comemora.
Antes de encerrar a entrevista, Chafuen sugere que ainda vem mais por aí: mais think tanks, mais tentativas de derrubar governos de esquerda, e mais pessoas ligadas à Atlas nos cargos mais altos de governos ao redor do mundo. “É um trabalho contínuo”, diz.
Mais tarde, Chafuen compareceu ao jantar de gala do Latin America Liberty Forum. Ao lado de um painel de especialistas da Atlas, ele discutiu a necessidade de reforçar os movimentos de oposição libertária no Equador e na Venezuela.
Danielle Mackey contribuiu na pesquisa para essa matéria. Tradução: Bernardo Tonasse
The post Esfera de influência: como os libertários americanos estão reinventando a política latino-americana appeared first on The Intercept.
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2017.07.01 23:15 topoeta Un clasico

Tilingos
Por Arturo Jauretche
CONFIRMADO me propuso este tema. Pensé entonces que era la oportunidad para ofrecer una respuesta, entre las muchas que pueden articularse, a un interrogante que plantea José Luis de Imaz en Los que mandan; "¿Por qué, no obstante su peso económico, su rol en la modernización, y haber sido innovadores tecnológicos, los empresarios no pesan en la vida del país?".
O pesan al revés. Este es el caso de ciertos tipos de grupos económicos capitalistas, adscriptos a la política de la Sociedad Rural, ya consolidados dentro del viejo sistema agro-importador, que prefieren un mercado interno pobre en condiciones de monopolio a un mercado en crecimiento en condiciones de competencia, como los que apoyaron la política de contención del progreso en las Juntas Reguladoras de la Década Infame. Sólo que éstos sí saben lo que quieren.
Pero no voy a hablar de economía, sino del tema propuesto; de la forma en que la tilinguería impone sus pautas, y cómo ellas están perturbando el desarrollo de la inteligencia nacional y sus impulsos creadores.
Y ésta es cosa de que debe tomar cuenta también el político militante, si es que no sabe que el comité ha muerto definitivamente. Porque los estados de opinión, entre los cuales tiene importancia fundamental el slogan que surge de la cuestión de los status, pesan mucho más que una recluta que sólo vale para las elecciones internas.
En el Espasa Calpe se lee tilingo: "Argentinismo: Insustancial, ligero, que habla muchas tonterías". Segovia, en su Diccionario de Argentinismo", expresa: "Dícese de la persona simple y ligera que suele hablar muchas tonterías".
Los paisanos, de un tipo así, dicen; "Hombre sin fundamento".
Don Hipólito -desde luego, Yrigoyen es el Hipólito por antonomasia- decía "palangana". Supongo a esta expresión tradicional y fundada en la poca cosa y mucho ruido de la enlosada al caer retumbante.
Usted lo conoce al tilingo. Y si no lo conoce, ahí lo tiene al lado, en esta mesa de un café céntrico donde se han sentado cuatro o cinco tipos con portafolios. Algún día habrá que escribir la historia del hombre del portafolio. Hubo la etapa de la posguerra con los "ingenieri" italianos recién llegados que escondían bajo el cuero -con una sugestión de planos y patentes de invención- el sandwich de milanesa del almuerzo. Ahora es posible que el portafolio contenga la cuarenta y cinco persuasiva, o la concluyente tartamuda portátil.
Pero esos que están en la mesa de al lado sólo llevan allí sueños, proyectos, hipotéticas transacciones. Andan a la búsqueda de enganchar algo, intermediar en alguna operación cualquiera para ganar una comisión, y muchas veces intermediando entre intermediarios. Generalmente se ayudan con el teléfono de un amigo que tiene escritorio y al que han pedido permiso para que les "dejen dicho". Ese teléfono, la mesa del café y el portafolio constituyen su establecimiento comercial.
Mientras llega "el asunto*', hablan de fútbol, de carreras, de política, de economía.
Cuando tocan estos dos temas últimos, nunca faltará quien diga: "Lo que pasa es que los obreros no producen". Ahí está el tilingo. No se le ha ocurrido averiguar qué es lo que él produce y qué producen todos ellos, puntas sueltas, mallas erradas en la enorme red de intermediación que es Buenos Aires.
Que un tipo que no produce diga, en una reunión de tipos que no producen, que no producen los únicos que producen algo, es tilinguería. En esto de producir, tenemos muchos productores rurales por el estilo que creen que la condición de productor la da la propiedad de una estancia, unos breeches y unas botas de polo, que viven en la ciudad -"porque mi señora dice que hay que educar a los chicos"- y dan una vuelta por el campo cada quince días. Productores rurales son los que trabajan y producen en el campo, que pueden ser patrones o peones, pero no los que no intervienen en la producción sino como propietarios, y que son rentistas aunque no arrienden. Estos también son de los que dicen que los "obreros" no producen. Y ya no desde la posición marginal del tipo del portafolio, sino empinándose como "fuerza viva" sobre la que descansa la economía del país.
Inevitablemente, éstos y otros representantes de la tilinguería son los que, ante la menor dificultad, califican al país: "Este país . de m...", colocándose fuera del mistao a los efectos de la adjetivación. Y la verdad es que el país lo único que tiene de eso son ellos: los tilingos.
El racismo es otra forma frecuente de la tilinguería.
La tilinguería racista no es de ahora y tiene la tradición histórica de todo el liberalismo. Su padre más conocido es Sarmiento, y ese racismo está contenido implícitamente en el pueril dilema de "civilización y barbarie". Todo lo respetable es del Norte de Europa, y lo intolerable, español o americano, mayormente si mestizo. De allí la imagen del mundo distribuido por la enseñanza y todos los medios de formación de la inteligencia que han manejado la superestructura cultural del país.
Recuerdo que cuando cayó Frondizi, uno de esos tilingos racistas me dijo, en medio de su euforia: -¡Por fin cayó el italiano! Se quedó un poco perplejo cuando yo le contesté: -¡Sí!, lo volteó Poggi.
Muchos estábamos enfrentados a Frondizi; pero es bueno que no nos confundan con estos otros que al margen de la realidad argentina, tan italiana en el presidente como en el general que lo volteó, sólo se guiaban por los esquemas de su tilinguería.
Ernesto Sábato, con buen humor, pero tal vez respirando por la herida, ha dicho en Sobre héroes y tumbas más o menos lo siguiente: "Más vale descender de un chanchero de Bayona llamado Vignau, que de un profesor de filosofía napolitano". La cita me chocó en mi trasfondo tilingo (fui a la misma escuela y leí la misma literatura) porque tengo una abuela bearnesa también Vignau, tal vez más que por lo de Bayona, por lo de chanchero (vuelvo a recordar que fui a la misma escuela, etcétera).
La verdad que ni el presidente ni el general son italianos. Simplemente son argentinos de esta Argentina real que los liberales apuraron cortando las raíces.
Pero la idea liberal o sarmientina no era ésa. Ella tenía, y tiene, una escala de valores raciales que se identifican por los apellidos cuando son extranjeros. Arriba están los nórdicos -con escandinavos, anglosajones y germánicos-; después siguen los franceses; y después los bearneses y los vascos; más abajo los españoles y los italianos, y al último, muy lejos, los turcos y los judíos. Cuando yo era chiquilín nunca oí nombrar a un inglés -que generalmente era irlandés, pero la diferencia era muy sutil para entonces- sin decir "Don", aunque estuviera "mamao hasta las patas". El francés, a veces, ligaba el Don; y en ocasiones, el vasco. Jamás el español, que era "gallego de...", lo mismo que el italiano "gringo de...". ¡Para qué hablar del turco y del ruso.'
En La condición del extranjero en América, Sarmiento parece revisar sus tesis sobre la inmigración. Pero no nos engañemos: se sintió defraudado por la misma porque vino del Mediodía de Europa. El hubiera querido una inmigración de arquetipos, y los arquetipos son los que estaban en lo alto de su escalera antiamericana y antiespañola.
Afortunadamente fracasó, y eso es lo que nos ha salvado como nación. En algún lugar he recordado las palabras de Hornero Manzi cuando me dijo: -Lo que nos ha salvado es la actitud del italiano y el turco, que en lugar de proponerse como arquetipos, propusieron como tal al gaucho; así, en el ridículo del cocoliche se nacionalizaron en lugar de desnacionalizarnos. Sólo falta imaginar lo que hubiera ocurrido si las pampas y las aldeas se hubieran poblado de los ejemplares arquetipos deseados por ese racismo, con la actitud de obsecuencia de las generaciones liberales para todo lo foráneo.
Ya se ha dicho que esa tilinguería racista viene de lejos.
Pero se acentúa cuando se producen cambios sociales. Entonces, la tilinguería se exacerba en una peyorativa actitud racista. Pasó con el acceso al poder del radicalismo. Los tilingos de entonces cargaron el acento sobre los apellidos italianos de la nueva promoción política suscitada con el ascenso de la clase media: la pequeña burguesía inmigratoria y los doctores de primera napa nacional.
La oposición conservadora adoptó un aire peyorativo que se tradujo en toda una literatura política, que fue del periódico -La Mañana y La Fronda, sucesivamente, fueron sus expresiones más calificadas- hasta el discurso parlamentario. Se jugaba, por ejemplo, con la equívoca significación de algunos apellidos; así, la triple fórmula Coulom-Coulin-Culacciatti, que integraba, con la igual finalidad peyorativa hacia los criollos desconocidos, don Julio del C. Moreno -un personaje riojano- completaba el ridículo en la imagen anal. Hasta cuando el apellido era patricio se lo modificaba para ponerlo a tono: así, padeciendo Yrigoyen de un posible mal de las vías urinarias, el doctor Meabe, su médico de cabecera, se convertía en el doctor Meabene para adecuarlo a la cita siguiente que era la de un correligionario de la 3a Don Plácido Meo.
En realidad, para los que lo escribían no se trataba de otra cosa que de un recurso humorístico. Pero para el tilingo de entonces el fundamento más real, el que más invocaba, el que más jugaba, era ese de los "gringos", Y lo de "gringos" sólo jugaba para los descendientes de inmigrantes provenientes del Mediodía de Europa. No para los otros.
Pasó mucha agua bajo los puentes, y vino otro movimiento multitudinario: el de 1945. Ya los gringos se habían incorporado y su presencia política no lesionaba a la tilinguería, no sé si es porque de las nuevas promociones ascendentes habían salido también promociones de tilingos. Sólo así puede explicarse que un hijo de italianos -Sammartino- haya hablado despectivamente de los "negros" al referirse al "aluvión zoológico", en una caracterización evidentemente racial y peyorativa, cuando aún estaba fresca la tinta que lo había calificado a él también peyorativamente.
Que "el gringuito" de unos pocos años atrás se sienta vieja clase frente a los descendientes de los conquistadores en la confrontación de sus apellidos no revela simplemente que "el gringuito" se ha incorporado a la tilinguería. Lo grave es que se ha frustrado como guarango. Y la guaranguería es la espontaneidad de las nuevas clases, de las promociones que irrumpen con cada ascenso de la sociedad, porque los dos grandes movimientos populares del siglo -el de 1914-16 y el de 1943-45- han sido la expresión de eso: de ascensos masivos.
No corresponde aquí desentrañar las raíces económico-sociales de los dos hechos históricos; ni siquiera la coincidencia con las dos guerras mundiales que nos aislaron de los países arquetipos en una neutralidad intolerable para los tilingos, pero que dio las bases para una consolidación propia.
Usted puede hacer un fácil test. Yo lo he hecho.
Sé que un fulano se ha gastado 15 millones de pesos en un departamento de la Avenida del Libertador. Nos encontramos y le adivino la intención de informarme de su compra, como corresponde al guarango. Pero yo quiero saber si está frustrado como tal y lo madrugo diciéndole antes de que me dé la noticia:
-Estoy muy afligido por un amigo que se ha gastado más de 10 millones en un departamento de la Avenida del Libertador... -¿Y por qué se aflige? -me pregunta inquieto. Le contesto: -Y... porque la Avenida del Libertador no es "bien"... -Pero entonces..., ¿qué es "bien"? -pregunta desesperado. -"Bien" es de la plaza San Martín hasta la Recoleta, de Santa Fe al Bajo. Y dentro de ese radio. "bien", "muy bien", el codo aristocrático de Arroyo, como dice Mallea: Juncal, Guido, Parera. . .
Le veo en la cara al hombre que está desesperado. Y entonces, lo remato: -La Avenida del Libertador es como tener un leopardo de tapicería sobre el respaldo del asiento trasero del coche.
El leopardo lo tiró a la vuelta. Del departamento no sé.
Pienso que lo hecho es una crueldad, pero la investigación "científica" es así... cruel como la vivisección.
Yo quería saber si el hombre era un burgués con toda la barba o un tímido burguesito en camino de terminar en tilingo. El que es verdaderamente burgués sigue adelante, cumple su gusto, se realiza con la arrogancia del vencedor y compra en la Avenida del Libertador, precisamente porque es caro, porque acredita su victoria y la prestigia ante los burgueses. Si quiere barrio, compra; y si quiere apellido y mujer distinguida, compra también. Podría citar casos. Pero no se achica, se disminuye; no se acomoda a los esquemas y limitaciones de los tilingos.
De aquí que mientras en Europa y en Estados Unidos un banquero o un industrial miran a un ganadero como un "juntabosta", aquí el ganadero lo mira por arriba del hombro al empresario. Y el empresario, que quiere ser "bien", se ve obligado a comprar estancia, a tener cabaña -así sea de perros-, porque sólo por la Rural, y tal vez por el Kennel Club, puede lograr ascenso social que apetece.
Lógicamente esta burguesía, desde que imita a la vieja clase, se somete a todas sus normas y, por consecuencia, también en política. Ese sometimiento y esa adhesión a las viejas clases -incongruente económicamente- no sólo se ejerce verticalmente. También horizontalmente, cuando contemplamos la geografía social del país.
Así, los titulares de los intereses vitivinícolas de Cuyo y los tabacaleros, azucareros y fruticultores del Norte, que necesitan un mercado interno de alto poder de compra -es decir, que el Litoral desarrolle una política de alto nivel de vida-, están ligados políticamente a los conservadores del Litoral, gobernados por cabañeros e invernadores cuya tendencia es producir a bajo costo en un mercado de poco poder adquisitivo para cumplir la función asignada en la división internacional del trabajo como abastecedores ultramarinos de las metrópolis.
Esta incongruencia es difícil de explicar, pero no son ajenos a ella el prestigio social del Litoral y la incapacidad burguesa de los del interior en los respectivos grupos patronales. Esta gente de Cuyo y del Norte es muchas veces portadora de apellidos españoles de abolengo arribeño, de mucho mayor cotización histórica que los abajeños del puerto. Pero queriendo asimilarse a la alta clase del puerto se han sometido a las normas políticas e ideológicas de los principales. De "bien" provincianos, quieren ser "bien" en la Capital. ¿Cómo extrañar entonces que los guarangos frustrados del Litoral se hagan tilingos, si la misma tilinguería la padecen muchos aristocráticos descendientes de la Conquista por el Perú?
La tilinguería cotiza una marca de vino, un tabaco, un pomelo, o una palta, muy por debajo de un toro lleno de medallas. Se entra muy bien en la alta sociedad llevando de la rienda al toro, pero es difícil mostrando una botella de vino por lujosa que sea la etiqueta, por más sugestiones de chateau que evoque, tanto en la presentación como en la exquisita calidad del producto.
A un cuarto de siglo de la entrada del país al capitalismo, debemos recordar que el capitalismo naciente en la Argentina fue ajeno en sus hombres al hecho histórico que lo provocaba, produciéndose la paradoja de que le correspondiese a la clase obrera abrir la etapa del desarrollo económico burgués. Más aún: la nueva burguesía sigue aún incapacitada para jugar su papel, y es precisamente porque en la medida que asciende, pierde conciencia de su propia realidad para hacer suya la imagen de importancia que le presenta el tilingo. Se queda en el "medio pelo" y, rechazando el triunfo burgués, se adecúa al remedo, a la imitación de la alta clase con la que cree tomar contacto cuando se acomoda a la imagen de alta sociedad que le brindan los declasados.
Hubo un tiempo en que los venidos a menos económica y socialmente se jactaban de ser un pequeño sector domiciliado en el "Palacio de los Patos" de la calle Ugarteche. Ahora se han multiplicado. desde detrás de la Recoleta hasta San Fernando, a lo largo de las vías del Central Argentino. (Lo designo así porque la nueva nominación ferroviaria es completamente tilinga, aunque la hayan hecho los guarangos, lo que prueba que, en esta materia, todos tenemos tejado de vidrio.)
Landrú ha identificado perfectamente los personajes describiendo en el "gordi" y el "mersa" la oposición tilinguería-guaranguería. El botellero próspero, con su Valiant resplandeciente, es feliz echándole soda al vino de marca, ocupando las mesas de los restaurantes caros, hablando fuerte de lo que dijo-"su señora", mientras "cena".
Está en el camino de constituir una burguesía. Todavía no tiene conciencia de que constituye un sector de la sociedad correspondiente a una etapa de la economía, y no ha alcanzado a comprender la correspondencia de sus intereses personales con los intereses de su grupo. Hijo de sus aptitudes capitalistas -aunque muchas veces también más de la inflación que de su capacidad, o de equívocas actividades comerciales-, está en el camino de constituir una burguesía. Pero en el momento de definirse como burgués y adquirir la psicología correspondiente, nota el contraste de sus gustos y normas con lo que es "bien".
Desde que se ha mudado al barrio Norte, desde Gerli o Quilmes, y la "señora" ha olvidado la batea deslumbrada por la máquina de lavar, ha hecho nuevos contactos que le dan la idea de una meta social que tiene que alcanzar. Comienza él también a añorar la época en que "el servicio daba gusto" y en que el obrero -el "negro"- se mantenía "donde debe estar". Olvida de inmediato que es precisamente ese cambio el padre de su prosperidad y de su posibilidad de acceso a niveles más altos. Más aún. que el mantenimiento de ese cambio y su profundización es su única garantía. Quiere dejar de ser "mersa" y sólo logra ser "gordi". E inmediatamente tiene el complejo político del "gordi", a quien comienza a imitar.
Y comienza a imitar a una imitación, tomando por modelo las malas copias. Porque la tilinguería constituida por las "gordis" no es ni remotamente la alta clase a la que cree aproximarse.
Desde la época en que los declasados se refugiaban en la calle Ugarteche, todo el "Norte" liminar se ha llenado de falsos declasados. Se ha constituido un sector social entero que vive en la convención de que "todo tiempo pasado fue mejor" en aquella "Jauja" retrospectiva -"cuando la tía Leonor tenía Lando"-; de miles de familias que se aterran al recuerdo de un ascendiente que figuró algo en la segunda y la tercera línea de los amanuenses de la oligarquía, Descendientes de militares -un oficio generalmente despreciado por la alta clase-, de secretarios de juzgados, directores de oficinas, bancarios pueblerinos y hasta de conscriptos de Curu-malal, se han construido imaginativamente un pasado señoril que tratan de revivir en una vida forzada que absorbe casi todos sus recursos en gastos de representación.
Revista Confirmado
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2017.03.19 16:22 felipostero China ha marcado con claridad el camino del futuro para dar un vuelco radical al orden financiero y económico vigente y le ha puesto un nombre a su estilo : El cinturón, la carretera y los pasos hacia el "gran salto"

China ha marcado con claridad el camino del futuro y le ha puesto un nombre a su estilo: “Un cinturón, una carretera”. Parece ya muy lejano aquel año de 2013 cuando el presidente Xi Jinping hizo una propuesta para dar un vuelco radical al orden financiero y económico hasta entonces vigente.
Es lo que se conoce popularmente como “Nueva ruta de la seda”, un nombre mucho más fácil de retener que el oficial.
Poca gente se dio cuenta entonces de lo que representaba una iniciativa de estas características puesto que no sólo suponía el inicio de un nuevo orden económico, sino que iba acompañada de toda una revisión del sistema financiero en el que se sustentaba hasta entonces el mundo y que se basaba en el sistema de Bretton Woods que ha regido desde la II Guerra Mundial. Porque en paralelo a esta “Nueva ruta de la seda” se ponía en marcha el Banco Asiático de Inversión en Infraestructuras (BAII), el organismo financiero que la da soporte.
Poca gente se dio cuenta entonces de que China es un país gobernado formalmente por el Partido Comunista, que la mayoría de sus grandes empresas y bancos están en manos del Estado y que, en síntesis, la “Nueva ruta de la seda” y todo lo que la acompaña representa una ambiciosa (y al mismo tiempo preocupante, para Occidente) expansión del capitalismo de Estado tanto en el ámbito económico como en el financiero. No hay que perder de vista que cuatro de los cinco bancos más grandes, en cuanto a volumen de dinero, reservas y negocios, son chinos. El otro es japonés.
Pero en lo que sí cayeron algunos, como EEUU, fue en que la “Nueva ruta de la seda” no sólo era la versión moderna de la abierta por la propia China hace más de 2000 años, sino que esta tenía un componente nuevo: no sólo era terrestre, sino que incluía el transporte marítimo. De ahí lo de “cinturón”, que hace referencia a un cinturón marítimo puesto que lo de “carretera” es evidente para el desarrollo por tierra. Teniendo en cuenta que el mar ha sido tradicionalmente el Talón de Aquiles de China, EEUU se puso manos a la obra para evitarlo e inició toda una estrategia de cerco marítimo, reforzando y multiplicando su presencia militar en los países asiáticos y oceánicos.
Este fue el eje sobre el que Obama quiso que pivotase su segundo mandato (1). Tenía claro que una combinación de poder territorial y marítimo suponía el fin de la hegemonía comercial estadounidense en Asia, por lo que pese a muchas reticencias terminó adhiriéndose a la Asociación Trans-Pacífico aunque su sucesor, Donald Trump, ha dado marcha atrás y ha retirado a EEUU de la misma. Ironías del destino, los ahora huérfanos países de la fenecida ATP quieren invitar a China a que forme parte de esa asociación, a la que dicen querer reformar de sus pretensiones iniciales, y China se está dejando querer.
Otros, como Rusia, vieron el cielo abierto con la iniciativa de “Un cinturón, una carretera”. Aunque no fue inmediato el interés que Rusia puso en ella, las sanciones que impuso EEUU en 2014 (a las que se sumó irreflexivamente la Unión Europea) hicieron que el sector euroasiático del Kremlin ganase finalmente el enfrentamiento con los euroatlánticos y la política tradicional del Kremlin de mirar a Europa cambió hacia Asia, hasta entonces considerado sólo un territorio secundario a excepción del correspondiente a los países que habían formado parte de la Unión Soviética. Y en Asia la potencia incuestionable es China.
China no dio este paso a la ligera. Lleva años de penetración callada en todos los continentes haciendo gala del “consenso de Beijing”, la considerada ideología oficial en política exterior y que, en síntesis, se basa en la multipolaridad, la no injerencia y la diplomacia. Tres aspectos que están en las antípodas de la forma en que EEUU (como el resto de países occidentales) se ha venido comportando para lograr su hegemonía mundial.
Son ya muchos los países de todos los continentes que han constatado que China apuesta por el desarrollo pacífico y por minimizar el conflicto para facilitar el desarrollo económico y las inversiones. Es una opinión muy extendida, sobre todo en los países africanos y asiáticos. Y son muchos los que ya contraponen este sistema al del FMI y al del BM. Pero a quien le corresponde hacer que la diferencia sea palpable en todo el planeta es a la misma China y aquí tiene un claro déficit: su propia situación interna (corrupción, desarrollismo a cualquier costo, aumento de la desigualdad social y conflictos sociales generados por todo ello) suele ser puesta de relieve por Occidente para atemperar las ansias de cambio de otros países y el que miren como nuevo referente económico y financiero a China.
Así que esta es una de las razones del giro interno dado no hace mucho por la dirección del PCCh, con el presidente Xi Jinping a la cabeza, y la lucha no sólo contra la corrupción sino contra la pobreza y un mayor interés en las cuestiones ambientales que se acaba de sancionar en la recién terminada reunión anual de la Asamblea Nacional Popular (5-15 de marzo).
Los pasos hacia el “gran salto”
En esta reunión se ha podido constatar que dentro del PCCh hay dos sectores, al igual que en el Kremlin, aunque no se les puede denominar igual que a los rusos pese a que tengan la misma o muy parecida orientación. Dentro del PCCh hay quien apuesta por una mayor rapidez en cuanto a desbancar a EEUU como superpotencia –sobre todo el sector vinculado con el Ejército- y quien dice que hay que ralentizar todo el proceso para evitar un enfrentamiento abierto en unos momentos en los que China aún está por debajo de EEUU en términos militares.
Este sector afirma que aunque China ya no está en una situación como la de las tres grandes crisis que ha sufrido en los últimos 20 años como consecuencia de la rápida integración a una economía globalizada (lo que consideran “crisis importadas”) y que ha resistido muy bien la penúltima agresión económica externa de 2015, cuando varios ataques simultáneos de los grandes intereses financieros, desde dentro y fuera de China, causaron importantes caídas en los mercados de valores y una reducción de las reservas de divisas, aún no se es lo suficientemente fuerte como para dar “el gran salto”.
Esta es la posición de la gran mayoría del sector gobernante, que ha retrasado todo lo que ha podido el sistema financiero alternativo (principalmente el BAII) y apuesta siempre que puede por mantener la supremacía del sistema de Bretton Woods (léase el FMI y el BM) hasta que llegue ese momento del “gran salto”. Así hay que interpretar las constantes apelaciones chinas a que el BAII “complementa” a esas dos instituciones.
Sin embargo, la situación de crisis mundial de los países capitalistas clásicos está haciendo casi imposible esa espera. El BAII es claramente ya la alternativa tanto al FMI como al BM y los hechos son tozudos al respecto: sólo en el año que lleva plenamente operativo ha concedido créditos, en yuanes, por un equivalente a los 48.000 millones de euros para financiar la friolera de 120 proyectos relacionados con la “Nueva ruta de la seda”. El último hasta el momento ha sido otorgado el pasado 13 de marzo a Filipinas –con lo que queda palpable el giro que da este país en sus relaciones exteriores, distanciándose aún más de EEUU- por un equivalente, en yuanes, a 6.900 millones de euros. Por el contrario, el Banco Asiático de Desarrollo, que lidera Japón y que también es subsidiario del BM, otorgó en 2016 únicamente 13'5 millones de euros para proyectos en infraestructuras aun reconociendo que la región necesita una inversión anual de 800 millones sólo en ese aspecto. Como se ve, la diferencia es abismal y los países asiáticos se dan perfecta cuenta de ello.
A estos proyectos y créditos hay que sumar los concedidos por China a América Latina –si bien no han sido realizados o bien bajo la cobertura del BAII sino del Nuevo Banco de Desarrollo de los BRICS (otra de las instituciones alternativas al FMI y al BM), como es el caso de los proyectos en Brasil, o bien de forma unilateral- y que suponen un total de 21.200 millones de dólares (aquí sí en esta moneda) superando, con mucho, lo concedido en el mismo tiempo por el BM y su subsidiario zonal, el Banco Interamericano de Desarrollo, y que ha sido de 11.600 millones en total.
Al mismo tiempo, China es el principal suministrador de créditos a 15 países africanos (de los 54 que componen el continente) y está cogiendo cada vez más fuerza incluso en la moribunda Unión Europea, donde ya es el principal socio comercial de Alemania (170 millones de euros de comercio anual), superando a los EEUU (165 millones de euros).
Por lo tanto, la tendencia es ya global e imparable. Este papel claramente hegemónico o, si parece muy fuerte la expresión, preponderante en las relaciones internacionales representa un contrapeso, quiérase o no, del sistema occidental basado en Bretton Woods y muestra que China tiene capacidad para dar un giro al sistema económico global. Si quisiera. Porque en estos momentos quien lleva la voz cantante en el Partido Comunista de China es el sector que quiere mantener a cualquier costa las conexiones con Occidente sin asustar demasiado.
Este sector no quiere convertir al BAII en la alternativa definitiva al FMI y al BM, de ahí la insistencia en que son instituciones “complementarias”, y tampoco quiere reemplazar al dólar como moneda de referencia del mundo a pesar de constatar una y otra vez que EEUU rescribe sus propias normas, como ha hecho con el FMI, por ejemplo, para responder a la subida de los rivales económicos. EEUU tuvo que admitir que el yuan formase parte de la canasta de monedas de reserva (divisas) del FMI pero al mismo tiempo impuso un cambio normativo en el que los préstamos emitidos en dólares deben ser pagados en su totalidad pero no así los de otras monedas. Eso perjudica de forma clara a China.
Sin embargo, las tensiones internas y la propia dinámica económica global, con un descenso de la hegemonía occidental y el creciente auge del resto (la propia China, así como India e, incluso, Rusia) hacen que ese reemplazo esté mucho más cerca de lo que a este sector le gustaría y el camino es cada vez más rápido hacia la igualdad yuan-dólar en cuanto al comercio internacional y transacciones financieras se refiere. El ser ya moneda de reserva en la canasta del FMI lo hace inevitable, aunque se podrá acelerar más o menos. Esa es la baza que ahora, después de la Asamblea Nacional Popular van a jugar los dirigentes chinos.
El BAII tiene ya su propio ritmo y su simple entrada en funcionamiento, en enero del año pasado, ha supuesto una mayor coordinación de los esfuerzos financieros de China para la exportación de capital, el fortalecimiento de los vínculos financieros con otros países, especialmente los asiáticos, y se ha otorgado más formalidad a esos vínculos dotándoles de un alcance mucho mayor que el económico. Ha puesto ya la base para una mayor influencia estratégica de China en todo el mundo y así lo han reconocido países aliados tradicionales de EEUU, como Alemania o Gran Bretaña, que se han sumado al BAII desoyendo a los estadounidenses. Es la primera vez en la historia reciente que EEUU (y Japón) queda fuera de una institución financiera de este relieve y pone de manifiesto que están empezando a surgir importantes contradicciones entre EEUU y sus aliados. El hecho ya mencionado de que China se haya convertido en el primer socio comercial de Alemania es suficientemente significativo al respecto.
Esto supone un espaldarazo al sector del PCCh que quiere ir más deprisa y desbancar a EEUU como superpotencia. Estamos en un momento histórico, dicen, “donde los planes de reformar la globalización prescindiendo del neoliberalismo para mejorar la vida del planeta están a punto de erosionar el orden liberal internacional que EEUU ha impuesto al mundo desde 1945”. Este sector está creciendo e imponiendo algunas cuestiones en el discurso, como quedó patente en la última cumbre del G-20, celebrada precisamente en China, cuando Xi Jinping hizo un llamamiento a una “nueva globalización” fuera de los parámetros neoliberales, de los valores occidentales y de sus instrumentos (2), haciendo hincapié en que cada país tiene que seguir su propio camino específico hacia el desarrollo “fuera del desastroso, largo y ruinoso camino de extender la democracia tal y como lo planteaba la antigua globalización”.
Por si no hubiese quedado claro el mensaje, en esta crucial reunión de la Asamblea Nacional Popular se ha contrapuesto la situación en los países occidentales (con referencias a EEUU y a la UE) con “la estabilidad del sistema comunista”. Y se ha utilizado una cita de Mao para afirmar que “la aparición de la crisis social del capitalismo es la evidencia más actualizada para mostrar la superioridad del socialismo y del marxismo”. Es la primera vez en mucho tiempo que se utiliza un lenguaje semejante, sobre todo cuando se añade que “la democracia de estilo occidental solía ser un poder reconocido en la historia para impulsar el desarrollo social, pero ahora se ha llegado a su límite (…) puesto que está secuestrada por los capitales y se ha convertido en el arma para los capitalistas que persiguen beneficios”.
Si China no está mostrando el camino, sí está diciendo “aquí estoy” y presentándose como una superpotencia estable, promocionando sus valores –tanto económicos como políticos- para encabezar esa nueva globalización que reclamó en el G-20. Incluso se llega a afirmar que se está casi en una situación inversa respecto a 1979, cuando China y EEUU restablecieron relaciones diplomáticas, y donde el impacto ideológico, institucional y económico de EEUU en China fue brutal y espectacular, pero ahora la situación es otra puesto que ya no es EEUU quien marca el paso en muchos aspectos, sino China. Incluso en un asunto de importancia capital: la cibernética.
China tiene el sistema más grande de telecomunicaciones del planeta, la red ferroviaria de alta velocidad más larga del mundo y ahora es quien utiliza la política industrial y comercial para dominar las tecnologías emergentes, quien hace inversiones masivas de capital como se ha apuntado antes y quien lleva nuevas ideas al mercado a escala mundial. Desde EEUU aún se dice que China no innova, que solo imita, pero pese a ello ya considera al país asiático como su gran rival pese a la retórica con la “amenaza rusa”.
La amenaza Trump
En EEUU están hoy más preocupados con los grandes planes económicos y financieros de China que con Rusia, pese a las apariencias. Trump se dio cuenta de ello cuando pretendió buscar un acercamiento a Rusia para debilitar la alianza estratégica que este país mantiene con China, pero la “rusofobia” del “estado profundo” le está haciendo desistir a marchas forzadas de ese acercamiento y China está sacando partido de todo ello mientras tanto.
China sabe que es una tregua temporal, que cuando se asiente Trump, gane o pierda su enfrentamiento con el “estado profundo”, no sólo van a volver las tensiones sino que se van a multiplicar. Y para ello tiene que estar preparada porque de ello depende el éxito de “Un cinturón, una carretera” dado que China ya ha dejado claro que pretende liderar el mundo a través de las infraestructuras.
China está construyendo todo un entramado financiero y económico que va a unir y enriquecer a las naciones y muchas de ellas ya han convertido a este país en su principal socio comercial. Para esto es el BAII, el corazón de toda la estrategia china y de la que la sangre es “Un cinturón, una carretera”. La torpeza de EEUU de no unirse al BAII está provocando que EEUU sea espectador de las grandes transformaciones que se están dando en el mundo. EEUU se ha pasado décadas sermoneando, y amenazando, a los países sobre mundo libre, democracia y todas esas monsergas mientras China se limita a construir aeropuertos, puertos y carreteras.
Por eso en estos momentos a EEUU sólo le queda el único recurso del que dispone en estos momentos para impedir ser desbancado como gran superpotencia: agitar las tensiones bélicas, como está haciendo ahora mismo en el Mar Meridional de China. Hoy por hoy su poderío militar es superior al chino. Pero eso está también cambiando y vemos cómo China está construyendo de forma acelerada toda una cúpula con la que va a proteger su estrategia de “Un cinturón, una carretera”.
Poder militar
Para que China sea de forma clara una superpotencia sólo le falta un elemento: poder militar. No hay más que mirar el desarrollo histórico de EEUU para darse cuenta de que su posición dominante como país se sustenta en la posición dominante del dólar, y ello ha sido posible por el apoyo, y la intimidación, que ha supuesto su poderío militar y su despliegue de bases por todo el mundo.
El dólar domina la economía mundial en tanto en cuanto continúe su superioridad militar y mantenga las bases militares estadounidenses que lo sustentan a lo largo de la Tierra. Mientras existió la URSS tuvo un cierto contrapoder que ahora no existe y por eso inició guerras (Yugoslavia, Afganistán), invasiones (Irak) y promovió derrocamiento de gobiernos (Libia) con un único fin: mantener el papel del dólar. Esto es difícilmente cuestionable en lo referente a Irak y Libia, dos países que habían mostrado su voluntad de deshacerse del dólar como moneda de cambio en las transacciones financieras y comerciales.
Para EEUU es vital que el dólar sea hegemónico, por lo que todo lo que socave este principio es una amenaza directa. En defensa de esta hegemonía monetaria EEUU utiliza muchos argumentos, desde las monsergas sobre la defensa del libre comercio hasta las sanciones y la guerra. Pero con China se está quedando sin ellos. Es imposible sancionar a la primera economía del mundo, como ya es reconocido de forma oficial incluso por la CIA (3), es difícil sostener el discurso sobre que China no es una economía de libre comercio –sobre todo después de que China forma parte de la OMC, pese a las reticencias sobre si cumple todos los parámetros- y es muy complicado ir a la guerra aunque no sea una opción que descarten los militaristas del Pentágono.
Por si acaso, el desarrollo chino en este aspecto es más que acelerado: su programa de misiles puede hundir portaaviones enemigos; las bases de EEUU en Japón y otros países cercanos están directamente amenazadas en caso de confrontación bélica; ha comprado los sofisticados sistemas de misiles defensivos rusos S-400 (por encima de ellos sólo están los S-500, de uso exclusivo ruso), así como un nuevo lote de aviones Sujoi-35 y Sujoi-37 que tan buenos resultados están demostrando en Siria; ha presentado su nuevo avión J-20, el más rápido en estos momentos y con el que EEUU pierde su superioridad aérea y ha anunciado que pronto contará con un motor de fabricación china y, lo más importante, está ampliando con una rapidez sorprendente su flota marítima anunciando que para finales de este año ya contará con un segundo portaaviones y que está iniciando la construcción de un tercero, así como submarinos, fragatas, corbetas y otras naves de combate. La meta es tener cinco en funcionamiento para 2020. Aún así aún estará lejos de EEUU en este aspecto, puesto que tiene 11 portaaviones, pero esa hipotética desventaja la suple con la cercanía de los puertos de abastecimiento y con los misiles anti-portaaviones como el “Viento del Este”.
El objetivo en este aspecto es claro y así lo ha refrendado, negro sobre blanco, la Asamblea Nacional Popular en la reunión que acaba de finalizar: sólo con un poder militar “adecuado” se podrá tener la certeza de que la estrategia económica y financiera diseñada cumple sus objetivos. Especialmente, en lo referente al control del comercio marítimo, al cinturón de la “Nueva Ruta de la seda”. Porque, como también se ha dicho, “como consecuencia de los cambios profundos que se están produciendo en el orden mundial, el país está dispuesto a hacer frente a cualquier tipo de situaciones complicadas tanto dentro como fuera de China”. Es la primera vez en la historia milenaria de China en la que se hace mención expresa de actuar más allá de sus fronteras. Es el paso adelante que asegura el cinturón y la carretera y que precede al “gran salto”.
Texto completo en: http://www.lahaine.org/china-el-cinturon-la-carretera
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2016.10.01 21:26 podemosspb El Da Vinci español que dijo 'no' a Apple. Ideas evolutivas versus ideas revolucionarias.

Noticia original con fotos en: http://www.elmundo.es/papel/historias/2016/09/30/57ecfc92e5fdea17108b463a.html
Imagine que recibe un email de un cazatalentos internacional de Apple en el que se le pide una cita para tomar un café dentro de media hora. ¿Qué hace? ¿Acudir corriendo?
Mejor montar en bici. Eso hizo Rodrigo García un día después de haber triunfado en Londres con una exposición de sus inventos en el Royal College of Art. Imposible fiarse de un taxi en hora crítica de tráfico más aún cuando vives en la otra punta de la ciudad.
Pedaleó como si fuera un escapado que huye del pelotón en una etapa del Tour hasta que milagrosamente alcanzó la meta. Entonces le informaron que había un error y que el encuentro era al día siguiente. Daba igual: había llegado a tiempo. Apple, la empresa más valorada en bolsa del mundo por aquel entonces, quería ficharlo para su prestigioso equipo de diseño. Dos años después, Rodrigo García (Vitoria, 1984) reconoce no tener mucho dinero. Pero no se arrepiente de haber rechazado la oferta del imperio fundado por Steve Jobs. Quiere seguir su propio camino.
Tras varios meses de tanteos telefónicos, por fin hace una escala en Madrid, donde viven sus padres, y podemos encontrarnos. Desconocido en nuestro país, puede presumir de haber sido el primer europeo (pionero, así los llaman) invitado a participar en el programa We Solve for X, una comunidad creada por Google que reúne a inventores y pensadores para hablar de soluciones tecnológicas y medioambientales. De su imaginación han surgido artilugios tan curiosos como una maleta que te sigue como un perrito faldero gracias al bluetooth del móvil, una nube artificial que distribuye agua y una plantilla perforada con agujeros para ver más nítidamente, ideal para fabricar gafas de forma sencilla en países en vías de desarrollo. Aunque seguramente su creación más relevante sea la gotella, al menos la que ha generado más expectativas.
Un invento que ha puesto en alerta al lobby de la industria del plástico y cuya implantación podría suponer una revolución ecológica. Sin aventurar sobre el futuro de sus proyectos, sí se puede asegurar que este chico es una de las mentes más inquietas y creativas del siglo XXI español.García espera refugiado en un toldo, que hace de escudo frente al sol de verano, de la cafetería de Avenida de América donde hemos quedado. Al contrario que con Apple, se ha presentado a la cita con cinco minutos de adelanto. Pide un zumo de naranja y va armado con un ordenador portátil y un teléfono analógico que parece rescatado de finales del siglo pasado.
¿El hombre tecnológico no tiene un 'smartphone'? (Se ríe) Éste funciona bien. Hace cuatro años me vi obligado a comprarme un smartphone en Inglaterra, que todavía uso en el trabajo, porque iba de un lado a otro siempre con un callejero de bolsillo y varias veces me equivocaba de dirección. Orientarse en Londres es complicado, hay muchas calles con el mismo nombre y tuve que recurrir a los mapas por GPS.
Es alto, ordenado y cuando no encuentra la palabra exacta, se disculpa: dice que lleva mucho tiempo comunicándose en inglés. García ha fundado en la capital británica Skipping Rocks, una empresa con un reducido grupo de socios, la mayoría químicos, levantada con ayudas europeas y el dinero de los premios internacionales que García ha ganado con sus inventos.
¿Cómo nace una idea capaz de resolver una necesidad o incluso crearla? Mira (coge su zumo de naranja), se puede decir que hay dos tendencias básicas en diseño: la primera se podría llamar evolutiva, en la que podríamos coger este vaso que ya sabemos que cumple su función y pensar en un nuevo material o en lograr un diseño más ergonómico. Con la otra tendríamos la revolucionaria, que consiste en plantearse de cero el problema de cómo beber.
¿Podríamos lograr un mecanismo capaz de beber de la mano de forma higiénica? ¿Hacer que el líquido se contenga en sí mismo sin necesidad de vaso? Ése es el planteamiento. Esa reflexión debe ser complicada cuando tienes tantos en proyectos en marcha. En nuestro grupo somos muy buenos en empezar cosas y malos para terminarlas -se ríe-. Trabajamos hasta en 20 ideas. Últimamente nos hemos dedicado a investigar en unas dobles pieles fáciles de desprender que podrían emplearse en el tratamiento de quemaduras o para protegerte del sol si vas a la playa.
En el portátil me muestra la evolución de su gotella (gota+botella), un trabajo en el que ha invertido mucho tiempo. Esta alternativa a la botella de plástico nace a partir de un alga tratada con la técnica de esferificación, un proceso de coagulación empleado durante décadas en la industria alimentaria y que Ferran Adrià trasladó a la alta cocina. De ahí surge un envase de textura gelatinosa barato (dos céntimos cada unidad), resistente, biodegradable como una piel de fruta y hasta comestible (eso sí, totalmente insípido).
Su filosofía: "No quiero llenar el mundo de cosas nuevas. Tan sólo que las cosas sean más sencillas"
Las mayores empresas embotelladoras del mundo se han puesto en contacto con él, aunque su implantación industrial parece todavía lejana. El valor de este producto creado por García radica en su coste medioambiental, infinitamente inferior al del polietileno habitual en envases y botellas. Un asunto nada baladí si tenemos en cuenta que se estima que, en la era del plástico, el ser humano lleva producidos 5.000 millones de toneladas en los últimos 40 años y sus vertederos se extienden por tierras y mares.
La imaginación de este hombre más que precoz es preclara.
De adolescente estaba convencido en estudiar diseño industrial, pero al final se decantó por la arquitectura. Iba a sorprender con su heterodoxia desde su ingreso en la Escuela de la Politécnica de Madrid. Todas sus ideas constructivas iban dirigidas a reducir el impacto del urbanismo en el paisaje y no dudó en plantear proyectos tan originales como casas que se esconden, casas con patas o algo tan arriesgado como su multipremiado proyecto final de carrera: un edificio de 12 plantas con estructuras desplegables basadas en los fundamentos de la geometría. Lo impactante es que esa mole estaba diseñada para montarse en tan sólo tres horas.
De Madrid pasaría por Suecia, India y Chile, destinos académicos tan distintos como claves en su formación. Su entusiasmo pausado no anuncia la cantidad de cosas que es capaz de hacer a la vez. Compagina su vocación científica en distintos campos con la de actor. Sí, Rodrigo García es experto en el arte teatral de la improvisación, que cultiva desde sus años escolares, incluso ha ganado alguna competición y colaborado con distintas compañías. Algo muy útil ya que para él esta disciplina y la innovación tecnológica se rigen por normas similares: «En ambos mundos hay que estar abierto a todo y aprender que el error es un acierto», asegura.
Además de su labor como profesor en Kingston y en el Imperial College y la gestión de su empresa, García viaja por toda Europa contratado por empresas de muy diferente perfil con la misión de «solucionar problemas». Es como el Señor Lobo del I+D.Cuando uno piensa en un inventor español recuerda sus libros de texto de la EGB y las menciones a Isaac Peral y su submarino o a Juan de la Cierva, precursor del helicóptero. Quien ha disfrutado de un profesor de Ciencias estimulante quizás haya oído hablar del injustamente olvidado Torres Quevedo, considerado nuestro Leonardo Da Vinci.
Otra referencia coloquial a la innovación más loca se produce al oír a nuestros padres o abuelos identificar un disparate con la frase «esto es como un invento del TBO», alusión a aquellas ideas estrafalarias como el coche salta-vallas o los melones cuadrados que ilustraban esta revista infantil de posguerra.
Tampoco resultaba extraño que en la adolescencia, cuando el ocio discurría entre billares y recreativos, un amigo sentenciara con orgullo patrio: «El futbolín es un invento español». Sin olvidar el chupachups y el gran hito de la ingeniería doméstica nacional: la fregona. Esto conforma la biblia popular de la invención española. Nuestra escasa tradición tecnológica tiene diferentes justificaciones históricas, aunque siempre en artículos y libros se cita a don Miguel de Unamuno como paradigma insigne de este retraso.
El fragmento de su obra El pórtico del templo -tan sobado como tergiversado- pronto se convirtió en la asunción atávica de la pereza científica: «Inventen, pues, ellos y nosotros nos aprovecharemos de sus invenciones. Pues confío y espero en que estarás convencido, como yo lo estoy, de que la luz eléctrica alumbra aquí tan bien como allí donde se inventó». Sea culpa o no de Unamuno (suponemos que no), lo cierto es que en España hemos inventado poco. Y el presente tampoco es optimista. Según el último informe de la Organización Mundial de la Propiedad Intelectual, ocupamos el puesto 18 a nivel europeo en innovación. En el mundo, la posición 28. En cuanto a solicitudes de patentes estamos todavía más retrasados.
¿Por qué no hay más rodrigosgarcías en España?
Hay gente muy buena y mucha creatividad, de eso no hay duda, pero hay cosas que podrían funcionar mejor. Se abusa del estudio teórico y no se enseña a resolver problemas prácticos. Otra cosa que he visto es que en España la edad es un factor muy importante en el ámbito laboral. En otros países les da igual que tengas 20 ó 30 años a la hora de dirigir equipos con gente más mayor.
Planteo la misma pregunta a Carlos Elías, catedrático de Ciencia, Tecnología y Opinión pública de la universidad Carlos III de Madrid. Su diagnóstico es similar: «En nuestro sistema hay un culto a las publicaciones y un desprecio a la experiencia. Es mucho más fácil que hagan catedrático de Cine a alguien que ha hecho una tesis sobre Almodóvar que al propio Almodóvar». Gran parte de nuestras patentes nacen en el sector público. Eso genera muchas veces una falta de incentivos. El premio que reciben por su investigación los funcionarios se traduce, tras una compleja evaluación periódica, en unos pocos euros más de sueldo. Los centros donde trabajan, principalmente universidades, son los propietarios de sus patentes y los que negocian su explotación comercial.
Los inventores públicos al final se quedan con un porcentaje de los royalties que generan. «Para mí el gran problema estructural es la falta de inversión en los alumnos. En Harvard el 10% de su dinero va destinado a los profesores, mientras que en las universidades españolas es el 90%. Eso quiere decir que ellos destinan muchísimos más fondos a iniciativas de sus estudiantes, a abogados especializados en patentes, asesores empresariales, etc», explica el profesor Elías. Esto hace que nuestros rodrigosgarcías sean fruto de la generación espontánea y muchos se vayan a otros países en busca de estímulos y mayores recompensas.
"En España hay creatividad, pero se abusa de la teoría y no se enseña a resolver problemas prácticos"
En España, según los expertos consultados, lo más preocupante es la falta de inversión privada. No existe interés de fondos de capital riesgo por nuestros creadores. La mayoría de los estudiantes de Diseño del curso que imparte García en el Reino Unido colaboran en proyectos reales impulsados por empresas. Incluso muchos cobran ya royalties ganados por su trabajo sin haberse destetado aún del aula universitaria.
¿Te planteas regresar?
Si me llaman para trabajar en un proyecto interesante con buenas condiciones, estoy seguro de que sí. Dile que queda por inventar a alguien que cree que ya está todo inventado...
No quiero llenar el mundo de cosas nuevas. Tan sólo quiero que las cosas sean más sencillas. A pesar de dedicarme una hora larga, se niega a que pague el zumo (que ya no sé si es evolutivo o revolucionario) y me invita al café, algo que hay que decir no hacía nunca Unamuno, que tenía fama de tacaño entre sus contemporáneos. Pero dejemos ya de echarle la culpa a Unamuno de todo.
CINCO INVENTOS DE RODRIGO GARCÍA
Proyecto denominado Ooho! en los países anglosajones. Surge a partir de un extracto de algas Kelp y con un proceso basado en la técnica de la esferificación. Se consigue un envase sencillo, barato, ecológico e incluso comestible.
AER es un artefacto autónomo diseñado por García similar a un dirigible que purifica, transporta y distribuye el agua. Es capaz de obtener vapor a partir del agua salda del mar gracias a la energía del sol. El vapor de agua es más ligero que el aire, así que el invento puede volar y dotar de agua limpia a poblaciones que la necesitan
El sistema ZIPZIP surgió cuando el inventor estudiaba Arquitectura. Permite realizar edificaciones desplegables de gran altura. Está formado por una estructura de pares de barras, transportable, que una vez desplegada es completada con distintos elementos constructivos generando espacios habitables.
WOW es una colección de objetos funcionales basados en técnicas utilizadas por los ilusionistas. Una fregona que aparece y desaparece, una bicicleta que se dobla rápidamente gracias a un material bioestable (en la imagen), un balón que rueda solo...
El sistema HOP de García permite que tu maleta te siga. Contiene tres receptores que son capaces de recibir, identificar y triangular las distintas señales que llegan desde el teléfono móvil. Aparte de su comodidad, suprimiría todos los elementos destinados al movimiento de equipajes.
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2016.06.07 03:37 ShaunaDorothy Notas críticas sobre la “muerte del comunismo” y las condiciones ideológicas del mundo postsoviético (Noviembre de 2015)

https://archive.is/QazK6
Espartaco No. 44 Noviembre de 2015
Notas críticas sobre la “muerte del comunismo” y las condiciones ideológicas del mundo postsoviético
Por Joseph Seymour
A continuación publicamos, ligeramente editado, un documento de Joseph Seymour, miembro del Comité Central de la Spartacist League. El documento, fechado el 14 de marzo de 2009, fue una contribución a las discusiones y debates que precedieron a la XIII Conferencia Nacional de la Spartacist League/U.S., sección de la Liga Comunista Internacional (Cuartainternacionalista), ese mismo año y se publicó originalmente en Workers Vanguard No. 949 (1° de enero de 2010).
En el pleno de nuestro Comité Ejecutivo Internacional, celebrado a principios de 2008, hubo una discusión y, creo, diferencias incipientes en torno al contenido del término “muerte del comunismo”, lo cual es clave para entender las condiciones político-ideológicas del mundo postsoviético. En ese entonces, yo argumenté:
“Una cuestión importante al discutir el trabajo en Sudáfrica y México...es si estos países —se ha mencionado a China y Grecia— son una excepción a lo que hemos llamado el ‘retroceso en la conciencia’ y la ideología de la ‘muerte del comunismo’, y en qué sentido lo son. Pero el concepto de excepción implica una norma. Así que, ¿cuál es esa norma? La abrumadora mayoría de nuestra tendencia se ubica en los países capitalistas-imperialistas avanzados de Europa Occidental y Norteamérica... Es aquí donde todos los días, de manera generalizada, encontramos la ideología de la ‘muerte del comunismo’. Y creo que esto ha determinado un cierto entendimiento parcial y deformado de las delineaciones y divisiones políticas radicalmente modificadas en todo el mundo.
“Casi cada vez que usamos el término ‘muerte del comunismo’ lo vinculamos al triunfalismo burgués. No nos referimos al triunfalismo de la burguesía de la India, Egipto o Brasil. Nos referimos al triunfalismo de la burguesía imperialista occidental, principalmente la estadounidense. Pero el escepticismo respecto a la posibilidad de una sociedad comunista internacional futura —y esto es el núcleo de la ‘muerte del comunismo’— en los países del Tercer Mundo no puede identificarse con el triunfalismo y la dominación del imperialismo estadounidense. Más bien, nos encontramos con un ascenso, bastante significativo y con amplias bases de apoyo, de movimientos político-ideológicos que se presentan como oponentes del triunfalismo imperialista estadounidense. El ejemplo más obvio es, claro, el populismo nacionalista latinoamericano ejemplificado por Hugo Chávez. Pero también encontramos el mismo fenómeno en un sentido muy derechista, que es el ascenso del fundamentalismo islámico antioccidental en los países del Medio Oriente. Osama bin Laden, Hugo Chávez, Tony Blair, Bill Clinton: todos ellos representan la ‘muerte del comunismo’ de diversos modos y en diversos contextos nacionales”.
El núcleo de la “muerte del comunismo” es precisamente ése: un escepticismo respecto a la posibilidad de una civilización comunista global en el sentido marxista. Eso es un terreno común básico que comparten diversas tendencias políticas que a veces tienen actitudes fuertemente hostiles al imperialismo occidental, la democracia parlamentaria, la economía capitalista de mercado y otras cuestiones controvertidas (como la degradación ambiental), que separan a la izquierda de la derecha en el sentido convencional de estos términos.
Para asegurarme de que todos tenemos un entendimiento común de los términos, voy a reafirmar brevemente las principales características que tendría una sociedad plenamente comunista a escala global. La escasez económica ha sido superada, por lo que ha podido eliminarse el trabajo asalariado (“de cada cual, según su capacidad; a cada cual, según sus necesidades”). El trabajo enajenado ha sido remplazado por trabajo creativo, científico y cultural (Marx alguna vez usó la composición musical como ejemplo de esto). El estado se ha extinguido de manera que, en palabras de Engels, el gobierno sobre los hombres ha dado paso a la administración de las cosas. Las afiliaciones racial, nacional y étnica han desaparecido mediante una extensa procreación interétnica y la movilidad global (“el género humano es la Internacional”). La familia ha sido remplazada por instituciones colectivas para el trabajo doméstico, la crianza y la socialización de los niños.
La abrumadora mayoría de quienes se consideran izquierdistas y pasan de los 40 o 50 años, consideran que una sociedad futura como la que describí es utópica. La abrumadora mayoría de los izquierdistas más jóvenes, representados, por ejemplo, por el medio de los “foros sociales”, para todo propósito práctico desconocen el concepto marxista de la civilización comunista global y son indiferentes a él. Sus preocupaciones son defensivas y minimalistas: apoyar los derechos democráticos de los pueblos oprimidos (por ejemplo, los palestinos), detener el desmantelamiento del “estado del bienestar” en Europa Occidental o impedir que el medio ambiente se siga degradando (calentamiento global).
Voy a replantear mi argumento haciendo referencia a El estado y la revolución de Lenin. Cuando esta obra se publicó en 1918 y en las décadas subsecuentes, la principal diferencia entre los marxistas revolucionarios y las demás tendencias de izquierda tenía que ver con el tema que se discute en el capítulo I (“La sociedad de clases y el estado”). Ahí, Lenin afirma concisamente:
“La doctrina de Marx y Engels sobre la ineluctabilidad de la revolución violenta se refiere al estado burgués. Éste no puede ser sustituido por el estado proletario (por la dictadura del proletariado) mediante la ‘extinción’, sino sólo, como regla general, mediante la revolución violenta” [énfasis en el original].
En el periodo postsoviético, la diferencia más fundamental entre nosotros y las demás tendencias de la izquierda tiene que ver con el tema que se discute en el capítulo V (“Las bases económicas de la extinción del estado”) y que se explica concisamente en el siguiente pasaje:
“La base económica de la extinción completa del estado significa un desarrollo tan elevado del comunismo que en él desaparece la oposición entre el trabajo intelectual y el manual. En consecuencia, deja de existir una de las fuentes más importantes de la desigualdad social contemporánea, una fuente que en modo alguno puede ser suprimida de golpe por el solo hecho de que los medios de producción pasen a ser propiedad social, por la sola expropiación de los capitalistas.
“Esta expropiación dará la posibilidad de desarrollar las fuerzas productivas en proporciones gigantescas. Y al ver cómo retrasa el capitalismo ya hoy, de modo increíble, este desarrollo y cuánto podríamos avanzar sobre la base de la técnica moderna ya lograda, tenemos derecho a decir con la mayor certidumbre que la expropiación de los capitalistas originará inevitablemente un desarrollo gigantesco de las fuerzas productivas de la sociedad humana” [énfasis en el original].
La generación postsoviética de activistas de izquierda no puede entender fácilmente las ideas expuestas arriba porque no ha pensado en ellas.
El triunfalismo del imperialismo estadounidense no es el problema
Si bien la claridad sobre la cuestión de la “muerte del comunismo” no bastará para resolver nuestros problemas, la continua confusión a este respecto sí contribuirá a agravarlos. El no reconocer la diferencia más fundamental que nos separa del resto de la izquierda —el hecho de que no compartimos un mismo fin último— ha sido un importante factor subyacente en los recurrentes problemas políticos del partido.
Cuando aún era editor de Workers Vanguard, Jan Norden [actualmente del centrista Grupo Internacionalista] consideraba, de manera consciente y sistemática, que la “muerte del comunismo” era principalmente una expresión del triunfalismo del imperialismo estadounidense. De ahí que creyera que el levantamiento zapatista de los empobrecidos campesinos indígenas del sur de México en 1994 sería un poderoso contragolpe que debilitaría, al menos en América Latina, el efecto ideológico de la caída de la Unión Soviética. Desde que Norden desertó de nuestra organización en 1996, ha habido una tendencia en nuestro partido a amalgamar bajo el rubro de “retroceso en la conciencia” (un término que acuñé yo en la lucha contra Norden) el escepticismo respecto a la sociedad comunista futura, el triunfalismo imperialista occidental y el reformismo socialdemócrata tradicional. Algunos camaradas han argumentado que la principal diferencia que nos separa del resto de la izquierda versa sobre si el estado capitalista puede o no reformarse, como si estuviéramos en los tiempos de Lenin contra Kautsky en la secuela inmediata de la Revolución de Octubre.
Una formulación estándar tanto en nuestra literatura pública como en nuestro discurso interno es que el efecto de la “muerte del comunismo” ha sido internacionalmente “desigual”. El término “desigual” implica que el efecto puede medirse cuantitativamente en una escala lineal: muy alto en Estados Unidos y Francia, mucho más bajo en México y Sudáfrica. Como alguna vez fui estudiante de economía académica y después fui maestro, me imagino una gráfica de barras que mide y compara, por ejemplo, la producción nacional per cápita de distintos países. Pero el efecto diferencial que tuvo internacionalmente la “muerte del comunismo” no puede entenderse de ese modo. Lo que encontramos no son distintos niveles, sino distintas formas de la ideología postsoviética.
Tomemos por caso a Rusia. Al explicar el concepto de la “muerte del comunismo”, frecuentemente usamos la formulación de que la antigua Unión Soviética es considerada, en el mejor de los casos, un “experimento fallido”. Eso en general es cierto en Europa Occidental y Norteamérica. No es tan cierto en el Tercer Mundo. Y no es cierto en absoluto en Rusia. Todo lo contrario. El sector políticamente dominante de la nueva clase capitalista rusa, representado por Vladímir Putin, considera que la Unión Soviética fue el más exitoso de los experimentos, por decirlo así, de la construcción estatal centrada en Rusia. En 2005, Putin declaró que el colapso de la Unión Soviética había sido “la mayor catástrofe geopolítica del siglo XX” (citado en Edward Lucas, The New Cold War: Putin’s Russia and the Threat to the West [La nueva Guerra Fría: La Rusia de Putin y la amenaza al Occidente, 2008]). Supongo que en toda la sociedad rusa está extendida una actitud similar respecto a la antigua URSS.
En los últimos años, el régimen de Putin y en general la élite rusa han querido restaurar la reputación histórica de Stalin como el gran líder de una potencia mundial dominada por Rusia en el siglo XX. El embajador ruso en la OTAN adorna su oficina con un retrato de Stalin. Un popular programa de televisión, “El nombre de Rusia”, ubicó a Stalin como uno de los cinco personajes históricos más grandes del país (Economist, 27 de noviembre de 2008). En 2007, una guía educativa de patrocinio oficial, Una historia moderna de Rusia, 1945-2006: Manual para el maestro, comparaba favorablemente a Stalin con Pedro el Grande: “Stalin siguió la lógica de Pedro el Grande: exigir lo imposible...para obtener lo máximo posible”. Luego continúa:
“Él [Stalin] es considerado uno de los líderes más exitosos de la URSS. El territorio del país llegó a los límites del viejo imperio ruso (y en algunas áreas lo sobrepasó). Se consiguió la victoria en una de las mayores guerras; la industrialización de la economía y la revolución cultural se llevaron a cabo con éxito, lo que produjo no sólo educación de masas, sino el mejor sistema educativo del mundo. La URSS llegó a ser uno de los países líderes en ciencias; el desempleo fue prácticamente derrotado”.
—citado en Lucas, The New Cold War
No precisamente la descripción de un “experimento fallido”.
En cierto modo nos es más difícil lidiar con la forma que la “muerte del comunismo” presenta en Rusia que la que tiene en Europa Occidental y Norteamérica. En estas últimas regiones, la antigua Unión Soviética todavía se identifica principalmente con el “socialismo”, no con el “imperialismo ruso”. Stalin se considera un discípulo de Marx y Engels y como tal en general se le condena. En Rusia, Stalin se considera el sucesor de Pedro el Grande y Catalina la Grande, y como tal se le ensalza. Para muchos rusos, el comunismo no ha muerto porque nunca estuvo vivo.
Incluso antes de que la severidad de la actual desaceleración económica mundial se volviera evidente el pasado otoño, el triunfalismo del “libre mercado” había dejado de ser una corriente importante en el clima de la opinión burguesa incluso en Estados Unidos. Hoy, hay voceros prominentes y respetados del capital financiero estadounidense, como el antiguo director de la Reserva Federal, Paul Volcker, que anuncian una desaceleración global profunda y prolongada. Las comparaciones con la Gran Depresión de los años 30 se han vuelto un lugar común. El alcalde tory [conservador] de Londres comentó que en estos días leer el Financial Times de esa ciudad es como frecuentar una secta suicida milenarista. Sin embargo, ninguna opinión burguesa actual se muestra preocupada por la posibilidad de revoluciones socialistas inminentes en ningún lado o la resurrección de partidos comunistas de masas que reivindiquen la tradición marxista-leninista.
De fines y medios: Un recorrido histórico
En la sección titulada “La fase superior de la sociedad comunista” del capítulo V de El estado y la revolución, Lenin escribió:
“Desde el punto de vista burgués, es fácil declarar ‘pura utopía’ semejante régimen social y burlarse diciendo que los socialistas prometen a todos el derecho a recibir de la sociedad, sin el menor control del trabajo realizado por cada ciudadano, la cantidad que deseen de trufas, automóviles, pianos, etc. Con estas burlas siguen saliendo del paso, incluso hoy, la mayoría de los ‘sabios’ burgueses, que demuestran así su ignorancia y su defensa interesada del capitalismo”.
Con el término “sabios burgueses”, Lenin se refería a los intelectuales que apoyaban y justificaban abiertamente el sistema económico capitalista. Lenin no incluía en esta categoría a los voceros ideológicos de la II Internacional (Socialista), como Karl Kautsky, que se consideraba a sí mismo un marxista ortodoxo.
Si para 1917-1918 los líderes del ala derecha de los partidos socialdemócratas de masas (como Friedrich Ebert en Alemania, Albert Thomas en Francia o Emile Vandervelde en Bélgica) seguían creyendo o no subjetivamente en una futura sociedad socialista es un asunto distinto. Lo más probable es que no. Pero ninguno de ellos repudió públicamente la meta tradicional del movimiento socialista como proyecto utópico.
Al principio de la Revolución Alemana, en noviembre de 1918, el centrista Partido Socialdemócrata Independiente puso una serie de condiciones (exigencias) a su participación en un gobierno de coalición con el Partido Socialdemócrata (SPD) sobre la base de los consejos de obreros y soldados que entonces existían. La primera de ellas era: “Alemania debe ser una república socialista”. A eso, la dirección del SPD respondió: “Esta exigencia es la meta de nuestra propia política. Sin embargo es el pueblo quien debe decidir esto a través de la asamblea constituyente” (citado en John Riddell, ed., The German Revolution and the Debate on Soviet Power: Documents, 1918-1919: Preparing the Founding Congress [La Revolución Alemana y el debate sobre el poder soviético: Documentos, 1918-1919: Preparando el congreso de fundación, 1986]). Al atacar la Revolución de Octubre y a la recién nacida Internacional Comunista, los líderes socialdemócratas condenaban principalmente la dictadura del proletariado como una violación de la democracia, que identificaban con un gobierno de tipo parlamentario elegido por sufragio universal e igual.
Aquí es útil revisar el libro Moscú bajo Lenin, unas memorias que escribiera a finales de los años cuarenta y principios de los cincuenta Alfred Rosmer, colega y amigo de Trotsky. Rosmer había sido anarquista y después uno de los principales intelectuales sindicalistas de Francia, antes de sumarse a la recién fundada Internacional Comunista. En estos recuerdos, Rosmer narra la reacción inicial que provocó El estado y la revolución de Lenin entre los socialdemócratas ortodoxos como Kautsky y Jean Longuet (el nieto de Marx) así como entre los anarquistas:
“Era un libro extraordinario y su destino fue singular: Lenin, marxista y socialdemócrata, era atacado por los teóricos de los partidos socialistas que invocaban el marxismo: ‘¡Eso no es marxismo!’ gritaban, es una mezcla de anarquismo, de blanquismo; ‘de blanquismo a la salsa tártara’, escribía uno de ellos para hacer una frase ingeniosa. Por el contrario, este blanquismo y su salsa eran para los revolucionarios situados fuera del marxismo ortodoxo, sindicalistas y anarquistas, una agradable revelación. Jamás un lenguaje semejante salía de las bocas de los marxistas que ellos conocían”.
Louis-Auguste Blanqui (1805-1881) fue el último de los grandes representantes de la tradición comunista jacobina originada con la Conspiración de los Iguales de Babeuf en los últimos días de la Revolución Francesa. La concepción babeufista del comunismo (desarrollada en una sociedad preindustrial) tenía que ver con la distribución y el consumo más que con la producción y la superación de la escasez económica. Sin embargo, al calificar a Lenin de “blanquista”, Kautsky, Longuet et al. no se referían a ese aspecto de la perspectiva jacobino-comunista. El “blanquismo” de Lenin era para ellos el derrocamiento insurreccional del estado capitalista organizado y dirigido por un partido revolucionario de vanguardia.
Como señala Rosmer, El estado y la revolución fue muy bien recibido entre varios anarquistas y sindicalistas, algunos de los cuales creyeron que Lenin se estaba moviendo del marxismo hacia el campo político de ellos. Sin embargo, los anarquistas más cultivados en cuestiones de doctrina entendieron que, si bien Lenin estaba de acuerdo con la necesidad de un derrocamiento insurreccional del estado burgués, todavía sostenía, e incluso enfatizaba, el programa marxista de la dictadura del proletariado como transición a una sociedad plenamente comunista. A este respecto, Rosmer cita a un anarquista alemán, Erich Mühsam, que, estando preso en 1919, escribió:
“Las tesis teóricas y prácticas de Lenin sobre la realización de la revolución y de las tareas comunistas del proletariado han dado a nuestra acción una nueva base... Ya no hay obstáculos insuperables para la unificación del proletariado revolucionario entero. Los anarquistas comunistas, ciertamente, han tenido que ceder en el punto de desacuerdo más importante entre las dos grandes tendencias del socialismo; han debido renunciar a la actitud negativa de Bakunin ante la dictadura del proletariado y rendirse en este punto a la opinión de Marx”.
Para Mühsam, el “desacuerdo” entre Bakunin y Marx respecto a la dictadura del proletariado tenía que ver con el medio de llegar a un fin último que ambos compartían: una sociedad igualitaria sin clases y sin estado.
Todos sabemos que en una polémica política las ideas y posiciones que no se discuten son, a su modo, tan importantes como las que se discuten. Uno no discute contra posiciones que el oponente no sostiene y especialmente donde hay un terreno común. Por ejemplo, al polemizar contra liberales negros o izquierdistas radicales en Estados Unidos, no refutamos la falsa noción que exponen algunos racistas de derecha de que los negros son “inferiores” a los blancos. En 1918-1920, Lenin y Trotsky escribieron sendos libros polémicos contra Kautsky. En ningún lado de La revolución proletaria y el renegado Kautsky como tampoco en Terrorismo y comunismo se argumenta contra la posición de que la sociedad comunista en el sentido marxista sea algo utópico, pues Kautsky no defendía tal posición.
Adelantémonos hasta finales de los años treinta, cuando el movimiento comunista internacional estaba ya totalmente estalinizado. Consideremos específicamente al joven Maxime Rodinson, un intelectual judío francés que luego se convertiría en un prominente académico de izquierda especializado en el Medio Oriente y la sociedad islámica. En un ensayo de 1981 titulado “Autocrítica”, Rodinson recordó cuál fue el estado de espíritu que lo llevó a ingresar al Partido Comunista Francés en 1937 (al cual abandonó en 1958):
“La adhesión al comunismo implicaba, e implica todavía, comprometerse con una lucha que supuestamente le permitirá a la humanidad realizar un salto esencial y eminentemente benéfico: acabar con un sistema que permanentemente produce pobreza y crimen, que subyuga y condena a millones de personas a lo largo del mundo a una vida atroz o incluso a la muerte. La intención es crear una humanidad liberada en la que todos puedan florecer hasta donde se los permita su potencial, en la que el colectivo de seres libres controle la administración sobre las cosas y establezca el mínimo indispensable de reglas para armonizar las relaciones entre los seres humanos”.
—Cult, Ghetto, and State: The Persistence of the Jewish Question (Culto, gueto y estado: La persistencia de la cuestión judía, 1983)
Como intelectual, Rodinson podía articular las metas liberadoras del marxismo mejor que los muchos millones de obreros jóvenes que ingresaron a los partidos comunistas de Francia e Italia, la India y Vietnam y otros lugares durante la era de Stalin. Sin embargo, muchos de esos obreros —aunque ciertamente no todos— también estaban motivados por una visión del futuro de liberación social multilateral. No consideraban a los partidos comunistas como meras agencias políticas para defender y promover sus intereses económicos o sociales (por ejemplo, nacionales) dentro del sistema capitalista-imperialista existente.
En general, los obreros políticamente avanzados y los intelectuales izquierdistas que apoyaban a los partidos socialdemócratas de masas no compartían la concepción marxista de una sociedad genuinamente comunista. Pero ellos también aspiraban a una sociedad radicalmente diferente y mejor que la presente. En 1961, un intelectual socialdemócrata de izquierda, el británico Ralph Miliband, publicó un libro altamente crítico del Partido Laborista titulado Parliamentary Socialism: A Study of the Politics of Labour [Socialismo parlamentario: Un estudio de la política del laborismo]. El libro apareció en la secuela inmediata de un intento fallido por parte de los líderes del ala derecha del partido por deshacerse de la Cláusula IV de la constitución partidista de 1918. La Cláusula IV en general se consideraba el programa máximo del Partido Laborista: “Asegurar a los trabajadores manuales e intelectuales la plenitud de los frutos de su industria y la más equitativa distribución de todo cuanto sea posible, sobre la base de la propiedad común de los medios de producción, distribución e intercambio”. Al describir la batalla sobre la Cláusula IV que tuvo lugar en 1959-1960, Miliband escribió: “Ante la violenta resistencia [por parte de las bases obreras del partido] que encontró, la propuesta tuvo que abandonarse”. Para los años 80, ya nadie hubiera usado el término “socialismo parlamentario” para encapsular el programa o incluso la doctrina oficial del Partido Laborista británico. Y, en 1995, la Cláusula IV fue suprimida del programa formal del partido en una conferencia especial, pese a la oposición de algunos de los grandes sindicatos.
De principios a mediados de los años 60, hubo en Estados Unidos una radicalización de izquierda entre la juventud estudiantil y algunos intelectuales de mayor edad. Una expresión institucionalizada de esto fue la Conferencia de Académicos Socialistas que se celebraba anualmente en la ciudad de Nueva York. En 1966, los organizadores de la conferencia invitaron al historiador marxista Isaac Deutscher a dar una presentación sobre el “hombre socialista”. En esa época, el carácter cultural y sicológico de una sociedad verdaderamente socialista era un asunto de vivo interés entre los jóvenes intelectuales izquierdistas no sólo en Estados Unidos, sino en todo el mundo. Por ejemplo, a principios de los años 60, el Ché Guevara escribía sobre la eliminación del trabajo enajenado en la Cuba “socialista”. Para un análisis retrospectivo del pensamiento de Guevara a este respecto, ver: “‘Radical Egalitarian’ Stalinism: A Post Mortem” [Estalinismo “igualitario radical”: Un post mortem] en Spartacist [Edición en inglés] No. 25 (verano de 1978). En su presentación sobre el “hombre socialista”, Deutscher tocó diversos puntos en los que la generación postsoviética de activistas de izquierda no está pensando en absoluto.
Huntington contra Fukuyama, otra vez
Empecé a desarrollar mis pensamientos sobre la “muerte del comunismo” y las condiciones ideológicas del mundo postsoviético principalmente durante las discusiones informales que tuve con Norden entre 1991 y su salida de nuestra organización en 1996. Como ya se ha señalado, Norden identificaba la “muerte del comunismo” principalmente como una expresión del triunfalismo imperialista estadounidense. Así, él solía ligar ese término con la fórmula de un “nuevo orden mundial”, que George Bush había proclamado en el momento de la Guerra del Golfo de 1991 contra Irak. Norden creía que el que el cuerpo central de la dirección de nuestra tendencia hubiera reconocido que el carácter del periodo postsoviético estaba marcado por un retroceso histórico en la conciencia de la clase obrera internacionalmente era una capitulación a las presiones del triunfalismo imperialista estadounidense.
La forma en que Norden enfocaba esta cuestión estaba influenciada por las opiniones del intelectual de derecha estadounidense (entonces neoconservador) Francis Fukuyama, que declaró que el colapsó del bloque soviético había marcado “el fin de la historia”. Una versión sobresimplificada de la tesis del “fin de la historia” de Fukuyama llegó a ser muy conocida entre lo que podría llamarse el público educado estadounidense, el tipo de gente que está suscrito al New York Review of Books y ocasionalmente lee el Foreign Affairs. No sé si Norden leyó realmente a Fukuyama. Yo sí lo hice, y también leí a otros ideólogos burgueses de la derecha estadounidense, especialmente a Samuel P. Huntington y Zbigniew Brzezinski, quienes disentían fuertemente de la versión color de rosa que tenía Fukuyama del mundo postsoviético. Estoy volviendo a este debate porque me fue útil para entender la relación entre la “muerte del comunismo” y las diversas corrientes postsoviéticas de la ideología burguesa, especialmente en los países capitalistas occidentales (pero no exclusivamente en ellos).
Fukuyama tomó el término y el concepto de “fin de la historia” del filósofo alemán Georg Hegel. Hegel usó esa expresión para describir las consecuencias histórico-mundiales de la Batalla de Jena de 1806, en la que el ejército de la Francia napoleónica derrotó al reino de Prusia. Tras la batalla, los franceses ocuparon y gobernaron el sur y el oeste de Alemania. Hegel estuvo entre los pocos intelectuales alemanes prominentes que apoyó al régimen napoleónico, al que consideraba históricamente progresivo, y colaboraron con él.
La concepción hegeliana del “fin de la historia” tenía un componente negativo y uno positivo. El componente negativo era que la ideología dominante de la Europa feudal tardía —el absolutismo monárquico sancionado y apoyado por las iglesias cristianas— había perdido su antiguo poder de determinar el curso futuro de la historia. El componente positivo era que los principios liberales de la Revolución Francesa, tal y como Hegel los entendía (y como los representaba Napoleón), habían llegado a ser capaces de conquistarlo todo en el ámbito de las ideas y con el tiempo se establecería a lo largo de Europa un nuevo orden sociopolítico en conformidad con el nuevo Zeitgeist (espíritu de los tiempos).
De igual modo, la versión de Fukuyama del “fin de la historia” tenía componentes negativos y positivos. El componente negativo, desde luego, era la “muerte del comunismo”:
“Si bien todavía hay en el mundo poder comunista, éste ha dejado de reflejar una idea dinámica y atractiva. Quienes se consideran a sí mismos comunistas se ven obligados a librar continuas batallas de retaguardia para preservar algo de su antigua posición y su antiguo poder. Los comunistas se encuentran en la poco envidiable situación de defender un orden social viejo y reaccionario cuya hora ha pasado ya hace mucho, como los monárquicos que lograron llegar al siglo XX”.
—The End of History and the Last Man (El fin de la historia y el último hombre, 1992)
Aquí Fukuyama expresa lo que es una moneda corriente entre todas las tendencias de la ideología burguesa postsoviética.
Eran las conclusiones positivas que sacó del colapso del bloque soviético las que constituían el núcleo de su tesis del “fin de la historia”. Sostenía que los valores socioculturales y las correspondientes instituciones económicas y políticas del mundo capitalista occidental terminarían por imponerse eventualmente a escala global:
“Es en este marco donde el carácter marcadamente mundial de la revolución liberal adquiere una especial significación, puesto que constituye una evidencia más de que está operando un proceso que dicta un patrón evolutivo común para todas las sociedades humanas; en pocas palabras, algo así como una Historia Universal de la Humanidad en dirección a la democracia liberal...
“Y si hemos llegado a un punto en el que se ha vuelto difícil imaginar un mundo sustancialmente distinto al nuestro, en el que el futuro no representa de ninguna manera evidente u obvia una mejoría respecto a nuestro orden actual, luego entonces debe considerarse la posibilidad de que la Historia misma haya llegado a su fin” [énfasis en el original].
La noción de Fukuyama de una “revolución liberal” universalmente triunfante sufrió un denso fuego por parte de algunos voceros intelectuales prominentes del imperialismo estadounidense. Su principal antagonista fue Samuel P. Huntington, que contraponía su propia tesis del “choque de civilizaciones” al “fin de la historia” de Fukuyama. Refiriéndose a este último, Huntington comentó con condescendencia: “El momento de euforia del fin de la Guerra Fría generó una ilusión de armonía, que pronto se reveló como tal” (The Clash of Civilizations and the Remaking of World Order [El choque de civilizaciones y la reconstrucción del orden mundial, 1996]). Sin duda, Huntington concordaba con Fukuyama en que ya nunca podría haber estados poderosos ni un movimiento político internacional con apoyo de masas que afirmara representar una alternativa universal, como el comunismo, al capitalismo tipo occidental y la “democracia”. Pero también sostenía que una buena parte del mundo —y en particular Rusia, el Oriente islámico y China— se vería dominada por gobiernos y movimientos políticos antioccidentales basados en valores y tradiciones nacionales y religioso-culturales:
“En este nuevo mundo, los conflictos más generalizados, importantes y peligrosos no serán entre clases sociales, entre ricos y pobres, ni entre otros campos económicamente definidos, sino entre pueblos provenientes de diferentes entidades culturales...
“La civilización occidental es la más poderosa y seguirá siéndolo durante muchos años. Sin embargo, comparado con el de otras civilizaciones, su poder está declinando. Cuando el Occidente intenta afirmar sus valores y proteger sus intereses, las sociedades no occidentales enfrentan una alternativa. Algunas intentan emularlo o colgarse de él. Otras sociedades confucianas e islámicas intentan expandir su propio poder militar y económico para resistir y ‘contrarrestar’ a Occidente. Un eje central de la política mundial posterior a la Guerra Fría es, pues, la interacción del poder y la cultura occidentales con el poder y la cultura de civilizaciones no occidentales”.
El debate Huntington/Fukuyama subraya la necesidad de que diferenciemos entre la creencia en la “muerte del comunismo”, que es generalizada y sigue siendo actual, y el limitado y efímero triunfalismo imperialista estadounidense en la secuela inmediata de la caída de la Unión Soviética.
Breves conclusiones
Una pregunta importante que enfrentamos puede ser formulada de este modo: ¿es posible que un levantamiento espontáneo, que implique a grandes sectores de la clase obrera, contra un gobierno derechista, pueda llevar a situaciones prerrevolucionarias o incluso revolucionarias (es decir, a órganos de poder dual) aun si la masa de los obreros y los trabajadores en general no aspira al socialismo? Yo creo que sí. Aunque nunca hemos experimentado semejante acontecimiento, no debemos descartarlo. Por ahora, nuestra tarea principal consiste en propagar una visión marxista del mundo con la expectativa de reclutar cantidades relativamente pequeñas de intelectuales izquierdistas y obreros avanzados. Parafraseando a John Maynard Keynes: cuando la realidad cambie, cambiarán nuestras perspectivas.
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2016.06.05 18:09 ShaunaDorothy En boca cerrada no entran moscas - La contribución del GI a la campaña antisindical en México (Septiembre de 2013)

https://archive.is/uWVLJ
Espartaco No. 39 Septiembre de 2013
En boca cerrada no entran moscas
La contribución del GI a la campaña antisindical en México
El siguiente artículo, redactado por el Grupo Espartaquista de México, fue publicado originalmente en Workers Vanguard No. 1028 (9 de agosto de 2013).
Tal parece que la polémica “Al GI se le atraganta la defensa del SNTE” (Espartaco No. 38, junio de 2013) le pegó al Grupo Internacionalista donde más le duele. En respuesta, el GI redactó un artículo de quince páginas a espacio sencillo titulado “SL on Corporatism in Mexico: Games Centrists Play” [La SL sobre el corporativismo en México: A lo que juegan los centristas] (internationalist.org, 5 de julio), que hasta ahora se puede consultar en red solamente y en inglés [actualmente ya disponible en español, pero no en red]. Lleno de justificaciones, distorsiones y pequeñas mentiras mezcladas con una ración de calumnia, este ejercicio de demagogia tenía un solo propósito: intentar esconder el simple hecho de que el GI no sostiene el principio proletario elemental de defender a los sindicatos, sin importar cuán burocráticas o procapitalistas sean sus direcciones, del ataque del estado capitalista.
Al centro de la diatriba del GI se ubica nuestra respuesta al ataque del presidente Enrique Peña Nieto, del Partido Revolucionario Institucional (PRI), contra el Sindicato Nacional de Trabajadores de la Educación (SNTE). Impulsando una “reforma” educativa antisindical, en febrero el gobierno arrestó a Elba Esther Gordillo, una burócrata ampliamente odiada que por más de dos décadas había encabezado al SNTE. Asesina y corrupta hasta la extravagancia, Gordillo había cometido numerosos crímenes contra la clase obrera. Pero su arresto fue un ataque directo al sindicato magisterial y al movimiento obrero en su conjunto. En un volante del 4 de marzo, el Grupo Espartaquista de México exigió: “Gobierno, ¡manos fuera del SNTE!” y llamó por la “libertad inmediata de Gordillo y todos los funcionarios sindicales arrestados” (ver Espartaco No. 38, junio de 2013). En México como en todas partes, es la tarea de la clase obrera limpiar su propia casa.
En cambio, Revolución Permanente No. 2 (mayo de 2013) del GI se negó a defender al SNTE, descartándolo como “una agencia del estado, una policía laboral cuyo propósito es sustentar el poder y regimentar a los trabajadores”. Denunciando a nuestros camaradas por defender al sindicato, el GI recurrió al doble discurso centrista para ocultar su traición. El artículo de mayo de Revolución Permanente reconocía el punto obvio de que el arresto de Gordillo fue “para aplastar a toda resistencia magisterial”. Pero, aunque lanzaba la consigna “Peña Nieto, ¡manos fuera del magisterio!”, evitaba describir al SNTE como lo que es: un sindicato. Como dijimos en nuestra polémica, “Es una cosa o la otra: o se defiende al sindicato bajo ataque, pese a su brutal dirigencia procapitalista, o se lleva agua al molino de los rompesindicatos”.
Ahora el GI ha dejado aún más clara su postura antisindical, omitiendo de su gigantesca y sórdida respuesta la exigencia “manos fuera del magisterio”, así como cualquier indicación de que el arresto de Gordillo haya podido ser un ataque al movimiento obrero. Con una franqueza fuera de lo común, el GI escribió que el volante del GEM “dice que ‘El arresto de Gordillo es un ataque directo contra el sindicato de maestros y contra todo el movimiento obrero mexicano, parte del programa de la burguesía de desmantelar los sindicatos’. Sin embargo, Peña Nieto se ha esforzado en dejar claro que no está atacando al SNTE, que mantendrá ‘un diálogo respetuoso y constante con la dirigencia del SNTE’”. Y si el Comandante en Jefe lo dice, ¿quién es el GI para cuestionarlo?
Buscando encubrir su craso oportunismo, el GI se apoya en una “teoría” sacada de la manga, según la cual los sindicatos corporativistas como el SNTE no son “sindicatos obreros”, sino “el enemigo de clase” y, en última instancia, “escuadrones de la muerte”. Como explicamos en nuestra polémica, el corporativismo ha sido por mucho tiempo un distintivo del capitalismo mexicano, particularmente desde el régimen nacionalista de izquierda de Lázaro Cárdenas en los años treinta. A través de este sistema, los grandes sindicatos, primariamente agrupados en la Confederación de Trabajadores de México (CTM), han sido componentes integrales del PRI, y el gobierno instala y retira burócratas sindicales (“charros”) a voluntad. “A cambio —escribimos—, estos ‘charros’ vigilaban los sindicatos para el estado, purgando y a menudo asesinando a obreros disidentes y beneficiándose generosamente de la corrupción”. Pero incluso los sindicatos más integrados al aparato estatal se han visto forzados a librar algunas luchas contra la campaña capitalista para extraer más ganancia del trabajo de sus afiliados, particularmente en las últimas décadas, desde que la estructura corporativista empezó a agrietarse.
Tomando como criterio el grado de burocratismo y violencia, y no el análisis de clase, el GI descarta más o menos a la mitad de los sindicatos de México, negándose a defenderlos cuando son atacados. Buscando manipular la rabia de los obreros contra sus dirigentes sindicales para impulsar una línea rompesindicatos, el GI le pone una delgada capa de barniz rojo al extendido prejuicio pequeñoburgués contra los sindicatos en México y otras partes.
Lo que lleva al GI a tildar al GEM de “socialistas cetemistas” es su apetito de acomodarse al nacionalista burgués Partido de la Revolución Democrática (PRD). Ni toda su ofuscación puede ocultar el hecho de que los únicos sindicatos que el GI reconoce como genuinos son aquéllos cuyos líderes son leales al PRD, mientras que aquéllos más cercanos al PRI o afiliados a él son “el puño armado de la burguesía”.
Los dirigentes sindicales pro-PRD atan a los obreros a la burguesía mexicana impulsando la ideología nacionalista y sembrando ilusiones en la reforma del estado capitalista, recurriendo a sus propios métodos burocráticos para reforzar su control de los sindicatos. Para el GI, esto significa “una diferencia de clase entre los organismos laborales de carácter estatal y los nuevos sindicatos ‘independientes’” (énfasis en el original), como proclama en su respuesta. Aunque el GI admite que los líderes sindicales properredistas están políticamente atados a la burguesía, afirma que “no son funcionarios del estado o del partido gobernante, ni dirigentes que respondan al gobierno, y no a las bases sindicales”. Así, para el GI, el apoyo de los líderes al PRD evidencia que los afiliados controlan a su sindicato. Los militantes que desafíen la colaboración de clases de esos burócratas no tardarán en llegar a una conclusión diferente.
Desconcertados por la realidad
Las acciones del sindicato minero SNTMMSRM en particular pusieron al GI en un verdadero aprieto. El SNTMMSRM, que solía ser uno de los pilares más sólidos del viejo sistema corporativista, ha sido durante la última década uno de los sindicatos más combativos del país. El esquema del GI sencillamente no puede explicar ese hecho. En “Al GI se le atraganta…”, señalamos que en 2006 el gobierno del Partido Acción Nacional fue tras este sindicato para deponer y encarcelar a su líder, Napoleón Gómez Urrutia, detonando con ello una serie de poderosas huelgas. Entre ellas hubo una huelga nacional que el GI descarta por haber durado “no más de 72 horas”.
Más importante fue la combativa huelga de 2006 en Lázaro Cárdenas, Michoacán, que el GI no menciona más que de pasada. La huelga —que duró “no más de” 141 días— resistió el ataque de unos 800 policías, al costo de la vida de dos obreros, y obtuvo una victoria aplastante, incluyendo conquistas económicas y el reconocimiento del sindicato y de su líder. Como señalamos en el mismo artículo, “El GI se negó a defender a la dirección del SNTMMSRM o al sindicato mismo contra el estado, sin duda debido a la dirección charra del sindicato y su historia de afiliación al PRI”. El artículo continuaba:
“Prefigurando su línea de que el arresto de Gordillo fue ‘un ajuste de cuentas en las altas esferas del poder’, el GI afirmó que el ataque contra Gómez Urrutia fue un ‘ajuste de cuentas dentro del régimen’ (aun cuando el PRI no estaba en el poder). Aunque llamaba vagamente a ‘rechazar este golpe de fuerza del gobierno’, El Internacionalista/Edición México No. 2 del GI omitía cualquier llamado a la victoria de las huelgas o por el retiro de los cargos que enfrentaba el líder sindical”.
Afirmando que ésta no es sino otra de las “calumnias” de WV, la respuesta del GI cita con mayor amplitud su artículo de 2006, confirmando de paso que no llamó por la victoria de la huelga ni por el retiro de los cargos contra el líder sindical. Tras una serie de dolorosas contorsiones aparentemente diseñadas para dar la impresión de que también ellos defienden al sindicato minero, el GI cita un artículo, fechado en febrero de 2008, sobre la huelga de Cananea, Sonora, que había estallado el 30 de julio de 2007. Tras una serie de huelgas que el sindicato estalló por todo el país durante un periodo de dos años, el GI empezó a percibir que su línea no era muy popular que digamos entre los mineros combativos.
Sin atenerse a su posición, pero sin repudiarla tampoco —pues el GI es tan infalible como propenso a girar según la dirección del viento—, balbuceó unas líneas diciendo que de hecho sí piden “que se retiren todos los cargos contra los líderes de las supuestas organizaciones obreras”. No sabemos cuántas huelgas tiene que estallar un sindicato para que el GI retire la calumniosa etiqueta de “supuestas”. Pero bastó con que el GEM y la Liga Comunista Internacional defendiéramos al sindicato minero, a sus huelgas y a sus líderes, ¡para que estos hipócritas nos acusaran de justificar a los “escuadrones de la muerte”!
Intentando reconciliar la demostrada combatividad de los mineros de Cananea con su línea de que su sindicato no es más que un nido de policías burgueses, ahora el GI declara, con un cinismo pasmoso, que la sección 65 de Cananea ha “roto parcialmente” con el sindicato nacional. Esto es una mentira que haría enfurecer a cualquiera de esos mineros. A tres años de que la policía rompiera su huelga, la sección 65 se niega a volver al trabajo. Todo este tiempo, los mineros han exigido que la compañía reconozca a su sindicato y el gobierno federal a Gómez Urrutia como su líder.
Cada vez más perdidos en su laberinto
El GI intenta mostrar que heredó su línea rompesindicatos de la LCI y que ahora la sostiene en contra de nuestra “degeneración”. Con este fin, su mamotreto reproduce trece citas de Espartaco y de WV de entre 1987 y 1996. Sólo quisiéramos que los lectores estudiaran esos artículos. No encontrarían una sola frase en el sentido de que los sindicatos afiliados al PRI sean meras agencias del estado burgués. Tampoco encontrarían la menor negativa a defender a sus líderes contra el estado burgués. Como escribió el GEM en “¡Romper con todos los partidos burgueses: PRI, PAN, PRD!” (Espartaco No. 14, otoño-invierno de 2000): “En concordancia con su concepción de sí mismos como caudillos infalibles, los dirigentes del GI Norden y Negrete imaginan que, dado que ellos sostenían tal o cual posición a espaldas del partido cuando ellos todavía eran miembros de la LCI, ésta tenía que ser ‘la línea’ de nuestra organización”.
Cuando se le confronta con la evidencia, el GI opta por una retirada subrepticia. Un ejemplo es el caso de Joaquín Hernández Galicia (“La Quina”), líder del sindicato petrolero SRTPRM, afiliado al PRI, de la compañía petrolera nacional Pemex. Cuando “La Quina” fue arrestado en enero de 1989, publicamos artículos en su defensa tanto en WV (cuando Norden era editor) como en la edición en español de Spartacist. En la polémica de WV No. 1025 citamos el punto central de esos artículos, en los que se hacía referencia a la Unión Soviética, que la contrarrevolución capitalista aún no destruía:
“Los trotskistas, que comprendemos el carácter de clase de la URSS como un estado obrero a pesar de su degeneración burocrática bajo el dominio estalinista, y por tanto la defendemos contra el imperialismo, defendemos de la misma manera a los sindicatos contra los patronos, a pesar de la burocracia entreguista que se asienta sobre estos reductos de poder obrero... Quienes no defienden a la Unión Soviética tampoco pueden defender al sindicato petrolero en México”.
—Spartacist No. 22, abril de 1989
Aquellos artículos también citaban la frase que escribió León Trotsky en su libro En defensa del marxismo (1939): “En el último análisis, un estado obrero es un sindicato que ha tomado el poder”.
A 17 años de que sus fundadores desertaran del trotskismo, el GI finalmente ha repudiado aquellos artículos programáticos. Pero incluso su repudio es deshonesto y políticamente cobarde. El GI escribe que aquel artículo, “aunque correctamente defendía a La Quina, equivocadamente ponía un signo de igualdad entre el STPRM [sic] y los sindicatos típicos de EE.UU.” y era “ambiguo y contradictorio” respecto al carácter de clase de los sindicatos corporativistas.
Como un calamar que se siente amenazado, el reflejo natural del GI es secretar una nube de tinta para cubrir su huida hacia un lugar seguro. Así, lanza las calumnias venenosas de que defendemos escuadrones de la muerte y de que hemos “ayudado y justificado” al estado en su represión del GI...sin siquiera molestarse en inventar cuándo, dónde y cómo tuvo lugar esa “ayuda”. La calumnia es el recurso clásico de quien está políticamente en quiebra. Los lectores concienzudos no serán engañados. Como escribió un suscriptor en una carta del 22 de julio a WV: “Lo que es más notable es que el GI evade completamente la cuestión rusa en su artículo”. El autor continúa:
“Si los líderes impuestos de los sindicatos corporativistas en México son, como escribe el GI, rompehuelgas violentos, asesinos y procapitalistas (y en verdad lo son), ¿por qué entonces no ubican a los estalinistas rusos, que asesinaron a Trotsky y al núcleo del Partido Bolchevique, que masacraron a muchísimos más obreros que “La Maestra” [Gordillo] ha conocido, en el mismo saco que a ella? Hasta donde se sabe, las acciones de los estalinistas, tanto en Rusia como internacionalmente, hicieron más daño al movimiento obrero que las de cualquier líder charro mexicano”.
¿Y qué hay de la analogía con los sindicatos estadounidenses? Como nacionalistas latinoamericanos comunes, el GI acusa de “gringa” a la LCI mientras les lava la cara a los burócratas sindicales estadounidenses comprados por el imperialismo. El GI escribe que “con suprema arrogancia (e ignorancia) imperialista, [los espartaquistas] sostienen que México no difiere de EE.UU., que los ‘sindicatos’ con escuadrones de la muerte que asesinan a decenas de sus miembros (más de 100 maestros tan sólo en Oaxaca) son lo mismo que los Teamsters bajo la dirección de Jimmy Hoffa”. Bueno, Jimmy Hoffa no era ningún santo. Más en general, para el GI la ayuda de la AFL-CIO para montar sangrientos golpes de estado a lo largo de América Latina, que resultaron en la muerte de cientos de miles de obreros y campesinos, no es nada comparado con la violencia asesina de los líderes del SNTE. Y además está la participación de la burocracia de la AFL-CIO en la promoción y fundación de “sindicatos libres” en Europa Oriental —centralmente la polaca Solidarność en los años ochenta, que sirvió como punta de lanza para la contrarrevolución capitalista en el bloque soviético—.
“Ambiguo y contradictorio”: Lo que queda de las pretensiones trotskistas del GI
La afirmación de que la LCI alguna vez sostuvo la línea antisindical del GI es simplemente risible. La sección mexicana de la LCI se consolidó en julio de 1990 mediante la fusión del GEM con la Fracción Trotskista (FT), compuesta de antiguos dirigentes del Partido Obrero Socialista (POS, hoy Liga de Trabajadores por el Socialismo). Éstos habían sido expulsados de aquella organización morenista por su solidaridad con la intransigente defensa que la LCI daba a la URSS y a los estados obreros deformados contra las fuerzas en ascenso de la contrarrevolución capitalista y con nuestro llamado por la revolución política proletaria contra las burocracias estalinistas. Y la defensa de “La Quina” como una aplicación concreta de la postura proletaria de clase cumplió una función importante en el proceso de fusión y en el armamento político del GEM, en contraste con el grueso de la izquierda mexicana, que se negó a defenderlo usando esencialmente los mismos argumentos que hoy usa el GI.
El documento de mayo de 1990 “Principales puntos de acuerdo” entre la LCI y la FT —una declaración amplia— aportó una base concisa, junto con la plataforma de la propia FT, para proceder a la fusión. El punto nueve del documento dice:
“Defender a los sindicatos obreros contra el ataque del estado burgués, como en el caso del ‘bazukazo’ en contra de ‘La Quina’ y el sindicato de trabajadores de PEMEX (históricamente uno de los sindicatos más poderosos en México). Esto no significa ‘apoyo político’ a tales dirigentes burocráticos sino una posición de clase clara: completa independencia de los sindicatos respecto al estado burgués. Condenar la capitulación al gobierno mexicano por parte del PRT [mandelista] y el PTZ [predecesor del POS] durante estos eventos. Luchar por la dirección revolucionaria de los sindicatos; por fracciones sindicales sobre la base del Programa de Transición”.
Negrete, hoy del GI, desempeñó un papel clave en la redacción de este documento y en todo el proceso de fusión del GEM con la FT. Pero eso era entonces.
Ahora que ha repudiado la base de clase por la cual la LCI defendió a “La Quina”, ¿cómo puede el GI considerar correcta la defensa de aquel gángster priísta? Así lo aclara el GI: “Tras su arresto, era absolutamente necesario defender a La Quina y exigir su liberación, porque en el momento en que Salinas lo perseguía, era un líder que había roto parcialmente con el sistema corporativista y que de manera no muy discreta había apoyado a Cárdenas en las elecciones presidenciales de 1988”.
Así que eso es lo que hace falta para romper, al menos parcialmente, “con el sistema corporativista” y para pasar de ser una agencia policiaca a un sindicato (¿semi?) genuino: apoyar al PRD. Nosotros nos quedamos con Trotsky. En su ensayo de 1940 “Los sindicatos en la era de la decadencia imperialista”, Trotsky resumió los principios guía en la lucha por transformar los sindicatos en instrumentos de lucha revolucionaria —en México y en otras sociedades capitalistas— como “independencia total e incondicional de los sindicatos respecto del estado capitalista” y “democracia sindical”. Con respecto a todos los sindicatos, esto significa luchar por deponer a los burócratas procapitalistas sobre la base de la oposición a todos los partidos burgueses.
http://www.icl-fi.org/espanol/eo/39/antisindical.html
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2016.05.24 15:28 ShaunaDorothy Las "reformas de mercado" en China: Un análisis trotskista ¡Defender al estado obrero deformado chino! ¡Por la revolución política proletaria! (1 - 2) (Primavera de 2007)

https://archive.is/mnbfW
Espartaco No. 27 Primavera de 2007
Las "reformas de mercado" en China: Un análisis trotskista
¡Defender al estado obrero deformado chino! ¡Por la revolución política proletaria!
El siguiente artículo ha sido traducido de Workers Vanguard Nos. 874 y 875 (4 de agosto y 1º de septiembre de 2006), periódico de nuestros camaradas de la Spartacist League/U.S.
Hace dos años, dos intelectuales estadounidenses de izquierda, Martin Hart-Landsberg y Paul Burkett, produjeron una severa y amplia condena a la economía china de la era de “reformas” desde una perspectiva supuestamente marxista. Su artículo, “China y el socialismo: Reformas de mercado y lucha de clases”, fue publicado originalmente en Monthly Review (julio-agosto de 2004) y subsecuentemente publicado como libro. En particular, los autores se dirigen a los intelectuales “progresistas” que consideran a China un modelo exitoso de desarrollo económico alternativo a las “reformas estructurales” del neoliberalismo, dictadas por el imperialismo estadounidense y el Fondo Monetario Internacional, que han devastado a muchos países subdesarrollados. Hart-Landsberg y Burkett escriben: “No sólo discrepamos con los progresistas que ven en China un modelo de desarrollo (sea socialista o no); pensamos que el proceso por el cual llegaron a esta posición subraya un problema aún más serio: el rechazo general del marxismo por la comunidad progresista.”
Entre los “progresistas” con quienes discrepan está Victor Lippit, quien, con sus copensadores en Critical Asian Studies (37:3 [2005]), respondió con algunos estudios críticos de “China y el socialismo”. A su vez, Hart-Landsberg y Burkett escribieron una larga réplica (Critical Asian Studies 37:4 [2005]).
Lippit, un político liberal que por mucho tiempo ha estudiado la economía china, es básicamente un partidario del programa de “reformas” orientadas al mercado, aunque con algunas críticas de izquierda. Por ejemplo, lamenta el deterioro en los sistemas de salud pública, especialmente en el campo, como “vergonzoso”. Para él, el régimen de Beijing debería gastar muchos más recursos en el cuidado de la salud, la educación y el mejoramiento de las condiciones de la población rural, incluso a costa de la reducción, por corto tiempo, del crecimiento económico como se mide convencionalmente. No obstante, Lippit es definitivamente un optimista sobre China; cita un estudio de Goldman Sachs, un banco inversionista de Wall Street, que proyecta que el producto interno bruto de China habrá sobrepasado al de Estados Unidos para 2041.
A pesar de sus diferencias, Hart-Landsberg y Burkett por un lado y Lippit por el otro comparten ciertas premisas básicas. Todos mantienen equivocadamente que las “reformas” orientadas al mercado han tenido como resultado la restauración del capitalismo en China y además que esto era inevitable. Para Lippit, la modernización de China requiere una continuación e incluso una integración cada vez mayor al sistema capitalista mundial. Él sostiene que “el capitalismo tendrá que haber concluido su papel histórico antes de que éste pueda ser suplantado”, agregando que “el capitalismo de estado benefactor del tipo de la Europa continental puede ser lo mejor que puede hacerse en el presente”. Para Hart-Landsberg y Burkett, un programa socialista en China o donde sea —el cuál identifican con la fórmula confusionista de una “economía centrada en los trabajadores y la comunidad”— debe tener poco o nada de comercio con los males corruptores del mercado capitalista mundial.
De manera más crucial, todos rechazan la posibilidad de revoluciones socialistas proletarias en los países capitalistas avanzados en cualquier periodo de tiempo históricamente significativo. Lippit lo hace explícitamente, Hart-Landsberg y Burkett implícitamente. Por tanto, la perspectiva trotskista de la modernización de China en el contexto de una economía socialista integrada y planificada a escala mundial está fuera de las fronteras conceptuales de estos protagonistas. Pero este marco, la antítesis del dogma nacionalista maoísta-estalinista de construir el “socialismo en un solo país”, es el único camino para la completa liberación de los trabajadores y las masas campesinas de China.
China hoy: Mitos y realidades
El gobernante Partido Comunista Chino (PCCh) bajo Deng Xiaoping introdujo su programa de reformas orientadas al mercado pocos años después de la muerte de Mao Zedong en 1976. Esto incluyó abrir a China a un enorme volumen de inversión directa de capital concentrado en la manufactura, que subsecuentemente atrajo, por parte de corporaciones occidentales y japonesas y de la burguesía China de ultramar. Los ideólogos burgueses convencionales han señalado el impresionante crecimiento económico de China, especialmente industrial, como prueba positiva de la superioridad de un sistema impulsado por el mercado sobre una economía centralmente planificada y colectivizada (despectivamente llamada “economía comandada” socialista). Por su parte, Lippit es representante de una capa de intelectuales de centro-izquierda que sostienen que China es un excelente ejemplo de una estrategia económica antineoliberal exitosa, basada en un nivel significativo de propiedad estatal y sobre todo en la dirección estatal de la economía.
Esta última perspectiva tiene el mérito de reconocer, a su manera, que los elementos centrales de la economía china, establecida después del derrocamiento del sistema capitalista con la Revolución de 1949, permanecen colectivizados. Las empresas estatales son dominantes en el sector estratégico industrial, tal como el acero, metales no ferrosos, maquinaria pesada, telecomunicaciones, energía eléctrica y refinación y extracción de petróleo. La nacionalización de la tierra ha impedido el surgimiento de una clase de capitalistas agrarios a gran escala que dominen socialmente al campo. El volumen de superávit económico generado fuera del sector de propiedad extranjera es canalizado tanto a los bancos estatales como a la tesorería gubernamental. El control efectivo del sistema financiero ha permitido hasta ahora al régimen de Beijing proteger a China de los movimientos volátiles del capital monetario especulativo que periódicamente causan grandes estragos en los países capitalistas neocoloniales desde el este de Asia hasta América Latina.
Ahora es un lugar común a través de todo el espectro político y geográfico, desde los voceros del régimen del PCCh hasta los analistas de Wall Street, proclamar que China ha avanzado mucho en el camino para convertirse en una “superpotencia” económica mundial hacia la mitad del siglo XXI. Esta perspectiva ignora la vulnerabilidad económica de China en sus relaciones con el mercado capitalista mundial. Ignora la implacable hostilidad de la burguesía imperialista, sobre todo de la clase gobernante estadounidense, hacia la República Popular China, un estado obrero burocráticamente deformado resultado de la Revolución de 1949. Es más, ignora la inestabilidad interna de la sociedad china, la cual ha visto un significativo y creciente nivel de protestas sociales contra las consecuencias del mal gobierno burocrático del PCCh.
En los últimos años, la estrategia económica seguida por el régimen del PCCh ha sido diseñada para lograr un enorme superávit en la balanza comercial con Estados Unidos, lo cual ha llevado a China a ser el más grande poseedor de reservas de divisas extranjeras en el mundo. Esto ha generado crecientes presiones por un proteccionismo económico antichino en los círculos gobernantes estadounidenses. En cualquier caso, tan solo el tamaño del déficit comercial con China será insostenible. Un mayor declive económico en Estados Unidos y/o medidas proteccionistas antiimportación significarían un severo golpe a la economía industrial china. Operaciones de propiedad extranjera y de propiedad conjunta y compañías privadas chinas, así como algunas empresas estatales cuya producción está orientada al mercado de exportación, serían forzadas a llevar a cabo grandes recortes de producción y despidos tanto de obreros industriales como de empleados de oficina. Esto tendría un fuerte efecto depresivo en toda la economía china.
Recientemente, China ha empezado a abrir parcialmente sus bancos a la propiedad extranjera. Si los banqueros de Wall Street, Frankfurt y Tokio adquieren un grado significativo de control sobre el sector financiero chino, los efectos económicos serán probablemente terribles. Algunas empresas estatales grandes con amplias deudas podrían ser forzadas a disminuir la producción y recortar las nóminas. Incluso podría haber un peligro real de una inesperada y masiva retirada de capital monetario, tal como la que provocó la crisis financiera y económica en el este asiático a finales de la década de 1990.
Según la opinión pública burguesa convencional, el capitalismo ya ha sido restaurado en China o está siendo rápida e irreversiblemente restaurado. Sin embargo, como fue el caso de la antigua Unión Soviética, la arena decisiva en la cual una contrarrevolución capitalista tendría que triunfar es al nivel político, en la conquista del poder estatal, no simplemente mediante una extensión cuantitativa del sector privado, ya sea doméstico o extranjero. A su propia manera, la burguesía imperialista, en especial la clase dominante estadounidense, entiende muy bien lo anterior. De ahí el abierto respaldo de los gobiernos de Estados Unidos e Inglaterra hacia los partidos y fuerzas agresivamente anticomunistas en el enclave capitalista de Hong Kong, una antigua colonia británica que es la única parte de la República Popular China (excepto Macao) donde el PCCh no ejerce el monopolio del poder y organización políticos. Por ende, también los gobernantes de Estados Unidos insisten en la necesidad de una “liberación política” en China.
Aspirando a repetir la destrucción contrarrevolucionaria de la Unión Soviética en 1991-92, los imperialistas quieren promover una oposición política anticomunista en China, basada principalmente en la nueva clase de empresarios capitalistas y los elementos entre los funcionarios del PCCh y el estrato de gerentes-profesionistas-tecnócratas atados estrechamente al capital nacional y extranjero.
Al mismo tiempo, el imperialismo estadounidense ha estado incrementando la presión militar sobre China, construyendo bases en Asia Central, intentando rodear a China con instalaciones militares y estableciendo un pacto con Japón el año pasado para defender el bastión capitalista de Taiwán, cuya burguesía sostiene considerables inversiones en la China continental. El Pentágono está tratando de llevar a cabo una estrategia abiertamente anunciada por la pandilla de Bush en Washington para neutralizar el pequeño arsenal nuclear de China en caso de un primer ataque nuclear estadounidense. Como trotskistas, estamos por la defensa militar incondicional de China y los estados obreros burocráticamente deformados restantes —Corea del Norte, Vietnam y Cuba— ante un ataque imperialista y la contrarrevolución capitalista. En particular, apoyamos las pruebas y posesión de armas nucleares de China y Corea del Norte, como una medida disuasiva necesaria contra un chantaje nuclear imperialista.
A pesar y en parte debido a su rápido crecimiento económico y especialmente industrial, China ha llegado a ser una caldera hirviente de descontento popular. Un enorme y estratégicamente poderoso proletariado industrial enfrenta a una sociedad de absoluta y creciente inequidad y desigualdad. Como parte de sus reformas orientadas al mercado, el régimen estalinista de Beijing ha dejado sin recursos financieros al servicio de salud pública y la educación primaria, cuando, más que nunca antes, tales recursos están disponibles para solventar las necesidades básicas del pueblo trabajador chino. Han ocurrido extensas y continuas protestas obreras contra despidos en empresas estatales, por salarios, pensiones y otras prestaciones no pagadas, y abusos similares. Furiosas protestas de campesinos son muy comunes en el campo, y frecuentemente incluyen enfrentamientos violentos con la policía, contra la toma de tierras por parte de funcionarios locales del PCCh dedicados a la especulación inmobiliaria.
La burocracia gobernante está claramente dividida entre los elementos que quieren que las “reformas” económicas continúen sin perder intensidad, y los que quieren más intervención estatal para frenar los estragos de la mercantilización y, por lo tanto, contener el descontento, y otros que procuran regresar a la economía burocráticamente planificada. En algún punto, probablemente cuando los elementos burgueses de dentro y alrededor de la burocracia se movilicen para eliminar el poder político del PCCh, las múltiples tensiones sociales explosivas de la sociedad china harán estallar en pedazos la estructura política de la casta burocrática gobernante. Y cuando eso pase, el destino del país más poblado de la Tierra será planteado agudamente: ya sea por una revolución política proletaria que abra el camino al socialismo o el regreso a la esclavitud capitalista y la subyugación imperialista.
Nosotros estamos por una revolución política proletaria que barra con la opresiva y parasitaria burocracia estalinista y la remplace con un gobierno basado en consejos de obreros y campesinos democráticamente electos. Tal gobierno, bajo la dirección de un partido leninista-trotskista, restablecería una economía centralmente planificada y administrada —incluyendo el monopolio estatal del comercio exterior— no por el arbitrario “comandismo” de una casta burocrática excluyente (que ha producido desastres tales como el del “Gran Salto Adelante” de Mao a finales de los años 50), sino por la más amplia democracia proletaria. Este gobierno expropiaría a la recién surgida clase de empresarios capitalistas chinos y renegociaría los términos de la inversión extranjera según los intereses de la población obrera china, insistiendo, por ejemplo, en mantener las condiciones de los trabajadores por lo menos al mismo nivel que en el sector estatal. Un gobierno obrero revolucionario en China promovería la colectivización voluntaria de la agricultura sobre la base del cultivo mecanizado y científico a gran escala, reconociendo que esto requiere ayuda material sustancial de revoluciones obreras exitosas en los países económicamente más avanzados.
Una revolución política proletaria en China alzando la bandera del internacionalismo socialista sacudiría en verdad al mundo. Haría añicos el clima ideológico de la “muerte del comunismo” propagado por las clases gobernantes imperialistas desde la destrucción de la Unión Soviética. Radicalizaría al proletariado de Japón, la fuerza industrial y el amo imperialista del este asiático. Provocaría una lucha por la reunificación revolucionaria de Corea —mediante una revolución política en la asediada Corea del Norte y una revolución socialista en la Corea del Sur capitalista— y reverberaría entre las masas del sur de Asia, Indonesia y las Filipinas, subyugadas por la austeridad imperialista. Sólo mediante el derrocamiento del dominio de la clase capitalista internacionalmente, particularmente en los centros imperialistas de América del Norte, Europa Occidental y Japón, puede conseguirse la completa modernización de China como parte de un Asia socialista. Es con el fin de proporcionar la dirección necesaria del proletariado en estas luchas que la Liga Comunista Internacional lucha por reforjar la IV Internacional de Trotsky, el partido mundial de la revolución socialista.
El desarrollo económico y la perspectiva mundial comunista
La diferencia entre Hart-Landsberg y Burkett por un lado y Lippit por el otro no es fundamentalmente sobre una evaluación empírica de las condiciones socioeconómicas cambiantes en China durante el pasado cuarto de siglo de la era de “reformas”. Por supuesto que tienen diferencias importantes al respecto —por ejemplo, sobre en qué medida cuantitativa se ha superado la pobreza—. Pero lo que básicamente separa a Hart-Landsberg y Burkett de Lippit es lo que podría nombrarse una jerarquía de valores diferente. Los primeros elevan los antiguos valores de igualdad y comunalidad por encima de la expansión de las fuerzas productivas, ignorando que esto último es una condición necesaria para la liberación de la mayoría de la humanidad de la escasez y el trabajo penoso. Así, argumentan en su réplica: “El éxito de China según los criterios de desarrollo estándares (crecimiento económico, afluencias de inversión extranjera directa y exportaciones), lejos de crear las condiciones para el éxito real o potencial en lo referente al bienestar humano, pudo haber minado, en cambio, las condiciones del desarrollo humano para la mayoría de la población trabajadora china.”
No menos que Lippit, o incluso que los partidarios del neoliberalismo, Hart-Landsberg y Burkett creen que el capitalismo en su presente forma “globalizada” se ve forzado a maximizar el crecimiento económico medido a través del incremento de los bienes y servicios. Esto es directamente contrario al entendimiento marxista de que el modo de producción capitalista y el sistema estado-nación, los cuales están enraizados en el impulso por la acumulación privada de ganancias, detienen el desarrollo progresista de las fuerzas productivas a escala mundial. Un ejemplo es el profundo y creciente empobrecimiento de las masas del África semicolonial, América Latina y partes de Asia.
Escribiendo a principios de los años 30 en el contexto de la depresión económica mundial y el resurgimiento de las rivalidades interimperialistas que pronto llevaron a la Segunda Guerra Mundial, León Trotsky explicó:
“El capitalismo se ha sobrevivido a sí mismo como sistema mundial. Ha dejado de cumplir su misión esencial, el incremento del poder y el bienestar humano. La humanidad no puede permanecer en el nivel que ha alcanzado. Sólo un poderoso incremento en las fuerzas productivas y una organización de la producción y la distribución racional y planificada, esto es, socialista, puede asegurar a la humanidad —a toda la humanidad— un nivel de vida decente y al mismo tiempo darle el precioso sentimiento de libertad con respecto a su propia economía. Libertad en dos sentidos —primero que nada, el hombre no estará más obligado a dedicar la mayor parte de su vida al trabajo físico. Segundo, ya no será más dependiente de las leyes del mercado…
“La tecnología liberó al hombre de la tiranía de los viejos elementos —tierra, agua, fuego y aire— sólo para sujetarlo a su propia tiranía. El hombre dejó de ser un esclavo de la naturaleza para convertirse en un esclavo de la máquina, y todavía peor, un esclavo de la oferta y la demanda. La actual crisis mundial testifica de manera especialmente trágica cómo el hombre, que se sumerge al fondo del océano, que se eleva a la estratosfera, que conversa a través de ondas invisibles con las antípodas, cómo este orgulloso y osado gobernante de la naturaleza permanece siendo esclavo de las fuerzas ciegas de su propia economía. La tarea histórica de nuestra época consiste en remplazar el incontrolable papel del mercado por la planeación razonable, disciplinando las fuerzas de la producción, obligándolas a trabajar juntas en armonía y obedientemente para servir a las necesidades de la humanidad. Sólo sobre esta nueva base social el hombre será capaz de estirar sus cansados miembros y —todo hombre y toda mujer, no sólo unos pocos seleccionados— convertirse en un ciudadano completo en el reino del pensamiento.”
—“En defensa de la Revolución Rusa” (1932), reimpreso en Leon Trotsky Speaks [Discursos de León Trotsky] (1972)
Esta genuina visión marxista del futuro es completamente ajena al pensamiento de Hart-Landsberg y Burkett.
Panaceas anarco-populistas...
Lo que Hart-Landsberg y Burkett contraponen al neoliberalismo es la noción de una “economía centrada en los trabajadores y la comunidad”. Tanto el término como el concepto son totalmente ajenos al marxismo. “Comunidad” es un término convencional burgués que sirve para oscurecer las divisiones de clase y los conflictos de intereses en la sociedad. Aplicada en particular a China, la noción de una “economía centrada en los trabajadores y la comunidad” oscurece la diferencia de clases entre los trabajadores y los campesinos. El último es un estrato pequeñoburgués cuyos ingresos se derivan de la propiedad y venta de bienes. Los campesinos tienen un interés material en que los productos comestibles y otros productos agrícolas que ellos venden tengan precios altos en comparación con los precios de los bienes manufacturados que deben comprar tanto para la producción (por ejemplo, fertilizantes químicos, equipo de cultivo) como para el consumo personal. Además, el interés de los campesinos por los precios altos en los productos comestibles no es eliminado mediante la transformación de las parcelas familiares en colectivos agrícolas. El ingreso para los miembros de los colectivos sigue dependiendo en gran medida de los precios que reciben al vender su producción, ya sea a una agencia gubernamental de aprovisionamiento o en el mercado privado.
A pesar de declararse marxistas, la perspectiva de Hart-Landsberg y Burkett equivale a una forma de anarco-populismo. Su noción de una “economía centrada en los trabajadores y la comunidad” tiene una afinidad con el clásico programa de una federación de comunas políticamente autónomas y en gran medida económicamente autosuficientes asociado con el aventurero anarquista Mijaíl Bakunin en el siglo XIX. Esto puede observarse en la naturaleza de su crítica a la economía china durante la era de Mao, al sostener que la sobrecentralización de la economía fue ineficiente y, de manera más importante, al identificar implícitamente una economía centralmente planificada con control político autoritario:
“La planificación económica se había vuelto sobrecentralizada y, conforme la economía se volvía más compleja, incapaz de responder efectiva y eficientemente a las necesidades de la gente...
“Había una necesidad crítica de construir sobre la solidez de los logros obtenidos por China en el pasado y de conferir poder a los obreros y campesinos para crear nuevas estructuras de toma de decisión y planificación. Entre otras cosas, esto implicaba una reestructuración y descentralización de la economía y de la toma de decisiones por parte del estado para aumentar el control directo de los productores asociados sobre las condiciones y productos de su trabajo.”
Hart-Landsberg y Burkett condenan las crecientes desigualdades generadas por el programa de “reformas” orientadas al mercado. No obstante, lograr un nivel uniforme de salarios y prestaciones en todas las diferentes empresas, industrias y regiones necesariamente requiere una economía centralmente administrada. Solamente un sistema así es capaz de redistribuir los recursos económicos de las empresas, industrias y regiones más productivas hacia las menos productivas.
En las aproximadamente 150 páginas de “China y el socialismo” y la réplica a Lippit y otros, Hart-Landsberg y Burkett no explican cómo una “economía centrada en los trabajadores y la comunidad” funcionaría en los hechos. La mayor parte del tiempo usan esa formulación como un mantra para espantar a los males del neoliberalismo. En algún momento dan como un ejemplo hipotético “la creación de un sistema nacional de salud”, explicando que:
“esto requeriría desarrollar una industria de la construcción para edificar clínicas y hospitales, una industria farmacéutica para tratar enfermedades, una industria de máquinas-herramientas para hacer equipo, una industria de programas de computación para llevar un registro y un sistema educativo para entrenar doctores y enfermeras, etc., todo determinado por el desarrollo de las necesidades y capacidades de la población a los niveles local, nacional y regional.”
En ningún lugar mencionan las instituciones políticas y mecanismos económicos estructurales necesarios para lograr esta loable tarea. ¿Cómo se determinaría la fracción del total de recursos económicos disponibles a gastar en el sistema de salud, y no en otras necesidades tales como la inversión en la expansión industrial y la infraestructura, defensa militar, educación, pensiones, etc.? La coordinación de actividades económicas diferentes (por ejemplo construcción, equipo médico, programas de computación) para desarrollar el sistema de salud requeriría una planificación y administración centralizada. Tal sistema es totalmente compatible con la participación democrática activa de los trabajadores en el lugar de producción, por ejemplo, aconsejando sobre el mejor uso de la tecnología, estableciendo y reforzando estándares seguros, manteniendo una disciplina laboral y cosas por el estilo. La división del total de los recursos económicos entre necesidades contendientes debería ser debatida y decidida en el nivel más alto de un gobierno basado en la democracia proletaria, es decir, un gobierno de consejos obreros y campesinos. La democracia proletaria es esencial para el funcionamiento racional de una economía planificada.
http://www.icl-fi.org/espanol/eo/27/china.html
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2016.05.21 23:01 ShaunaDorothy Los ataques derechistas de Fox y las tareas de la clase obrera: ¡Romper con AMLO y el PRD! ¡Forjar un partido obrero! (1 - 2) (verano de 2005)

https://archive.is/XBIt5
Espartaco No. 24 verano de 2005
Los ataques derechistas de Fox y las tareas de la clase obrera:
¡Romper con AMLO y el PRD!
¡Forjar un partido obrero!
En mayo de 2004, mientras las encuestas mostraban que la popularidad del jefe de gobierno de la Ciudad de México, el perredista Andrés Manuel López Obrador (AMLO), crecía y que él podría llegar a la presidencia en 2006, el gobierno panista, junto con un ala mayoritaria del PRI, lanzó una campaña transparentemente diseñada para hacer a un lado a AMLO: la PGR lo acusó de “desacato” a una orden judicial por haberse tardado demasiado en regresar un terreno que había expropiado para...¡construir un acceso a un hospital! A través del fraude electoral Porfirio Díaz se mantuvo en el poder durante 30 años y el PRI y sus predecesores durante 70. A lo largo de más de cien años la defensa del sufragio efectivo contra el fraude ha sido una de las demandas más recurrentes y sentidas por la población, y no es sorprendente que la maniobra foxista haya polarizado dramáticamente al país. El proceso de desafuero acaparó los titulares de los periódicos y los noticieros televisivos. En el D.F. se veían mantas caseras por doquier expresando repudio a la patraña del PAN y el PRI. Desde agosto del año pasado cientos de miles se han manifestado en las calles, especialmente en la capital, en contra del nuevo fraude. Más significativamente, muchos sindicatos obreros, sobre todo los llamados “independientes” que agrupan a muchos de los militantes sindicales más combativos, participaron en las manifestaciones.
Incluso la burguesía se encontró dividida en torno al desafuero. Mientras que importantes sectores burgueses apoyaron el ataque de Fox, otros sectores de la burguesía, e incluso de los imperialistas, estaban preocupados por el riesgo de “inestabilidad”, es decir, una explosión de lucha social como resultado de la intentona foxista. Así, algunos portavoces burgueses de entre los más “respetables” del mundo, como el New York Times, denunciaron también la maniobra. La amenaza de inestabilidad provocó una caída en la bolsa de valores. Según Proceso (No. 1487, 1° de mayo), el jefe del Estado Mayor Conjunto de las Fuerzas Armadas de Estados Unidos, Richard Myers, se reunió con Fox a mediados de abril para advertirle de las consecuencias del desafuero, y el gobierno mismo de EE.UU. hizo pública su “preocupación” por la inestabilidad política. Finalmente, tras la movilización de 1.2 millones de personas en defensa de los derechos de AMLO el 24 de abril, Fox dio marcha atrás.
El ataque de Fox y cía. habría significado un golpe preventivo derechista, con la venia del congreso, para deshacerse del candidato que la pandilla clerical foxista identifica con la “izquierda”. Habría agrietado la delgada capa “democrática” que cubre al volátil régimen capitalista mexicano y reforzado la arbitrariedad estatal. Los espartaquistas nos opusimos a este ataque del PAN contra los derechos democráticos elementales de la población entera: esencialmente, el derecho a votar por quien le venga en gana. Como marxistas, defendemos los derechos democráticos ganados mediante duras batallas, entre ellos el sufragio universal. Tomamos esta posición sin darle ningún apoyo político al PRD y sin dejar de esclarecer en ningún momento su naturaleza de clase burguesa y por lo tanto inherentemente antiobrera. Como escribimos en un volante distribuido en las movilizaciones del 7 y el 24 de abril contra el desafuero (ver página 17):
“...si la clase obrera ha de romper con los partidos burgueses y avanzar hacia su independencia política, un punto de partida básico es que no permita que los dictados judiciales de Fox le impidan votar por quien quiera, pues si el gobierno logra hacer a un lado incluso a un tímido nacionalista burgués como López Obrador, destituirlo de su puesto electo e incluso encarcelarlo, ¿qué podría esperar una dirigencia clasista de la clase obrera?”
La población trabajadora está harta del “gobierno de empresarios” y sus políticas “neoliberales” transparentemente antiobreras. El PRD, un partido burgués nacionalista que combina sus denuncias al “neoliberalismo” con magras concesiones a los obreros y oprimidos, ha sabido aprovechar ese hastío para apuntalar su popularidad, especialmente entre las masas desposeídas. Así, en las manifestaciones en defensa de López Obrador del 7 y 24 de abril, las mantas en apoyo al “proyecto alternativo de nación” de AMLO eran recurrentes, así como otras declarando “No estás solo” o “Todos somos López”. Pero como marxistas entendemos que la principal división en la sociedad es entre la burguesía y el proletariado, dos clases con intereses propios irreconciliables; esclarecer esa división fundamental y combatir las ilusiones en la burguesía son nuestras principales tareas. PAN, PRI y PRD son todos partidos burgueses que difieren sólo en la forma de administrar el capitalismo, pero ninguno de ellos cuestiona —y no podría ser de otro modo— la explotación capitalista en sí. Para deshacerse de la rapacidad inherente a este sistema de explotación y opresión es necesario que la clase obrera tome el poder en sus manos mediante una revolución socialista que destruya el estado burgués —cuyo núcleo es la policía, el ejército, los tribunales y las cárceles— e instaure un estado obrero —la dictadura de clase del proletariado— basado en la propiedad colectiva de los medios de producción y poniendo éstos al servicio no ya de las ganancias de un puñado de capitalistas, sino de la satisfacción de las necesidades de la población.
“Neoliberalismo” y “populismo”: Dos caras de la explotación capitalista
Durante las últimas dos décadas, la economía mexicana ha sido administrada siguiendo políticas identificadas con lo que se conoce como el “neoliberalismo”: recortes brutales al gasto social, privatización de las industrias paraestatales y apertura irrestricta de la economía a los inversionistas extranjeros. El pomposo objetivo, según Salinas de Gortari, era llevar a México al “Primer Mundo”. Hoy no queda nada que privatizar excepto el sector energético y, sin embargo, la realidad es la devastación de la economía y el nivel de vida de las masas. El salario ha perdido 70 por ciento de su poder adquisitivo en los últimos 23 años. Las privatizaciones han lanzado a millones a la calle y debilitado significativamente los sindicatos. Incontables plantas maquiladoras han cerrado. La entrada en vigor del TLCAN y el desmantelamiento del ejido han provocado la ruina de millones de campesinos. A la par con las decenas de miles que arriesgan la vida cada año para ingresar a EE.UU. en busca de empleo, miles de campesinos siguen emigrando a las grandes ciudades para tratar de sobrevivir, sumándose al inmenso ejército de desempleados. Se estima que el 27 por ciento de la población total se dedica a la “economía informal”, es decir, al ambulantaje.
Además de ser el continuador de estas políticas económicas reaccionarias, el PAN —fundado por curas, empresarios y terratenientes en los años 30 como la versión “respetable” del movimiento cristero y en respuesta a las blasfemias callista y cardenista— es también el partido histórico de la reacción clerical. Así, la administración foxista se ha caracterizado por su atraso social general y ha lanzado campañas para reforzar los reaccionarios “valores familiares” a la par con ataques continuos contra la separación de la iglesia y el estado y los derechos de la mujer. Fox se jacta grotescamente de que los feminicidios de Cd. Juárez han sido resueltos, ante los oídos atónitos de los familiares de las víctimas y de la población horrorizada por más de una década de crímenes misóginos impunes. En el año 2000, el gobierno panista de Baja California negó a la joven Paulina su derecho elemental al aborto tras haber sido víctima de una violación, y en cambio la remitió...¡a un cura! (ver Espartaco No. 14, otoño-invierno de 2000). Hoy en día en México —el segundo país católico más grande del mundo—, 15 homosexuales son asesinados cada mes. Fox es el primer presidente en más de un siglo que le besa la mano a un Papa en un acto oficial.
El PAN está compuesto por derechistas abiertamente antiobreros, neocristeros ideológicamente motivados y lacayos obvios del imperialismo estadounidense. Fox mismo no es más que un Coca-Kulak —un latifundista ignorante con una pequeña dosis de urbanidad cortesía de The Coca-Cola Company—. El dirigente nacional del PAN, Manuel Espino, es un veterano de la organización fascistoide El Yunque. Ahora la política interna del país ha quedado en manos de Carlos Abascal, un fanático oscurantista, hijo y legítimo heredero ideológico de un dirigente del igualmente fascistoide movimiento sinarquista. Los principios republicanos de Fox y sus monjes probablemente se reducen a que sólo Cristo es Rey.
Por otro lado, no hay nada particularmente izquierdista en la política de López Obrador y el PRD, pero han logrado aprovechar el burdo conservadurismo del actual gobierno federal y su desprecio aristocrático e ignorante por los pobres y los obreros para presentarse como una alternativa más amigable a las masas y como un vehículo viable para conseguir las ansia-das demandas democráticas de la gente (el derecho a la educación, la emancipación nacional frente al imperialismo estadounidense, etc.). Gran parte de la popularidad de AMLO viene de sus declaraciones contra la privatización del sector energético. Hasta cierto punto, López Obrador ha traducido su retórica democrático-nacionalista en medidas populares, como lo son el aclamado subsidio a las personas de la tercera edad y las madres solteras y la inversión en proyectos de educación pública e infraestructura urbana, medidas tímidas y elementales que en el contexto de la brutal austeridad presupuestaria del PRI y el PAN parecen verdaderamente significativas. Ésta es una ilusión peligrosa.
La clase obrera no debe tener ninguna confianza en AMLO. Las posiciones particulares que lo distinguen de otros burgueses (sus denuncias del neoliberalismo, la oposición a la privatización del sector energético, etc.) son puramente coyunturales: promesas de campaña electoral o medidas para desactivar el potencial de lucha de los obreros. El populismo nacionalista y el neoliberalismo económico son simplemente políticas alternativas del régimen capitalista, a menudo seguidas por el mismo individuo según lo dicten las exigencias del momento. Como dijimos en nuestro volante: “...en caso de llegar a la presidencia, el mismo apoyo que López Obrador tiene entre el movimiento obrero lo pondrá en una mejor situación para llevar adelante las privatizaciones de los sectores eléctrico y petrolero que el ineficaz Fox no ha podido lograr”. Este mismo entendimiento es lo que se encuentra detrás del apoyo que AMLO tiene entre importantes burgueses como Carlos Slim —el hombre más rico de América Latina, que compró el antes estatal monopolio de comunicaciones Telmex—. El presidente de la Asociación de Bancos de México, Marcos Martínez Gavica, el día de su toma de posesión comentó, en clara alusión a López Obrador, que un político “de izquierda” no representa ningún obstáculo para el desarrollo del país: “Incluso, puede ser garantía de un mayor avance en las reformas para dotar de capacidad de competencia a la economía nacional” (La Jornada, 5 de marzo de 2005). Y cuando esta gente habla de “reformas” y de “capacidad de competencia” se refiere invariablemente a privatizaciones y medidas antiobreras. ¡Ni un voto a los partidos capitalistas! ¡Por la independencia política de la clase obrera! ¡Por un partido obrero que luche por un régimen obrero!
De Lázaro Cárdenas a López Obrador: El somnífero nacionalista
La historia del capitalismo latinoamericano ha sido una de constantes oscilaciones entre la apertura comercial del “libre mercado”, por un lado, y el populismo nacionalista por el otro. Tras décadas de “neoliberalismo”, en años recientes ha habido un viraje a través de Sudamérica de regreso al populismo nacionalista. Pero este viraje en el clima político y el balance de fuerzas no es anticapitalista, sino que fortalece el capitalismo latinoamericano al endurecer los lazos de la clase obrera con su propia burguesía nacional, la cual es experta en denunciar demagógicamente a Wall Street y Washington. Como dijimos en Espartaco No. 20 (primavera-verano de 2003), “las únicas constantes en esta inhumana rueda de la fortuna son la subyugación frente al imperialismo y la miseria humana de millones de campesinos y trabajadores.”
El papel fundamental del PRD ha sido encauzar las inevitables luchas cotidianas y espontáneas de las masas mexicanas a los marcos estériles de las boletas electorales. Su objetivo es estabilizar el volátil régimen capitalista mexicano y renegociar los términos de su subordinación al imperialismo. Fue ejemplífico que, en la manifestación del 7 de abril, el discurso de López Obrador pusiera particular énfasis en mantener el carácter pacífico de las movilizaciones y en respetar las instituciones del estado. Su discurso tuvo efecto no sólo en los manifestantes, sino también en la gran burguesía, que dio un respiro de alivio. Incluso la bolsa de valores se recuperó tras su discurso.
El PRD surgió como una fracción desencantada del PRI, la cual buscaba retornar a los “años dorados” de este partido. Así, en su libro Un proyecto alternativo de nación, López Obrador escribe, refiriéndose a los gobiernos priistas anteriores a Echeverría, que “aunque se padeció del mal endémico de la desigualdad, México creció a una tasa de casi 7 por ciento anual en forma constante, y con estabilidad macroeconómica en precios y finanzas públicas.” Para polemizar contra los “neoliberales”, ¡AMLO recurre al ejemplo de...Gustavo Díaz Ordaz y Adolfo López Mateos! El primero es tristemente célebre por la matanza de Tlatelolco, mientras que el segundo fue el responsable del aplastamiento brutal de la gran huelga ferrocarrilera de 1957-58, aunque muchos (como la dirigencia del SME) lo recuerdan hoy sólo por la nacionalización de la industria eléctrica. Pero eso significa el nacionalismo burgués populista: la combinación de concesiones a los obreros y oprimidos con la represión brutal, con el objetivo de disciplinar a la clase obrera e impulsar los intereses de la burguesía. Igualmente revelador, aunque ciertamente no sorprendente para los marxistas, es su referencia al “mal endémico de la desigualdad”. Lo que los obreros deben comprender es que la desigualdad, la explotación y la opresión son endémicos al dominio del capital.
Vale la pena analizar brevemente la política del ícono de los nacionalistas burgueses mexicanos, Lázaro Cárdenas. Durante su periodo presidencial, Cárdenas llevó a cabo una serie de reformas democráticas tales como la nacionalización del petróleo y los ferrocarriles y el reparto agrario. Los marxistas defendimos estas medidas contra los ataques derechistas. La expropiación petrolera en particular representó, en palabras del revolucionario ruso León Trotsky, “el único medio efectivo para salvaguardar la independencia nacional y las condiciones elementales de la democracia”.
Cárdenas aprovechó la coyuntura en la víspera de la Segunda Guerra Mundial y la existencia de la URSS como contrapeso a los imperialistas para expropiar a los magnates petroleros británicos y estadounidenses y los humilló al darle asilo al bolchevique Trotsky, organizador junto con Lenin de la Revolución de Octubre, fundador del Ejército Rojo y la IV Internacional. Al llevar a cabo esas medidas, el propósito de Cárdenas era consolidar el estado capitalista mexicano y detener las pretensiones excesivas del imperialismo, y para ello requería el apoyo de la clase obrera. En 1940, viviendo en el México de Lázaro Cárdenas y meses antes de ser asesinado por un esbirro estalinista, Trotsky explicó en “Los sindicatos en la era de la decadencia imperialista”:
“Como en los países atrasados el papel principal no lo juega el capitalismo nacional sino el extranjero, la burguesía nacional ocupa, en cuanto a su ubicación social, una posición muy inferior a la que corresponde al desarrollo de la industria. Como el capital extranjero no importa obreros sino que proletariza a la población nativa, el proletariado nacional comienza muy rápidamente a jugar el rol más importante en la vida nacional. Bajo tales condiciones, en la medida en que el gobierno nacional intenta ofrecer alguna resistencia al capital extranjero, se ve obligado en mayor o menor grado a apoyarse en el proletariado.”
Esta cita explica de manera muy sucinta la esencia de las décadas del régimen bonapartista del PRI en México, donde el estado, por la debilidad inherente de la burguesía, a menudo parecía elevarse por encima de los intereses de las clases en conflicto y se basaba en el corporativismo, atando al estado las organizaciones políticas, sociales y sindicales.
Así, al otorgar esas concesiones, Cárdenas no sólo utilizó a la clase obrera como una poderosa carta para jugar contra sus rivales burgueses locales e imperialistas, sino que logró cooptarla, para después ponerla bajo la dirección de la férrea burocracia cetemista. Cárdenas no era ningún “socialista”. Cuando la demagogia nacionalista no bastaba, no dudaba en desatar la represión contra los obreros. Así, en 1940, por ejemplo, mandó a la policía a reprimir una huelga petrolera en Azcapotzalco. Con toda su retórica nacionalista, al final de su sexenio la economía mexicana dependía de EE.UU. más que nunca antes en la historia. El “Tata” Cárdenas fue, de hecho, el fundador de lo que Mario Vargas Llosa evocativamente llamó la “dictadura perfecta” del PRI, que habría de durar 60 años más.
El principal cemento ideológico que hizo posible la “alianza histórica” cardenista, es decir, la subordinación de la clase obrera al PRM/PRI, fue el nacionalismo burgués: la noción de que a fin de cuentas todos somos mexicanos y la cuestión central es sacar adelante al país. El PRD hoy emula la retórica nacionalista de Cárdenas. Esto no es más que una cortina de humo para encubrir la explotación capitalista. El proletariado luchará con éxito por la consecución de sus intereses históricos en la medida en que se desembarace de esta ideología burguesa, en la medida en que se dé cuenta de que la suya es una clase internacional, con intereses comunes independientes de las nacionalidades y contrapuestos a los de la burguesía, tanto nacional como extranjera. (Para un análisis más completo del cardenismo ver “¡Romper con todos los partidos burgueses: PRI, PAN, PRD!” en Espartaco No. 14, otoño-invierno de 2000.)
http://www.icl-fi.org/espanol/eo/24/amlo.html
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2015.04.17 11:59 pedropdios Leedlo que merece la pena: El teólogo jesuita José Ignacio Glez Faus y también el teólogo Benjamín Forcano defienden la legitimidad del gobierno de VENEZUELA. .

González Faus, sj: "Me pregunto quiénes somos para apedrear a la Venezuela adúltera"
Forcano: "Una mentira no se convierte en verdad por mucho que se la repita"
17 de abril de 2015 a las 08:46
Estoy seguro de que Obama tiene la mejor voluntad. Pero Obama no es toda la historia de EEUU. Por eso no puedo menos de preguntarme: ¿qué derecho tiene un país así para castigar a Venezuela?
Los teólogos José Ignacio González Faus, sj., y Benjamín Forcano defienden, en sendos artículos, la legitimidad del actual gobierno venezolano. Con diferentes argumentos, ambos se preguntan "quiénes somos para apedrear a la Venezuela adúltera" y reclaman que la oposición se comporte de forma democrática, y "no con violencia e inmoralmente". Por su interés, los reproducimos a continuación:
Así arranca el artículo de GONZÁLEZ FAUS:
1.- Los Estados Unidos y las naciones europeas llevaron a Venezuela ante Jesús: "Maestro, este país ha sido sorprendido en flagrante adulterio democrático: ¿qué dices tú que debemos hacer?". Jesús fingió no oírlos y escribía en la arena. Por fin, ante la insistencia amenazadora de sus interrogadores, levantó la vista y musitó: "el que de vosotros esté sin pecado que le tire la primera piedra"... (ver Jn 8,1ss).
2.- En 1956, la URSS invadió y atropelló canallescamente al pueblo húngaro que intentaba una revolución no grata a Moscú. Durante semanas se sucedieron manifestaciones y condenas en todos los países europeos. Karl Barth, catedrático en Basilea, el mayor teólogo del s. XX tildado a veces de excesivamente "verticalista", rehusó sin embargo sumarse a esas protestas. La razón de esa negativa escandalosa, la había dado poco antes en un escrito sobre la Iglesia entre Oriente y Occidente: "lo que se ha emprendido en Rusia (aunque con manos sucias... y de forma que nos irrita) es, sin embargo, una idea constructiva: es la solución de un problema que también para nosotros es un problema serio y candente y que nosotros, con nuestras manos limpias, ni tan sólo hemos empezado a resolver: el problema social".Estos dos relatos, de diferente género literario, sugieren lo que voy a intentar decir.
3.- En 1954 EEUU se permitió deponer a Jacobo Ardenz presidente electo de Guatemala, por sus reformas sociales perjudiciales para la United Fruit Company, dejando al país en manos de dictaduras criminales protegidas hasta hoy por un cómplice silencio de opinión. En 1973 provocó la caída de Allende y la dictadura de Pinochet en Chile. En la década siguiente subvencionó ilegalmente y armó terroristas contra el gobierno de Nicaragua. En el 2009, según reconoció Hillary Clinton (en Decisiones difíciles), colaboró en el golpe de estado de Honduras que depuso al presidente electo Manuel Zelaya, y luego ha envuelto en manto de silencio la actual dictadura que ha sumido aquel país pobre en una mayor miseria. Durante décadas sostuvo la Escuela de las Américas para enseñar a torturar a militares argentinos, salvadoreños, uruguayos... Por razones de estrategia petrolífera mintió públicamente que Irak poseía "armas de destrucción masiva" (armas que sí posee EEUU) y se permitió invadir aquel país con la colaboración de algunos títeres, dejándolo sumido en un caos de horror y violencia del que tardará años en salir. Y cuando se ha encontrado con una oposición molesta (con el wikileaks de J. Assange1, y las de denuncias de E. Snowden...) ha intentado encarcelar esa oposición para someterla a juicio, sin éxito de momento pero encerrando al primero en la embajada de Ecuador de Londres, y sin que la sagrada "libertad de expresión" fuera impedimento para ese modo de proceder. Finalmente, EEUU es quizá el país del mundo con mayores diferencias entre ricos y pobres, pese a que su Declaración de independencia proclamaba que "todos los hombres son creados iguales, dotados por su Creador de unos derechos inalienables". Hoy se justifican esas diferencias escandalosas apelando al mérito de unos y al demérito de otros, cumpliendo así el sabio proverbio bíblico: "el rico ofende y encima se ufana; el pobre es ofendido y encima pide perdón" (Ben Sira 13,3). Estoy seguro de que Obama tiene la mejor voluntad. Pero Obama no es toda la historia de EEUU. Por eso no puedo menos de preguntarme: ¿qué derecho tiene un país así para castigar a Venezuela?
4.- La UE no quiso reconocer sus raíces cristianas. Vale. Pero lo peor es que tampoco quiere reconocer sus raíces ilustradas, traicionando así lo mejor de sí misma, raptada por el Júpiter gringo, como en el mito antiguo. Arrastra un pecado que se llama África. Se sumó a la barbarie contra Irak, sumió a Libia en una situación desastrosa y sin salida. Ha intentado superar una crisis provocada por la avaricia, recetando "austeridad para los más pobres y beneficios para los más ricos" (otra vez cabe aquí la cita anterior del Ben Sira). Interceptó irrespetuosamente el vuelo Rusia-Bolivia del presidente Evo Morales obligándole a aterrizar en Austria, "por orden del Amo" según N. Chomsky, y por el temor de que Snowden viajara oculto en aquel avión. Y hoy mira hacia otra parte ante las muertes masivas en el Mediterráneo y el drama migratorio provocado en parte por ella misma. Todo por la idolatría del becerro de oro y en servicio de "un sistema que mata" (Francisco). Sé que en Europa hay políticos de muy buena voluntad. Pero me pregunto quiénes somos para apedrear a la Venezuela adúltera.
5.- Venezuela soporta hoy la incompetencia y la mala educación de un Presidente que sólo sabe argumentar con frases ideológicas y con insultos horteras. Chavez era otra cosa: aunque su lenguaje histriónico resultara cargante para un europeo, tenía formación y carisma, e hizo una serie de importantes reformas sociales que nosotros hemos preferido no mirar, y de las que sólo informaba Le Monde Diplomatique. Por eso imagino al Chavez enfermo en sus últimos días, con aquellos mismos temores que se cuentan de Felipe II moribundo, ante el hijo que iba a sucederle...
6.- Pero aquí no se trata de Venezuela sino de nuestra hipócrita reacción ante ella. Porque lo más incomprensible es que nunca se produjera una reacción semejante ante la Venezuela de Carlos Andrés Pérez y demás. EEUU se negó a extraditarlo cuando el gobierno venezolano lo reclamaba para juzgarlo por todos el dinero público derivado a sus cuentas secretas. ¿Quién de nosotros reclamó entonces castigos ante aquella democracia ahogada, ante la corrupción de los más ricos y la intervención del ejército, con 2000 desaparecidos durante el "caracazo?. Nadie: porque eran una corrupción y una antidemocracia en defensa del "sistema que mata". Por eso creo que habría que terminar parodiando otro precepto del Decálogo: ¡por favor!: "no tomar el santo nombre de la democracia en vano". No hagamos de la sagrada palabra democracia un celofán con el que envolver los intereses de Mammôn.
Éste es el artículo de BENJAMÍN FORCANO:
Una mentira no se convierte en verdad por mucho que se la repita
Llevamos semanas viendo aparecer en los grandes medios de comunicación de nuestro país que en Venezuela hay que restablecer la democracia, que la oposición política es reprimida y maltratada, que no hay libertad de expresión, que hay desabastecimiento y muchas muertes violentas. Y, para agrandar la legitimidad de este clamor se nos repite que en nuestro Congreso no pocos diputados denuncian la arbitrariedad con que los opositores venezolanos son detenidos y piden que los "democratas" Leopoldo López, Antonio Ledezma, Daniel Ceballos y otros sean excarcelados, y que semejante pronunciamiento se ha hecho también en el Parlamento Europoeo, por el Secretario General de la ONU, la OEA y otros Gobiernos y que 23 expresidentes americanos piden que se restablezca la democracia en Venezuela.
Reconozco como superhábil el manejo para condicionar y moldear la opinión de quienes simplemente se guian por esta información mediática interesada y manipuladora.
La verdad es otra: en Venezuela desde la llegada de Hugo Chavez ha regido una democracia acreditada en todas las elecciones por la voluntad del pueblo depositada limpia y libremente en las urnas. Ni una sola, pudo ganar la oposición. En la última, ya con Maduro creyeron que , toda la oposición unida, podían ganar. Y de nuevo perdieron por más de tres millones de votos. Y esto es lo que exasperados no aceptaron ni estaban dispuestos a tolerar y diseñaron otra estrategia de oposición violenta , antidemocrática, para desestabilizar el país, y poder tumbar a un Gobierno , que no habían podido lograr democráticamente.
Ninguno de estos grandes medios nos cuentan los avances y logros de la revolución bolivariana si se la compara con los Gobiernos de los 70 años anteriores: ha habido en tan solo 10 años un incremento del gasto social de 772.000 millones de dólares; construcción de más de 700.000 viviendas; la escolarización de niños ha pasado de 6 millones (1998) a 113 millones (2013); construcción de 22 nuevas universidades; aumento de profesores de 65.00 a 350.00; enseñanza pública totalmente gratuita desde la infancia hasta la universidad; personas con pensión antes de Chavez 387.000, ahora 2.100.000; médicos por 10.000 habitantes en 1998,18;, en el 20, 58; país con el nivel más bajo de desigualdad (según el Coeficiente Gini): Venezuela; salario mínimo en 1998 lo equivalente a 16 dólares, en 2012 son 330 dólares; extracción anual de petróleo 500.000 mil millones de barriles, ahora mil millones; medios de comunicación en propiedad y control privado (no estatal) en torno al 80 %, etc.
Lo que es una democracia se defiende ejerciendo en ella la oposición democráticamente (debate, diálogo, cooperación, oposición leal...) no con violencia e inmoralmente. No se trata de restablecer la democracia en Venezuela, sino de aceptarla, mal que no responda a los intereses, monopolios y privilegios de ciertas minorías del país y otras foráneas. Los denominados y más ensalzados opositores de la revolución bolivariana no son demócrata, ni disidentes políticos sino , como han dicho diputados del Congreso español, criminales , que actúan fuera de ley, y merecen la cárcel. Demasiado saben los grandes medios de comunicación quiénes son esos opositores y, sin embargo, los presentan ante la opinión pública como héroes de la resistencia y víctimas.
¿Por qué, aceptada con admiración su enorme e innegable calidad periodística, no se publica la posición de Eduardo Galeano (y otros) referente a Venezuela con el relieve con que se hace por ejemplo con Mario Vargas Llosa?
Afortunadamente, aun sin el espacio público de esos grandes medios y sin la omnipotencia de su "ilimitada e "inmoral" libertad, disponemos de otra información, -amplia y contrastada- que nos permite librarnos del engaño e hipocresía de quienes nos dicen servir a la democracia, a los derechos humanos, a la libertad de expresión, emancipación de los pueblos y otras retóricas resabidas.
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2015.01.24 11:37 nobfiama Susana Díaz, Pablo Iglesias...Zapatero

 SUSANA DÍAZ: LA ESTRAGIA DE LA ARAÑA 
  1. En el proceso autodestructivo del PSOE, Susana Díaz, viene representando desde hace algunos mese (para los que reclaman “las esencias” de éste partido) la salvación de las migajas, pero tiene un problema: de momento carece de “legitimidad intrapartido”, no ha ganado todavía ningunas elecciones. Es presidenta de Andalucía, por designación digital, ante la renuncia de José Antonio Griñán, su mentor y valedor.
  2. Por ello, ha elaborado todo un proceso para ponerse al frente del PSOE y proclamarse candidata a la presidencia del Gobierno con las mejores garantías.
  3. Estas garantías pasan por conseguir colocarse en la línea de salida por delante de las otras fuerzas políticas y para ello ha buscado el mejor momento (en el calendario) para disolver las cortes andaluzas, haciendo recaer la responsabilidad de dicha disolución en I.U. y, de paso, aprovechar también el desgaste que está sufriendo su socio de gobierno por compartir responsabilidades a nivel Regional, más la sangría nacional por la aparición de Podemos en escena.
  4. A Podemos, le pilla con el pie cambiado, ya que no le da tiempo material de configurar una estructura Regional, ni candidatos con solvencia para afrontar una elecciones Regionales en Marzo.
  5. El PP, en Andalucía por no tener no tiene candidato conocido y con fuerza, tras la fuga de Arenas y además sufre el castigo que su electorado le va infringiendo a nivel nacional por las políticas de Rajoy.
  6. Con estos mimbres, esta mujer (a quien mi santa esposa la llama “caballo percherón”) en el mes de Marzo, se encontrara en las mejores condiciones, no sólo de ganar las elecciones en Andalucía, sino de legitimarse ante los guardianes de las esencias del PSOE.
  7. A partir de Marzo, con las elecciones ganadas, su andalucismo pasará a mejor vida porque será llamada a responsabilidades más altas: La presidencia de gobierno de España y esto en Andalucía, siempre suena bien.
  8. En el camino, quedarán muchos cadáveres, entre ellos el de Pedro Sánchez, pero como el sistema siempre es benevolente con sus piezas sacrificadas, ya se le encontrará destino en agradecimiento a los servicios prestados.
La estrategia está diseñada, otra cosa son los imponderables que se encuentre en el camino, que le faciliten o dificulten el mismo. Pronto lo veremos.
 PABLO IGLESIAS: CRONICA DE UNA AMBICIÓN ANUNCIADA 
  1. Si hace algo más de un año, se pregunta a los españoles ¿Quién es Pablo Iglesias? No creo que llegara a un 5% de conocimiento, hoy es el personaje más conocido para los españoles (97%), después del Rey (100%). En política, éste es un fenómeno nunca visto hasta ahora.
  2. Es indudable, que ello sólo ha sido posible gracias a los medios de comunicación, en especial por las cadenas de TV: La cuatro y la Sexta, quienes le han posibilitado desgranar un discurso rompedor, tomado de la calle y de los movimientos sociales, en especial el 15-M. Los ciudadanos, cansado de un discurso trasnochado, de la corrupción insoportable, del desmantelamiento del Estado de Bienestar, han podido escuchar su propia voz a través de la de Pablo Iglesias.
  3. En el verano del 2013, Pablo Iglesias (entonces un absoluto desconocido) junto con un grupo de compañeros profesores de la Universidad Complutense deciden “probar” y dan el paso a las elecciones europeas bajo el paraguas del movimiento social PODEMOS, que acaban de fundar, recogiendo las inquietudes y las reivindicaciones y el malestar del 15-M, de las “mareas” blancas, azules, verdes…Con un resultado para nada soñado por ellos y ni siquiera previsto en ningún sondeo: 1.200.000 votos y cinco escaños en el Parlamento Europeo.
  4. Con estos mimbres Pablo Iglesias, decide ir a por todas: Se acabó jugar a los movimientos sociales, a la reivindicación asamblearia, a las movilizaciones: Hay que fundar un partido como los de “la casta” con un liderazgo fuerte (el) con un grupo de absoluta confianza (“su ejecutiva”) y con un discurso, supervisado por él y que no suponga comprometerse con nada. No hay que cometer ningún error hasta alcanzar el poder a finales del 2015 ni permitir la disidencia dentro del partido. Todo el poder para el líder.
  5. El partir de la nada y en poco más de dos años llegar a Presidente del Gobierno de España, es algo inaudito, no soñado por nadie y, por supuesto, imprevisible. No existe ningún antecedente en las democracias occidentales. Lo normal y lo lógico en política es empezar poco a poco, desde abajo, conquistando electores, convenciendo sobre el terreno con decisiones que afectan a los ciudadanos, véase por ejemplo Syriza en Grecia, que desde su fundación, lleva ya 10 años al pie del cañón, gobernando ayuntamientos, debatiendo en el Congreso, presentando propuestas. Su próxima victoria electoral, el día 25, será la culminación de un trayecto no muy largo en el tiempo, pero eficaz y congruente con los tiempos en política.
  6. Pablo Iglesias, no quiere pasar por ello, tiene prisa, no puede dejar pasar la oportunidad, por ello: ¿Las municipales? No. Aunque los ciudadanos de los Círculos lleven trabajado en sus respetivas municipios y se cojan un cabreo monumental. Razones: No queremos que entren oportunistas (¡!??) en las listas de podemos. Las municipales son en Mayo y pueden “chafar” al líder los errores, las exigencias de los ciudadanos a sus concejales y alcaldes. Lo importante es llegar limpios e inmaculados a la gran cita de las Generales.
  7. ¿Ideología? No hombre, eso está superado. “El debate derecha-Izquierda es un juego de trileros” (véase entrevista en el Pais). ¿Entonces, los amores con los gobiernos bolivarianos? Son pecados de juventud: “Nosotros abogamos por modelos nórdicos” Ahora, si le preguntan: si le gustaría tener un programa de TV, como presidente del gobierno al estilo de Chávez o Correo, contesta: !! Sería la hostia, ¿no?!! (véase entrevista de Jordi Evola en Quito) y de Monedero, llorando la gran pérdida que supuso la muerte del comandante Chávez, para los pueblo oprimidos de América?, pelillos a la mar… Entonces, nos preguntamos: ¿Qué hace hoy en la campaña Griega con Syriza? (partido netamente de izquierdas) Ah, eso forma parte de las contradicciones y en todo caso:”Estos son mis principios, pero si no le gusta, tengo otros” ( Groucho Marx)
  8. Pasamos primero del no al pago de la duda externa criminal, al no pago de la parte ilícita, para terminar con la renegociación de la misma. De la Renta básica universal, al salario mínimo de subsistencia. De la jubilación a los 60 años, al ya se verá…¿y la cuestión catalana? ¡!Puf!! “pondremos sobre la mesa todas las propuestas” ¡!eureka!!( entrevista en la SER)
  9. Eso sí, nada de participar en marcha reivindicativas, nada de que se nos vea en plataformas contra los desahucios, mareas… y ¿los círculos? Ah, sí, continúan debatiendo sobre el sexo de los ángeles.
  10. No está mal todo éste diseño en dos años ¿no? Otra cosa es que lo logre. De momento, las últimas encuestas, ya suspende…es que no es fácil mantenerse con un discurso que en los tiempos que corren, todo se queda viejo y el discurso de “la casta”, también se va quedando viejo si no hay alternativas.
     ZAPATERO: EL PATETISMO HECHO PERSONA 
  11. Zapatero, soñó y jugó a estadista y se ha quedado como “un pobre hombre” Es lamentable verlo por los platós de TV y radio, reivindicando su legado y jurando sobre la biblia que la modificación del artículo 135 de la constitución ( sin debate, sin referéndum) fue una acción progresista y democrática.
  12. Es la misma persona que nos ilusionaba con aquello de que en economía en España jugamos en la ”Champions-league” o aquello de que nuestro PIB había ya superado a Italia, estábamos cerca de alcanzar a Francia y pronto iríamos a por Alemania!! O aquello de que bajar los impuestos era de izquierdas.
  13. Este mismo hombre es utilizado por los guardianes de las esencias del PSOE, para apuntillar a Pedro Sánchez y lo hace con cierto entusiasmo para así poder vengarse de la afrenta que le supuso que éste “advenedizo” le quisiera enmendar la plana renegando de la muy democrática modificación del artículo 135 de la Constitución.
  14. Qué importa que le recuerden que es el mismo Zapatero que en el último Congreso del PSOE primero apostó por Eduardo Madina, luego por Susana Díaz, para terminar poniendo toda la estructura del partido al servicio de Pedro Sánchez para ganar las primarias y hoy, seis meses más tarde renegar de él.
  15. Lo dicho: PATÉTICO.
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